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CUIDADO: Vírus do uTorrent está dominando computadores

O programa uTorrent está utilizando um exploit flash via propagandas para instalar Malwares em computadores, de acordo com relatos de usuários. Até o momento, não há qualquer pronunciamento oficial dos desenvolvedores por trás do software.


Este malware permite que invasores tenham acesso ao controle remoto de seu computador, e os danos possíveis são muitos: desde o roubo de dados sensíveis (fotos, imagens, textos e senhas) até a propagação de malwares mais perigosos, como o ransomware, que sequestra o computador e exige um pagamento para a liberação de arquivos.
  • Atenção: a acusação de malware não é consistente entre programas antivírus diferentes. A desinstalação é recomendada como pedido de cautela até um posicionamento oficial
Os primeiros relatos sobre o caso foram postados no Reddit pelo usuário "scrubs2009". "Propagandas no uTorrent está usando um exploit flash para instalar malware. Desabilite o uTorrent e rode um programa antivírus agora", notou o usuário.
Acredita-se que, além do uTorrent, outro cliente chamado BitTorrent também esteja comprometido — apesar de faltaram mais informações sobre este programa em questão. De acordo com o usuário do Reddit, o vírus estava na repartição:
  • "C:\Users\%username%\AppData\Local\Microsoft\Windows\INetCache"
Após rodar um bom antivírus — e você pode saber quais são eles clicando aqui —, é necessário se mover para outra plataforma de torrent, e o ideal é entrar no mundo dos programas open-source, que possui uma comunidade ativa e comprometida com as atualizações.

Por isso, a recomendação para baixar arquivos de torrent é por meio dos seguintes programas:

Pararam o mega a taque ransomware que assustou o mundo

Saiba como um homem desacelerou o WannaCry, o ransomware que assustou o mundo

Algumas horas de pesquisa, bons contatos e o equivalente a cerca de R$ 35. Foi com essas armas que um pesquisador do Reino Unido foi capaz de parar — ao menos por enquanto — o ransomware WannaCry, que sequestrou sistemas ao redor do mundo e causou pânico em dezenas de países na última sexta-feira (15).

Segundo o BusinessInsider, o salvador é um rapaz que se chama Marcus Hutchins, tem 22 anos e atende pelo apelido de MalwareTech no Twitter. Ele é especialista em cibersegurança e detalhou todo o procedimento em uma postagem chamada "Como Acidentalmente Parar um Ciberataque Global".

Basicamente, tudo o que ele fez foi registrar um domínio que estava sem dono (algo que custa pouco menos de US$ 11) para pausar um dos maiores ataques recentes à rede.

Foi meio sem querer, segundo Hutchins, ele estava apenas fazendo o próprio trabalho. Primeiro, ele conseguiu uma amostra do ransomware para análise com um de seus colegas e passou a olhar com cuidado para o código. Foi aí que ele se deparou com um domínio em uma das seções do malware. Era uma sequência enorme e aparentemente aleatória de caracteres.
Como o serviço do pesquisador envolve estudar e deter botnets, ele prontamente registrou o domínio. O motivo? Ela poderia ser a raiz de botnets, além de conter informações valiosas a respeito da infecção.

Após fazer a engenharia reversa e debater com outros pesquisadores, Hutchins descobriu o que ele acidentalmente fez para parar o ataque. O WannaCry na verdade tinha um botão de autodestruição, que deveria ser usado em emergências para que ele fosse finalizado.

A cara do "herói" Marcus Hutchins. 


#WannaCry propagation payload contains previously unregistered domain, execution fails now that domain has been sinkholed pic.twitter.com/z2ClEnZAD2
— Darien Huss (@darienhuss) 12 de maio de 2017

Antes de atacar, o WannaCry fazia um pedido de acesso para esse endereço. Se ele voltasse como "desocupado", o ataque prosseguia e o sequestro tinha início. Assim, se o domínio em questão fosse registrado, essa era uma forma de dizer que era hora de parar o golpe.

Só que esse "kill switch" ("botão da morte", em tradução literal do termo original) colocado pelos criadores do ransomware dificilmente estará presente em uma versão "2.0" do WannaCry — ou será melhorado, sendo capaz de atualizar o domínio em pouco tempo para que algo assim não aconteça novamente. Os pesquisadores podem então ter vencido a batalha, mas ainda não a guerra.

Como se proteger do ataque hacker que se espalhando pela rede de todos os países

A essa altura, você certamente está sabendo de uma extensa onda de ataques hackers que está se espalhando pelo mundo nesta sexta-feira, 12. Mais de 70 mil máquinas em quase 80 países já foram vítimas do ransomware chamado, entre outros apelidos, de "WannaCry 2.0".

Mas como se proteger? Antes de mais nada, atualize o seu Windows. As informações mais recentes, partindo de especialistas em segurança eletrônica, indicam que o ransomware está explorando uma falha de uma versão desatualizada do sistema operacional da Microsoft.


Segundo a Kaspersky, a falha, chamada "EternalBlue", chegou a conhecimento público pelo grupo de hackers Shadow Brokers, que vazaram, em abril, uma série de documentos sigilosos da Agência Nacional de Segurança dos EUA, a NSA.

Ou seja, o governo norte-americano sabia da falha e não contou para a Microsoft, que só ficou sabendo quando os hackers vazaram a informação em abril. Menos de um mês depois, a empresa lançou uma atualização para o Windows que corrigia a brecha.

No entanto, muitas pessoas e empresas, por falta de conhecimento ou de atenção, não atualizaram seus PCs. Por isso tantas máquinas estão sendo vítimas do WannaCry nesta sexta. Por isso a ordem no momento é atualizar o Windows o mais rapidamente possível.

Você precisa baixar a atualização registrada como MS17-010, lançada em 14 de março deste ano. O update vale para todas as versões do Windows a partir da era Vista, incluindo Windows 7, Windows 8 e, é claro, o Windows 10. A correção resolve uma vulnerabilidade no protocolo de transferência de arquivos do sistema, o SMB.

Nesta página você encontra o link para download, diretamente do site da Microsoft, dos pacotes de atualização para cada versão do sistema operacional. Você precisa saber se o seu PC roda em um processador de 32 ou de 64 bits - para isso, clique com o botão direito em "Meu computador", na pasta de arquivos da sua máquina, e depois em "Propriedades".

Por exemplo: se você estiver no Windows 7 e tem um processador de 32 bits, baixe o arquivo identificado como "Windows 7 Service Pack 1 para sistemas de 32 bits (4012212) - Apenas segurança". Se estiver no Windows 10, procure por um link com o mesmo nome, mas identificando o Windows 10 e o número, 32 ou 64, do processador do seu PC.

Se você tem o Windows 10 e quer saber se seu sistema está 100% atualizado, vá até as configurações do PC (aquele ícone de uma engrenagem no menu Iniciar) e clique em "Sistema". Na barra à esquerda, clique em "Sobre". Procure pela versão do seu sistema. Se for a 1703, então você está seguro.

Urgente: mega ataque tira do ar sistemas de empresas do mundo inteiro

Uma onda de ataques de ransomware atingiu hoje empresas e hospitais do mundo todo, principalmente da Europa. Dentre as principais instituições vitimadas estão 16 hospitais de atendimento público do Reino Unido, e as empresas de telefonia móvel Telefónica, da Espanha, e Portugal Telecom.


De acordo com o Guardian, os sistemas de TI de hospitais do National Health Service (NHS, serviço nacional de saúde, espécie de SUS da região) passaram a mostrar mensagens exigindo US$ 300 em bitcoin para devolução de seus dados. O valor, em tese, subiria com o tempo. O ataque parece ter acontecido simultaneamente em todos os hospitais afetados.

Por conta do ataque, pacientes precisaram ser transferidos para outras instituições, e diversas consultas, exames e operações precisaram ser cancelados. Os funcionários foram orientados a desligar todos os computadores e, em alguns casos, desconectar todos os cabos de rede, e aguardar futuras instruções. Todas as atividades não-urgentes foram adiadas. O NHS emitiu um comunicado sobre a situação, que pode ser lido abaixo:

Segundo dados preeliminares da investigação, o malware responsável pelo ataque é da variedade Wanna Decryptor. O NHS ainda não sabe dizer se os dados médicos dos pacientes foi comprometido, e disse que compartilharia mais informações sobre o caso conforme as tivesse.

Via Olhar Digital

O inventor da Web diz que estamos ficando expostos de mais


O inventor da world wide web, Tim Berners-Lee, não está orgulhoso com o rumo que a sua criação está tomando em relação à privacidade. Em entrevista ao jornal The Guardian, Berners-Lee afirma que os usuários estão em perigo e que o modelo que ele projetou para a internet está sob ameaça.

Segundo o cientista, somos muito vulneráveis quando usamos a internet. “Há coisas que as pessoas fazem na web que revelam absolutamente tudo, às vezes mais do que elas próprias sabem”, afirma.

Berners-Lee acredita que os políticos e legisladores precisam rever as leis de privacidade que estão sendo aplicadas na internet. Recentemente, os Estados Unidos passaram a permitir que as informações de navegação dos usuários fossem vendidas para anunciantes. “A privacidade é um valor norte-americano central, não é uma coisa partidária. Os democratas lutam por ele e os republicanos lutam por ele, também, talvez até mais”, afirma ao explicar porque deveria haver um debate maior entre os partidos.

Berners-Lee lançou o primeiro site em 1º de agosto de 1991 e recebeu neste ano o Prêmio Turing, uma espécie de Nobel da computação, por "importantes contribuições duradouras para a computação". Ele ajudou no desenvolvimento de muitos dos protocolos ainda utilizados hoje, como HTTP e HTML.

No entanto, depois de projetar a web como um sistema igualitário, Berners-Lee diz que o seu modelo está sendo ameaçado por uma série de tendências, incluindo publicidade intrusiva, clickbait, monitoramento online e partidarismo político, que estão corroendo as qualidades que tornavam a web aberta e inclusiva.

Facebook diz que Informações de usuários não poderão ser usadas para vigilância

O Facebook atualizou sua política para impedir que desenvolvedores utilizem as informações de usuários para ferramentas de vigilância. A decisão veio depois de a rede social ser criticada por alimentar programas de monitoramento da polícia em Oakland, na Califórnia.


“Hoje estamos atualizando nossa política no Facebook e no Instagram para explicar mais claramente que os desenvolvedores não podem usar dados obtidos conosco para criar ou fornecer ferramentas usadas para a vigilância”, explica Rob Sherman, vice-diretor de privacidade do Facebook.

A plataforma permite que os desenvolvedores acessem dados de feeds públicos, usados para compreender tendências e eventos públicos. Um dos desenvolvedores usou essas informações para criar uma plataforma de monitoramento que rastreava ativistas.

A medida foi comemorada por entidades que defendem a privacidade dos usuários.

Fim do mistério? Bill Gates respondeu à polêmica questão se copiou Steve Jobs.

Um dos maiores mistérios modernos do mundo da informática pode ter sido resolvido no início desta semana. Isso porque Bill Gates finalmente se pronunciou sobre as acusações de que teria copiado as ideias de Steve Jobs durante a década de 1980 e as aplicado nos produtos da Microsoft, fato que teria irritado bastante o ex-presidente da Apple.


Antes de tudo é preciso entender o caso. Em 1985, a empresa de Gates lançou seu primeiro computador compatível com o sistema operacional Windows. O lançamento deixou Jobs bastante irritado e gerou acusações de que a Microsoft teria copiado completamente o sistema de um computador Macintosh. É claro que ambos haviam se encontraram depois do episódio em diversas ocasiões, mas a história nunca foi tirada a limpo de forma clara.

Durante um chat recente realizado no fórum Reddit, o empresário negou que uma empresa tenha copiado a outra. Ao que explica, as companhias foram beneficiadas pelo trabalho de outra empresa, a Xerox Parc, que havia criado uma interface gráfica que permitiu o avanço dos sistemas operacionais para computadores.


“Eu contratei Charles Sumonyi e Steve contratou Bob Belville. Nós não violamos qualquer direito legal que a Xerox tinha, mas ela nos mostrou o caminho que o Mac e o Windows precisavam percorrer.”

Via Olhar Digital

Apple, Google e Microsoft largam atras na grande batalha da tecnologia

O próximo grande campo de batalha da tecnologia já está preparado, e Apple, Google e Microsoft estão saindo atrás da concorrência. Se a CES, a maior feira de tecnologia do planeta, for parâmetro para o mercado, a Amazon saiu na frente da concorrência com a assistente Alexa, que está sendo incorporada em inúmeros dispositivos para automação doméstica.

(Foto: reprodução/mashable/olhardigital)

Não é nenhuma surpresa o fato de a inteligência artificial ser a menina dos olhos do mercado de tecnologia nos próximos anos. Satya Nadella, CEO da Microsoft, já deixou isso bem claro: a IA chega para tomar o lugar dos aplicativos como a principal interface entre nós e as máquinas. O que surpreende é o fato de que as três maiores empresas do ramo tenham sido passadas para trás.

Antes de tudo, que fique claro: não estamos falando em qualidade. Nem sempre nesta indústria o melhor é quem de fato leva a melhor. Estamos falando sobre a capacidade de disponibilizar o seu serviço para o público para poder monetizá-lo efetivamente. Neste sentido, não há comparação: Siri, Google Assistente e Cortana ainda são profundamente limitados, enquanto a Alexa já está presente em purificadores de ar, carros, monitores de bebês, caixas de som, geladeiras... basicamente, se a categoria de produtos existe e pode ser conectada à internet, existe pelo menos um desses aparelhos equipado com a Alexa.

Quem está mais perto do que a Amazon está fazendo é o Google. A empresa já apresentou o Google Home, que é um competidor à altura do Amazon Echo, mas a diferença é que a assistente Alexa pode ser facilmente espalhada por toda a casa graças à diversidade de aparelhos que contam com a possibilidade. Enquanto isso, o Google tem ao seu lado os smartphones Android, mas o problema é que cada pessoa tem no máximo um celular; não há limites para quantos aparelhos conectados com a assistente da Amazon você pode espalhar pela residência.

Mas o que a Alexa pode fazer para estar presente em todos esses dispositivos? Basicamente a mesma coisa que Siri, Cortana e Google Assistente: interagir com aplicativos por meio de comandos de voz e, caso o usuário tenha equipamentos domésticos conectados, é possível comandá-los por meio da assistente. É como o Google Home faz, com a diferença de que a Alexa já se tornou onipresente.

A vantagem de estar por toda parte antes da concorrência permite que a Amazon direcione seus usuários para os seus serviços e suas plataformas próprias, alavancando também o consumo a partir de sua própria loja. Não só isso: se a concorrência não começar a se mexer, está arriscada a ver a Amazon dominar o reconhecimento do público quando se trata da tecnologia de inteligência artificial doméstica. Isso pode minar permanentemente as chances de recuperação no futuro.

Tudo isso parece um pouco distante no Brasil, onde o conceito de casa conectada ainda está engatinhando por questões financeiras. No entanto, as tecnologias podem demorar, mas elas chegam. E, se as coisas continuarem como estão, é possível que tenhamos um mercado dominado pela Amazon. Isso provavelmente não seria uma boa, visto que a atuação da empresa no país é bastante limitada (apenas vende livros e oferece o Amazon Prime Video), então Microsoft, Google e Apple, que são empresas muito mais atuantes no Brasil, precisam agilizar as coisas.

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica


Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.
Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons
Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica
Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo
Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera..

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?
O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações
Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa
E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti
Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar
Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.
Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental
Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.


Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias
É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.
Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.
Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.


Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.
.....
O que você pensa sobre tudo isso? Será mesmo que as intenções do governo americano são baseadas nos estudos dos benefícios da ionosfera para as comunicações ou isso é apenas álibi para pesquisas sobre armas geofísicas? Deixe um comentário contando o que pensa sobre este poderoso projeto situado no Alasca.

Via: TecMundo

Como impedir que acessem seu Facebook mesmo que tenham roubado a sua senha

(Foto: Reprodução)

Se você quer deixar a sua conta mais segura no Facebook, uma boa dica é usar o recurso de dupla autenticação que a rede social fornece. Dessa forma, a conta só poderá ser logada em terminais desconhecidos com um código que é enviado diretamente para o telefone do usuário.

É bem simples ativar a funcionalidade. No entanto, antes de começar, certifique-se de que o número do seu celular está corretamente cadastrado no Facebook. Sem ele, o site não vai conseguir enviar uma mensagem SMS com o código de acesso.

1. No canto superior direito da tela, clique no ícone em formato de seta para baixo e depois vá em “Configurações”.

(Foto: Reprodução)
2. Na aba “Segurança”, busque por “Aprovações de login” e depois marque o quadrado ao lado de “Exigir um código...”.

(Foto: Reprodução)
3. Na nova janela, clique em “Começar”. E na janela seguinte ignore a pergunta, escolha "Outro” e clique em "Continuar".

(Foto: Reprodução)
4. Certifique-se de que seu número de celular está correto e, então, insira o código que foi enviado por SMS ao seu telefone no campo indicado. Depois valide a alteração colocando a sua senha. Caso queira, você pode desfazer tudo isso apenas desmarcando a caixa do Passo 2.

(Foto: Reprodução)
5. Agora, sempre que a sua conta for conectada em um terminal desconhecido, o Facebook vai exigir o preenchimento de um código que será enviado para o telefone do usuário por SMS.

(Foto: Reprodução)
6. Uma vez logado, o terminal será reconhecido para sempre por sua conta e não será mais necessário autenticar o login com o código SMS. Se você quiser remover aquele terminal dos dispositivos reconhecidos, basta ir em "Segurança" e "Dispositivos reconhecidos".

(Foto: Reprodução)

Via Olhar Digital

Facebook começa a testar nova ferramenta

Diversos usuários do Facebook foram surpreendidos com a última atualização da rede social que inclui uma nova ferramenta na plataforma. A inovação permite acompanhar conversas e publicações de qualquer usuário do site em uma janela semelhante ao chat.

(Foto: The Verge)

Uma janela é aberta no canto inferior direito da tela sempre que algum amigo faz alguma interação no post. Dessa forma, fica mais fácil manter-se atualizado sobre alguma postagem na rede social enquanto navega pelo site.

Além de ser maior do que uma janela de conversação tradicional, ela permite que o usuário acompanhe a discussão na publicação e também adote medidas para cancelar as notificações recebidas do post.

Ao que tudo indica, a ferramenta ainda está em fase de testes pelo Facebook e, por isso, nem todos os usuários têm acesso a ela.

Via: Olhar Digital

MP3 pode deixar sua música mais triste, diz pesquisa

(Foto: Wikimedia)

Comprimir faixas musicais para o formato MP3 pode deixá-las tristes. É o que afirma um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong. “De acordo com nossos resultados, a compressão para o MP3 reforça características emocionais neutras e negativas e enfraquece características emocionais positivas em sons de instrumentos musicais”, explica Ron Mo, um dos pesquisadores.

Participaram da pesquisa 20 estudantes da língua inglesa que ouviram uma série de arquivos de música com e sem compressão. Ao todo, eram oito instrumentos: fagote, clarinete, flauta, trompa, oboé, saxofone, trompete e violino. Os entrevistados tiveram que classificar cada uma das faixas entre feliz, heroica, romântica, cômica, calma, misteriosa, tímida, zangada e triste. Nas faixas “limpas”, foram observadas mais emoções felizes, enquanto em arquivos MP3 os participantes relataram emoções mais tristes.

Um arquivo sem compressão pode ocupar espaço de três a dez vezes superior ao de um MP3. "Uma vez que a compressão MP3 altera o som, o arquivo resultante é significativamente menor em tamanho. Além disso, devido à natureza com perdas de compressão MP3, o timbre é alterado. Para ser mais específico, as frequências mais altas do que 20 kHz e inferiores a 20 Hz são removidas”, conta Mo.

Via Seeker

Netflix finalmente libera download de filmes e séries para assistir offline

(Foto: Olhar Digital)

Tem o aplicativo da Netflix instalado no seu smartphone ou tablet? Pode comemorar. A empresa finalmente liberou um recurso prometido há muito tempo: download de filmes e séries para assistir offline.

A novidade começou a ser liberada nesta quarta-feira, 30, para usuários de Android e iOS. Basta atualizar o app e conferir a lista de títulos disponíveis para download. Nem todo o catálogo da plataforma está liberado.

Após baixar um título, você poderá assistí-lo mesmo se não estiver conectado à internet. Os filmes e séries, porém, só funcionam no app da Netflix e não podem ser abertos em outros programas, tampouco no PC. Veja aqui o tutorial completo de como baixar filmes e séries no seu celular.

A qualidade do vídeo depende do pacote contratado pelo usuário. Em caso de séries, é possível baixar um episódio de cada vez em vez de toda a temporada. A Netflix diz que a lista de títulos disponíveis para download vai crescer aos poucos.




Via: Olhar Digital

Netflix vai produzir mais de 1.000 horas de conteúdo original em 2017

(Foto: Olhar Digital)

A Netflix revelou seus planos para o próximo ano e eles incluem a produção de mais de mil horas de conteúdo original, como séries, filmes e documentários. Dentre essas horas devem estar as segundas temporadas das séries Stranger Things e 3%, além da terceira temporada de Narcos.

A notícia veio junto com o anúncio do novo recurso de prévia da Netflix, que vai oferecer 90 segundos dos conteúdos da plataforma para ajudar os usuários a escolherem ao que vão assistir.

Vale lembrar que a Netflix também lançou recentemente um modo offline, permitindo que os usuários aproveitem os conteúdos do serviço em seus dispositivos móveis sem que estejam conectados à internet.

Via Comicbook

Como baixar filmes e séries da Netflix no seu celular

(Foto: Olhar Digital)
A Netflix finalmente liberou um dos recursos mais aguardados pelos usuários: a possibilidade de realizar o download de filmes e séries do serviço de streaming para que eles sejam assistidos offline. A novidade é uma ótima notícia para os internautas que não querem exceder o limite do plano de dados móveis contratado.

Fazer o download das séries é bem fácil. No entanto, você precisa se certificar de estar com o aplicativo da plataforma atualizado em seu dispositivo.

1 – O melhor a fazer antes de começar é verificar as configurações do aplicativo. Para isso, acesse o menu no canto superior direito da tela e vá em “Configurações do aplicativo”. Se não quiser mexer em nada, vá direto para o passo 3.

(Foto: Olhar Digital)

2 – Depois disso, se quiser, você poderá alterar a qualidade na qual o vídeo é baixado clicando em “Qualidade dos vídeos baixados”.

Para te ajudar, um episódio da série Narcos (50 minutos de duração) pesa 200 MB em Padrão, com qualidade entre 360p e 480p, e pouco mais de 800 MB em Alto, com exibição em algo semelhante a 720p. Vale destacar que a funcionalidade de escolher a qualidade do vídeo não está disponível em todos os dispositivos.

(Foto: Olhar Digital)

3 – Agora escolha o que deseja assistir. Feito isso, você vai observar que haverá um ícone em formato de seta para baixo ao lado do botão Play de cada episódio ou filme. Clique nele para iniciar o download.

(Foto: Olhar Digital)

4 – Agora é só esperar o download da mídia terminar. Se você clicar no aviso em azul, será redirecionado para o gerenciador de downloads do aplicativo e lá poderá observar o andamento do download. Aguarde até aparecer o símbolo de um celular.

(Foto: Olhar Digital)

Google testa ferramenta para dar notas a filmes direto da página de buscas


O Google está testando um recurso que pode facilitar o trabalho de quem está procurando um filme para assistir. A ferramenta exibe aos usuários a classificação de um filme direto do resultado de buscas, sem que seja necessário se deslocar a outra página.

A classificação, assim como acontece em outros métodos, é fornecida por quem já assistiu ao título, mas, diferentemente do esquema padrão, em vez de uma a cinco estrelas, é oferecido um “gostei” ou “não gostei”.

Confira:



Questionado, o Google confirmou que está realizando testes, mas declarou que não há nada concreto, por enquanto.

Caso seja incorporado aos resultados de pesquisa, o recurso pode oferecer concorrência aos sites especializados em oferecer notas a filmes e séries.

Via TechCrunch

Microsoft põe mais um prego no caixão do Flash

A Microsoft vai botar mais um prego no caixão do Flash. Nessa quarta-feira, 14, a companhia anunciou que o Edge limitará ainda mais a atuação da plataforma da Adobe, seguindo passos já dados por empresas como Google, Mozilla e Apple.


Atualmente, o navegador da Microsoft já pausa determinados tipos de conteúdo não essencial em Flash, como propagandas. “Vamos estender essa funcionalidade e encorajar a transição para alternativas em HTML5 ao providenciar controle adicional do usuário sobre o carregamento de conteúdo em Flash”, informa a empresa.

O que acontecerá é o seguinte: sites que suportam HTML5 serão abertos com essa tecnologia habilitada por padrão, enquanto sites que dependem de Flash serão bloqueados até que o internauta decida se deseja ou não liberar o acesso do formato. No primeiro caso, explica a Microsoft, “o Flash nem será carregado, [o que vai] melhorar a performance, a vida da bateria e a segurança”.


Haverá exceções à regra, porém, porque a Microsoft sabe que ainda tem muito site grande por aí que precisa do formato da Adobe para funcionar. “Para suavizar a transição para HTML5, essas mudanças inicialmente não afetarão os sites mais populares que dependem do Flash (...). Nos próximos meses, vamos monitorar ativamente o consumo de Flash no Microsoft Edge e diminuir gradualmente a lista de exceções automáticas”, diz a empresa. “Ao final desse processo, os usuários permanecerão no controle e serão capazes de escolher o Flash para qualquer site que visitarem.”

As novidades estarão disponíveis em breve para integrantes do programa Windows Insider, mas os demais usuários terão de aguardar até a atualização estável do Windows 10 que traga essas modificações ao Edge.

Foto de abertura TecMundo
Produzido com base em material de Olhar Digital

NETFLIX vs AMAZON PRIME: QUAL O MELHOR?


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A Amazon anunciou nesta quarta-feira, 14, o lançamento do seu serviço de streaming em mais de 200 países, incluindo o Brasil. O Amazon Prime Video chega por aqui (e em muitos outros lugares) aparentemente disposto a competir pelo público em um mercado quase totalmente dominado pela Netflix.

A competição sempre traz benefícios para o consumidor, e há quem argumente que, num futuro próximo, assinar mais de um serviço de streaming será normal. Mas, pelo menos por enquanto, será que vale a pena trocar a Netflix pela Amazon? O que um tem que o outro não tem?

Saiba como cada serviço se sai quando comparados frente a frente na nossa análise.

Conteúdo


Vamos começar pelo principal motivo que faz alguém assinar um serviço de streaming: o conteúdo. Tanto o catálogo da Netflix quanto o da Amazon vêm repletos de filmes e séries, muitos conhecidos, outros clássicos, algumas novidades e também exclusividades.

A Netflix faz sucesso no Brasil e no mundo com séries originais como "Stranger Things", "House of Cards" e "Orange is the New Black". Sua parceria com a Marvel também rendeu boas adaptações de histórias em quadrinhos, como "Demolidor", "Jessica Jones" e "Luke Cage".

O conteúdo na Netflix cresce a cada semana, mas o catálogo não é o mesmo internacionalmente. Mês a mês, alguns títulos entram, enquanto outros desaparecem. Além disso, certas séries demoram muito tempo para receber novas temporadas, o que chateia alguns usuários.

Nesse sentido, o Amazon Prime é bem parecido com o concorrente. Os dois têm muitos filmes em comum, incluindo clássicos como "Jurassic Park", "Pulp Fiction" e "O Poderoso Chefão". O serviço também tem séries próprias e exclusivas, como "The Man In The High Castle", "Mozart In The Jungle" e "The Grand Tour".

Entre os principais destaques do catálogo do Amazon Prime estão as séries "Mr. Robot" e "Fear The Walking Dead", que não estão no rival. Já na Netflix, o que a Amazon não tem são títulos como "Breaking Bad" e "The Walking Dead", além de obras brasileiras como "Cidade de Deus" e "O Som ao Redor".

O Amazon Prime oferece menos gêneros de filmes e séries, e muitos deles são velhos conhecidos do público. A quantidade de filmes da década de 1990 ou do começo dos anos 2000 impressiona. A sensação de navegar pelo Amazon Prime é como caminhar por uma locadora de DVDs, vendo o tempo todo aquelas mesmas capas de sempre, ou mesmo a de conferir a programação da "Sessão da Tarde".

Não temos números absolutos, mas o catálogo da Netflix certamente parece maior que o da Amazon. A Netflix tem também um fator "descoberta" muito forte, uma capacidade de surpreender com títulos que você nem imaginava, entre filmes estrangeiros e séries originais, o que não é tão forte no Amazon Prime.

É claro que isso pode mudar nos próximos meses, conforme a Amazon ganhe mais e mais usuários. Mas, pelo menos por enquanto, a Netflix vence no quesito conteúdo.

Interface e recursos


Uma comparação simples que podemos fazer entre a interface do Amazon Prime e a da Netflix é relacionar com outra disputa do mundo da tecnologia: Android contra iOS. Enquanto um oferece uma experiência bem mais livre e cheia de opções de personalização, o outro é mais fechado, mas também mais dinâmico e simples de usar.

Nesses termos, o Amazon Prime é como o Android e a Netflix é como o iOS. Isso não quer dizer que um é melhor do que o outro. Tudo depende dos hábitos do usuário e de como cada um gosta de usar seus serviços de streaming, o que é extremamente subjetivo.

Vamos destacar o que há de obviamente bom e ruim em cada um, portanto. No lado da Netflix, encontrar titulos novos e ajustar configurações do player é bem fácil. Todo o design é intuitivo, com ícones autoexplicativos e de fácil alcance. Qualquer pessoa pode usar a Netflix, embora nem tudo seja customizável.

Não se pode dizer o mesmo do Amazon Prime, especialmente por um fator crítico: toda a interface está em inglês. A maioria dos títulos contam com legendas em português, mas não é fácil encontrá-las - no nosso teste, levamos algum tempo vendo séries com legendas em "português de Portugal" até acharmos a legenda correta.

A plataforma até que se esforça, porém, destacando em primeiro lugar na home os títulos com áudio ou legendas em português. Além disso, por padrão, as legendas vêm com uma sombra por trás que faz o vídeo parecer ter sido baixado ilegalmente. É possível configurar isso também, mas só se você "fuçar" bastante na interface até encontrar. Todo o resto, incluindo sinopses e termos de uso, está em inglês.

Ao contrário da simplicidade da Netflix, porém, o Amazon Prime tem opções bem interessantes. Junto a cada episódio de série ou filme há uma indicação da nota que aquela obra recebeu no IMDb (Internet Movie Database, espécie de enciclopédia virtual do cinema). Além disso, durante a execução dos vídeos há trechos de curiosidades sobre a produção, além de pequenas biografias dos atores.

omo o Android, o Amazon Prime oferece muita liberdade de personalização, mas não é tão fácil de usar se você for um usuário mais "leigo". Como o iOS, a Netflix é muito simples, minimalista e intuitiva, embora não ofereça tanta liberdade. Novamente, tudo depende do que você quer fazer com a plataforma.

Mas só por oferecer uma interface em português (isso é o mínimo, Amazon!), a Netflix ganha em mais este ponto.

Disponibilidade


Recentemente, a Netflix surpreendeu os usuários ao liberar a opção de assistir a filmes e séries offline, baixando títulos pelo aplicativo. O recurso era pedido há muito tempo e dá a chance para que os assinantes aproveitem mais ainda o conteúdo contratado - embora nem tudo esteja disponível para download.

O Amazon Prime também permite baixar títulos para ver no celular ou tablet, e quase todo o seu catálogo está disponível offline (diferentemente da Netflix). Mas não é tão simples assim. Após baixar um filme, por exemplo, você tem até 48 horas para se conectar à internet novamente e mantê-lo salvo offline. Se isso não acontecer, o título é apagado do seu catálogo de downloads.

Além disso, o Amazon Prime não pode ser visto em qualquer lugar. O aplicativo está disponível para Android e iOS, além de tablets com o sistema Fire OS da própria Amazon. Semelhantemente, apenas algumas Smart TVs da LG e da Samsung têm o app. No PC, só pelo browser. E isso é tudo.

Já a Netflix está disponível também para Windows Phone, além de TVs de muitas outras marcas, como Panasonic, Philips, Sharp e Sony. É possível também baixar o app para consoles de videogame, como PS3, PS4, Wii, WiiU, Xbox 360 e Xbox One. Até aparelhos de Blu-ray podem ser usados para assistir a filmes na Netflix.

Além disso tudo, não se pode criar diferentes perfis no Amazon Prime, como é possível fazer na Netflix, gerenciando os gostos de pessoas diferentes ou do mesmo usuário. O serviço também só funciona em uma tela de cada vez, enquanto na rival, dependendo do pacote contratado, você pode deixar até quatro telas executando a Netflix ao mesmo tempo.

Levando isso tudo em conta, fica nítido que a Netflix é muito mais aberta para ser acessada de qualquer lugar - mesmo que nem tudo esteja disponível para download. Neste quesito, portanto, temos mais uma vitória para a Netflix.

Conclusão

Chegando ao cerne da questão "Vale a pena trocar um pelo outro?", a resposta é "não". Como era de se esperar, a Netflix ainda é muito melhor e mais flexível em alguns aspectos-chave do consumo de streaming, e há muito espaço para o Amazon Prime melhorar.

Dito isso, vamos a outra pergunta importante: vale a pena assinar o Amazon Prime, mantendo sua assinatura da Netflix? Com certeza que sim. O serviço custa apenas US$ 2,99 nos primeiros seis meses, o que equivale a cerca de R$ 10 em conversão direta. Após esse período, o preço sobe para US$ 5,99 (pouco mais de R$ 20).

A primeira semana é grátis e o usuário pode cancelar quando quiser, assim como na Netflix. O serviço pode ainda não estar em sua melhor forma, mas tem potencial. Por ser um pouco mais barato e ter alguns títulos que o rival não tem, o Amazon Prime funciona muito bem como um complemento aos seus hábitos de consumo de conteúdo por streaming.

Fonte: Olhar Digital

Nokia volta ao mercado de celulares com o Nokia 150


Prestes a retornar ao mercado de celulares, a Nokia começa a revelar detalhes sobre seus novos produtos. Na última terça-feira, 13, a empresa anunciou o Nokia 150, seu primeiro lançamento.


O aparelho é um feature phone que vai custar apenas US$ 26, aproximadamente R$ 86. 



Confira as especificações do modelo:
  • Tela de 2,4 polegadas com resolução de 240 x 320 pixels
  • Câmera VGA
  • Sistema operacional Nokia Series 30
  • micro USB
  • Rádio FM
  • Transferência de arquivos via Bluetooth 3.0
  • Até 32 GB de armazenamento via microSD 




A previsão é de que o Nokia 150 seja lançado no primeiro trimestre de 2017. 

Popcorn Time

Popcorn Time é um cliente BitTorrent em multiplataforma livre e de código aberto — isso inclui um tocador de mídia. O programa destina-se como uma alternativa gratuita para serviços de vídeo sob demanda em assinatura, como o Netflix. O programa aparenta transmitir cópias não autorizadas de filmes através de links Bittorrent fornecidos pelo site YTS, (yts.re, anteriormente YIFY) — outros rastreadores podem ser adicionados manualmente e, em seguida, utilizados, mas o protocolo não permite a transmissão, seja a nível técnico ou jurídico; em vez disso, o download sequencial é usado.

Após a criação, o Popcorn Time rapidamente recebeu inesperadamente a atenção da mídia positivamente, com alguns comparando-a com ao Netflix, devido à sua facilidade de uso. O programa foi abruptamente descontinuado pelo seus criadores originais em 14 de março de 2014, mas posteriormente foi bifurcado e foi retomado por outros desenvolvedores.


Funcionalidade
A interface do Popcorn Time apresenta miniaturas e os títulos de maneira muito similar ao Netflix. Elas podem ser pesquisados​​, ou visualizados por gêneros e categorias. Quando um usuário seleciona um dos títulos, o filme é transmitido através do protocolo BitTorrent. Como outros clientes BitTorrent, o Popcorn Time envia o torrent do filme ao usuário que deseja acessá-lo, criando assim uma nuvem BitTorrent.

A legalidade do Popcorn Time coincide com o de todos os outros clientes Bittorrent mais o fator adicional que se aplica a sites como o Piratebay e o YTS propriamente dito, devido à vinculação explícita dos conteúdos do filmes; este site alegou que o software "poderia" ser ilegal dependendo da legislação local. O cliente bifurcado Time4Popcorn, incluiu um serviço de VPN gratuito chamado Kebrum na sua versão mais recente.

Desenvolvimento
O Popcorn Time foi originalmente desenvolvido "em um par de semanas" por um grupo de Buenos Aires, Argentina, que elegeu "Pochoclín" (derivado de pochoclo = pipoca no linguajar de Buenos Aires) como seu mascote. Eles acreditavam que a pirataria era um "problema de serviço" criado por "uma indústria que retrata a inovação como uma ameaça à sua receita antiga para recolher o valor", e também argumentou que os provedores de streaming estavam sendo dando muitas restrições e que estavam os obrigando a prestar um serviço inconsistente entre os países, observando que os provedores de streaming em sua Argentina natal "parecem acreditar que There's Something About Mary é um filme recente. Esse filme teria idade suficiente para votar aqui".


Desenvolvido para Linux, Mac OS X, Windows e Android, o código fonte do Popcorn Time está disponível para download em seu site fazendo com que ele seja um projeto de código aberto; com contribuintes localizados do programa em 44 idiomas.

De acordo com uma entrevista para o TorrentFreak, os novos desenvolvedores do Popcorn Time planejam adicionar suporte para o Chromecast, e a capacidade de transmitir programas de TV, além de filmes.

Descontinuação e ressurgimento
Em 14 de março de 2014, o site do Popcorn Time e o repositório no GitHub foram abruptamente retirados, com os desenvolvedores, afirmando que, apesar da cobertura da mídia inesperadamente positiva que o software atraiu, eles simplesmente queria seguir em frente, e que "nosso experimento nos colocou às portas de debates intermináveis ​​sobre pirataria e direitos autorais, ameaças legais e as máquinas sombrias nos faz sentir em perigo por fazer o que amamos. E essa não é uma batalha em que queremos fazer parte".

Os desenvolvedores afirmaram que a maioria de seus usuários estavam fora dos Estados Unidos, e que foi "instalado em todos os países da Terra. Mesmo em dois que não têm acesso à internet," por usuários que "correm o risco de ter multas, ações judiciais, apenas por ser capaz de ver um filme recente que está apenas nos cinemas. Só para ter o tipo de experiência que eles merecem." Eles também elogiaram os meios de comunicação por não antagonizar-los em sua cobertura no Popcorn Time, e concordando com as suas opiniões que a indústria do cinema era anti-consumidora e demasiadamente restritiva no que diz respeito à inovação.

Após o anúncio, o desenvolvimento foi assumido por duas equipes, ambas usando o nome de "Popcorn Time"; no entanto, os grupos utilizaram diferentes sites: um no popcorntime.io, e o outro em popcorn-time.se. Em 9 de outubro de 2014, o domínio time4Popcorn.eu foi suspenso "após uma verificação dos dados de contato". Os programas bifurcados de clientes do Popcorn Time pararam de funcionar temporariamente, mas o site rapidamente mudou-se para o novo domínio "popcorn-time.se", onde a página inicial exibia um comunicado, "o Popcorn Time nunca será tirado do ar. Faça o download e desfrute.", em 14 de outubro de 2014.

Escrevendo para o TechCrunch, Matt Burns explicou em 14 de outubro de 2014, que os desenvolvedores informou-lhe que "enormes prejuízos" ocorreram após a remoção do domínio original, com motor de busca optimizada (SEO), sendo o principal problema. Ao mesmo tempo que os desenvolvedores acreditaram que a remoção do domínio original foi devido a uma "investigação judicial em curso na Bélgica", o site TorrentFreak informou em outubro 2014 que ele foi removido "na suspeita de que ele foi registrado usando detalhes de contatos imprecisos." Burns concluiu seu artigo, avisando os desenvolvedores que não devem esperar que as diversas bifurcações do Popcorn Time "possam sobreviver para sempre."


Recepção
O Popcorn Time tornou-se o objeto da atenção da mídia tradicional por sua facilidade de utilização, com a PC Magazine e a CBS News chamando o Popcorn Time de Netflix da pirataria, e observando as suas vantagens óbvias sobre o Netflix, tais como o tamanho da sua biblioteca, e as últimas seleções disponíveis. Caitlin Dewy do Washington Post disse que o Popcorn Time pode ter sido uma tentativa de tornar um ecossistema normalmente "esboçado" de torrents mais acessível, dando-lhe um olhar moderno limpo e uma interface fácil de usar.

Em 13 de maio de 2014 o bifurcado Time4Popcorn lançou uma versão móvel para o Android 4.2, ou superior. Os usuários do Time4Popcorn agora são capazes de assistir a filmes e programas de TV na sua tela da televisão, lançando o conteúdo apresentado do aplicativo Popcorn Time para um dispositivo Chromecast. O suporte do Popcorn Time para o Chromecast está atualmente em fase Alfa e trabalha para usuários do OS X, Windows e Android.

Em 7 de agosto de 2014, o bifurcado Time4Popcorn expandiu de forma significativa a quantidade de dispositivos que suportam o aplicativo do Popcorn Time no Android e agora é suportado pela versão 4.0 ou superior.

Suporte a VPN
Ao descobrir que várias usuários do Popcorn Time (principalmente da Alemanha) receberam ameaças legais de utilização do software, o bifurcado Time4Popcorn criptografou seu tráfego no BitTorrent e também adicionou a opção de ativar o serviço de VPN fornecido pelo Kebrum. Estas características tornam a identificação de usuários do Popcorn Time muito mais difícil.

Apple TV
Em 30 de julho de 2014, o bifurcado Time4Popcorn adicionou suporte a Apple TV, e anunciou que o "Suporte para dispositivos iOS estará pronto em agosto."

Aplicativo para iOS
Em 30 de setembro de 2014, o Popcorn Time foi lançado oficialmente para o iOS. O aplicativo foi lançado em seu próprio repositório Cydia e agora é oferecido para os usuários com dispositivos iOS com jailbreak rodando o iOS7 ou superior.

Em 8 de Abril de 2015 o Popcorn Time foi lançado para iOS sem a necessidade de Jailbreak, com opção de VPN.
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