zoionet. Tecnologia do Blogger.

Alavanca o crescimento da sua empresa

Desperta um novo olhar sobre o negócio

Aponta falhas e oportunidades, ajudando na construção e na execução do planejamento da sua empresa.

Marketing de Conteúdo

Criação de sites, Email Marketing, Mídias sociais, Marketing de Conteúdo, Materiais ricos

Melhora o posicionamento da sua empresa na internet

Na era digital até mesmo pequenas e médias empresas precisam estar bem posicionadas para atender às exigências dos clientes.

Design Gráfico

Nossos designers são capacitados, criativos e profissionais e irão criar os melhores designs que você precisa para seu projeto, como: Banners, Flyers, Cartazes para Eventos, Adesivos, Etiquetas, Rótulos, Cartões de Visita, Cardápios e Folhetos de Serviços, Receituários, Papel Timbrado, Pasta, Envelope, Panfletos e outros.

Mídias Sociais

Mídias Sociais Criação de artes para postagens, Gestão de Redes Sociais, Marketing de conteúdo, Planejamento de campanhas e datas comemorativas, Planejamento específico para aumentar seguidores, Monitoramento de resultados, Técnicas avançadas para impulsionamentos, Interação com os seguidores.

Pesquisar este blog

Informações de Contato

O que dizem Sobre nós

Posts Recentes

Colaboradores

Formulário de contato

Cintia Custodio

Cintia Custodio

otimo serviço

entony moreira ribeiro

entony moreira ribeiro

Otimo!

Rosinilda e Aguinaldo Correa

Rosinilda e Aguinaldo Correa

Supermercado Casa Branca

Fez um ótimo trabalho para nós durante os anos que estávamos atendendo em pitanga.

Pitanglass

Pitanglass

http://www.pitanglass.com.br/

Excelente profissionais! Super atenciosos e preocupados em dar seu melhor.

Social Media Marketing

Desenvolvimento de estratégias de marketing para Google, Instagram e Facebook.

DESENVOLVIMENTO DE WEBSITES

A cada dia a comunicação se torna mais revolucionária e abrangente. Por isso, possuir um site dinâmico na internet tornou-se fundamental para o sucesso das empresas.

LINKS PATROCINADOS FACEBOOK, INSTAGRAM E GOOGLE ADS

Em um segundo, mais de 2,3 milhões de buscas são feitas no Google. Imagine o tanto de gente que procurou pelo seu produto ou serviço e você não estava na primeira página? Com a Automação de Ads da Goomark, todos os nossos anos de expertise estão em um software, que toma decisões para garantir o maior número de cliques na sua campanha de Google Ads, com o menor investimento possível.

Páginas


Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens

Tráfego pago: O que é? Quais são os principais tipos?


Investir em anúncios na internet é uma estratégia importante que oferece muitas possibilidades; saiba mais sobre o assunto antes de abrir a carteira

Tráfego pago na internet é aquele que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca, redes sociais e até mesmo em outros sites. No Marketing Digital, é usado para conduzir visitantes a páginas estratégicas para as empresas, como as de vendas ou de conversão.

“Quem quer rir tem que fazer rir”. A frase, que entrou para o vernáculo nacional em Tropa de Elite, cai como uma luva em diversas situações do Marketing Digital. É claro que estratégias de SEO e Email Marketing funcionam a médio e longo prazo, trazendo um crescimento sustentável e previsível. Porém, quando temos pressa, a saída é o tráfego pago.

Também conhecido como mídia paga, anúncios pagos ou a boa e velha propaganda, o tráfego pago assusta no começo de sua implementação. Porém, quando é atingido o equilíbrio entre o investimento e o retorno, ele de fato traz sorrisos a empresas dos mais variados mercados e tamanhos.

Você está começando a colocar dinheiro em anúncios? Ou quer ter mais clareza sobre o tema antes de dar sua grana para o Google, Facebook e outras gigantes da tecnologia? Neste post, trazemos o que é mais importante você saber sobre tráfego pago, com links para se aprofundar em cada um dos principais tipos. Vamos nessa?

O que é tráfego pago? Tenho mesmo que pagar para ter visitantes no meu site?

Quando falamos de internet e Marketing Digital, tráfego pago é toda aquela audiência de um site ou blog que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca (Google, Bing, etc.), redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn, etc.) e outros sites (Taboola, Outbrain, etc.). 

Ou seja, é quando você paga para que visitantes cheguem até a sua página. No entanto, não é o amigo internauta que recebe a grana que você investiu, mas sim as ferramentas citadas no parágrafo acima. “Mas eu preciso pagar mesmo, RD?”

Embora seja perfeitamente possível ter sucesso na economia digital apostando apenas em crescimento orgânico, geralmente é preciso investir em ads para acelerar esse crescimento. O melhor mesmo é combinar tráfego pago e orgânico, fazendo rir em todas as frentes.

Por isso, vale a pena conhecer mais também sobre SEO e Email Marketing – e eu falo com tranquilidade, porque sei que você caiu neste texto organicamente. Isso post, vamos aos principais tipos de anúncios que você pode fazer na internet para conseguir tráfego pago para o site, blog ou Landing Page do seu negócio.

Onde eu consigo o tráfego pago? Quais são as principais ferramentas?

Como dissemos acima, são muitas as opções de ferramentas que aceitam de bom grado o seu dinheiro para exibir links para o seu negócio. As principais são:

  • Google Ads
  • Facebook Ads
  • Anúncios no YouTube
  • Instagram Ads
  • LinkedIn Ads
  • Native Ads

Vale ressaltar que alguns dessa lista são das mesmas empresas, casos de Google & YouTube e Facebook & Instagram. Assim, você pode fazer a gestão deles no mesmo lugar (Google e Facebook, respectivamente). E fica o lembrete de como essas duas empresas concentram grande parte da verba publicitária mundial atualmente.

Mas vamos lá, veja um resumo de cada um dos principais canais.

Google Ads

O Google Ads, antigamente conhecido como Adwords, é a plataforma de anúncios do Google. Através do Google Ads, é possível criar anúncios de Pesquisa, de Display, no YouTube, no Gmail e na Play Store.




Os anúncios de Pesquisa são os que aparecem quando você faz uma busca no Google, como na imagem acima. Já os banners em sites são os tipos de Google Ads de Display mais conhecidos. Os outros três (YouTube, Gmail e Play Stores) são autoexplicativos: aparecem nesses três locais.

Facebook Ads

Facebook Ads é o sistema de anúncios da família Facebook Meta, que inclui diferentes formatos nos diferentes veículos do grupo. Eles incluem tráfego pago no próprio Facebook, o Messenger, o Instagram e anúncios que levam a uma conversa no WhatsApp, por exemplo.

Como as pessoas dão muitas informações de perfil ao Facebook, que por sua vez também analisa milhões de interações, comentários e cliques por segundo, a sua plataforma de ads sempre foi famosa por permitir uma maior personalização. Ou seja, era possível fazer anúncios super assertivos, como o remarketing já para finalizar a venda.

E também pelo grande número de ativos que o Facebook possui, seus anúncios fazem combinações poderosas, gerando resultados bem relevantes. Para se aprofundar nas possibilidades oferecidas por Mark Zuckerberg (ainda sem o Metaverso), leia o nosso blogpost completão: Facebook Ads: como a plataforma de anúncios pode acelerar os resultados do seu negócio.

Anúncios no YouTube

“Ok, RD, eu quero ter tráfego pago, mas eu não gosto de ter meus vídeos interrompidos então ninguém deve gostar!” De fato, é um bom ponto. Porém, os anúncios no YouTube vieram para ficar porque, bem, os vídeos vieram para ficar. 

Não esqueça que cada vez mais pessoas assistem ao YouTube em suas smart TVs, então os anúncios nessa plataforma de streaming do Google (lembra?) são como as antigas propagandas nos grandes canais de TV. É preciso ser criativo!

E você sabe o que é in-stream, bumper ad, masthead, video discovery e out-stream? Pois é, são tipos de anúncios no YouTube. Então nem só de interrupções no seu tutorial favorito vive esse tipo de tráfego pago. Para saber o que cada um deles faz e como investir seu dinheiro com inteligência acesse nosso super post: Como anunciar no YouTube: um passo a passo completo.

Instagram Ads

A rede social mais visual do mundo tem fotos, vídeos e anúncios. Muitos anúncios. Porém, como faz parte da família do Facebook, você já deve ter percebido que são super direcionados para os seus gostos – ou ao menos para o que algoritmo entende como o seu gosto, usando os seus cliques, buscas, curtidas e comentários.

Em resumo, Instagram Ads veiculam anúncios tanto no feed quanto nos Stories da rede social. Esses anúncios são em formato de fotos, vídeos e carrossel com sequências de fotos ou vídeos. Eles podem ser usados para gerar cliques, conversões, instalações de aplicativos e visualizações de vídeos.

Aqui é muito importante caprichar no visual. “Tem post completão, RD?” Tem sim: Como anunciar no Instagram Ads: o passo a passo completo + dicas. Então tire umas fotos legais dos seus produtos e ou mande uma dancinha engraçada!

LinkedIn Ads

“Como assim, RD, aqui é para eu pagar para verem meu currículo?” Ora, deixe disso, você sabe que o LinkedIn é muito mais que um mero CV online. A rede social profissional é muito atrativa para anúncios justamente porque quem está por lá já está de olho em oportunidades de negócios ou de aprendizado.

Até por isso, o tráfego pago vindo do LinkedIn costuma ser um pouco mais caro. Ele vende justamente esse perfil mais profissional para valorizar o custo. Porém, dependendo da sua estratégia, pode valer bastante a pena, principalmente para negócios B2B!

E também são vários tipos de anúncios por lá, também com múltiplas possibilidades de formatos e otimizações. Dá uma olhada no nosso blogpost: LinkedIn Ads: veja como e por que você deve fazer anúncios na rede social profissional.

Native Ads

Os Native Ads se destacam por não ter um formato padrão de publicidade, aparecendo como um conteúdo destacado ou recomendado dentro de portais, sites e blogs relevantes. Em geral, não prejudicam a experiência do usuário. As plataformas mais conhecidas desse tipo de tráfego pago são Taboola e Outbrain.

Eles costumam se adequar ao formato desses sites, escapando de um problema que pode acometer anúncios: serem ignorados. Isso porque o cérebro do internauta moderno já está treinado a nem ver mais algumas áreas de sites, justamente pelo antigo mau uso de banners. Quer saber como usar? Leia no nosso guia completo sobre o Taboola.

Onde eu recebo o meu tráfego pago?

Não, a pergunta não está errada, nós sabemos que você paga pelo tráfego. O “receber” é no sentido de para onde você deve direcionar os seus anúncios. Como eles têm um custo, o ideal é que conduzam para páginas de conversão ou até mesmo para o fechamento de vendas. Dessa forma, você consegue mensurar melhor os seus resultados.

É claro que é possível levar os visitantes para a página principal do seu site ou um blogpost. Porém, faz mais sentido direcioná-los a uma Landing Page ou a uma página de vendas. Com a primeira você começa uma jornada de relacionamento usando o Email Marketing, e com a segunda você já apresenta seus argumentos para fechar a venda.


Fonte: Resultados Digitais

Google Trends: O que é? E como ele pode ajudar a sua empresa

O Google Trends é uma ferramenta gratuita que permite a descoberta das principais tendências relacionadas a uma palavra-chave específica. Esse buscador do Google indica o que tem sido mais pesquisado de acordo com a localização e o período de tempo determinado pelo usuário.



Para quem utiliza técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para otimizar o desempenho das suas estratégias de Marketing Digital, é fundamental realizar um trabalho de monitoramento para descobrir o que a sua persona procura e mais se interessa, certo? Algumas ferramentas podem facilitar esse trabalho para você e sua equipe.

Uma delas é o Google Trends, uma solução criada pelo próprio líder do mercado de mecanismos de busca para facilitar o dia a dia de quem quer oferecer conteúdos mais relevantes para os seus usuários na Internet. A partir da pesquisa de palavras-chave e/ou tópicos, é possível desvendar os assuntos que o público está consumindo.

Que tal, então, saber mais sobre o impacto dessa ferramenta em busca de um maior domínio das principais pesquisas no seu segmento de atuação? Continue a leitura deste artigo para entender tudo sobre o Google Trends. Confira!
O Google quer que o usuário tenha a melhor experiência possível ao realizar uma pesquisa, certo? Para isso, o buscador pensa também no trabalho de quem precisa produzir o conteúdo relevante e atraente na Internet. O Google Trends foi criado exatamente para isso: disponibilizar os assuntos e palavras-chaves mais pesquisados pelos usuários.

As informações disponíveis na ferramenta são geradas diretamente pela base de dados do Google, o mecanismo de busca mais utilizado em todo o mundo, com 92,19% de domínio no mercado. Gratuitamente, você pode acompanhar o nível de buscas na Internet de uma palavra-chave específica ou um tópico geral.

O Google Trends ainda permite que você realize comparações entre diferentes termos de pesquisa e até mesmo avalie a sazonalidade ou progresso de algum assunto durante um longo período de tempo. De 2004 para cá, tudo o que foi pesquisado — excluindo termos com poucas buscas ou com caracteres especiais — estão disponíveis na ferramenta.

Quais as palavras-chave mais pesquisadas, as regiões em que determinado termo se destaca, dúvidas mais comuns entre os usuários, tendências de Marketing Digital, enfim, são muitos os insights fornecidos pelo Google Trends. O recurso funciona, na prática, como uma grande enciclopédia de tudo o que é mais pesquisado na Internet.

Como o Google Trends funciona?

Mas como é possível ter acesso a todos esses dados? Simples, o Google armazena e organiza todas as pesquisas feitas no próprio buscador e também em outras plataformas, como o YouTube. Nesse processo, são retiradas informações pessoais, buscas pouco realizadas e pesquisas feitas pela mesma pessoa em um período curto de tempo.

Ao pesquisar um termo no Google Trends, a ferramenta cria um gráfico em que é possível observar a variação das buscas sobre o assunto, o que reflete no interesse do público dentro de um período. Além disso, é possível definir o tempo a ser analisado, a localização e o tipo de pesquisa — se foi na web, em busca de imagens, notícias ou no YouTube..



Em resumo, você conta com a base de dados do Google, o buscador em que a maioria dos usuários na Internet realiza suas pesquisas, oferecendo informações organizadas sobre os mais variados assuntos e, mais importante, o comportamento do usuário. 

Para aqueles que não tempo — ou muita disposição — para ficar acompanhando as variações no interesse nas palavras-chave, o Google facilita ainda mais esse trabalho. Ao final de cada ano, é feito um relatório sobre as principais tendências de busca em determinada região, também oferecendo informações valiosas para as empresas.

Por que usar essa ferramenta? 

Mas, na prática, qual o sentido de utilizar as informações disponibilizadas pelo Google Trends? Para que você não fique com essa dúvida, separamos algumas razões que justificam a utilizam dessa ferramenta para enriquecer a sua estratégia de Marketing Digital. Confira!

Produção de conteúdo

Dados do Content Trends 2019 mostram que, apesar de 67,3% das empresas adotarem o Marketing de Conteúdo como estratégia de atração, 66,3% apresentam dificuldade em produzir conteúdos que gerem engajamento. O Google Trends mostra as palavras-chave mais pesquisadas e pode fornecer ideias para novos conteúdos em suas páginas.

Dessa forma, você garante que os materiais e artigos produzidos sejam, de fato, do interesse do usuário. Ao identificar que determinado termo passou a gerar mais interesse na Internet, talvez seja a hora de você investir na produção de um conteúdo completo sobre o tema.

Ações no momento certo

Outra vantagem que o Google Trends oferece para as suas estratégias de Marketing Digital é a possibilidade de analisar picos de interesse sobre determinado assunto. Assim, você consegue se antecipar e planejar campanhas de links patrocinados ou mesmo o seu calendário editorial de publicações com antecedência.

Busca por tendências

Outro segredo para quem quer aprimorar constantemente o seu modelo de negócio é encontrar tendências dentro do seu segmento de mercado. Pesquisa por termos relacionados e descubra quais são as palavras-chave mais procuradas e aquelas que já não fazem tanto sucesso.

Para quem administra um e-commerce, por exemplo, pode ser interessante descobrir novidades para aprimorar o serviço oferecido aos usuários ou até mesmo aplicar uma nova função dentro das suas páginas. Ficar antenado ajuda você a entender melhor o que o seu consumidor — e aqueles em potencial — estão interessados.

Comparação entre termos

Com tanta concorrência no mercado, é importante ser preciso nas suas ações de Marketing Digital. Quando falamos em anúncios, um termo pode definir a taxa de cliques da sua campanha e, consequentemente, o seu sucesso. O Google Trends fornece estatísticas para que você acerte o sinônimo que melhor se encaixa ao público que você quer impactar.

Assim, você pode comparar dois termos e definir qual tem maior chance de gerar melhores resultados. Em alguns casos, a palavra-chave em inglês pode ser mais utilizada pelos usuários durante uma busca e vice-versa. A ferramenta do Google auxilia no processo de escolha, aumentando as chances de conseguir mais tráfego ou mesmo um melhor rankeamento.


Como usar o Google Trends?

Para ficar mais simples a visualização das principais funções que o Google Trends oferece, separamos o que você precisa fazer para utilizar essa ferramenta da melhor forma possível. Além disso, listamos alguns recursos que você deve ficar atento para que o trabalho seja ainda mais completo.

Pesquise por um termo

A página inicial da ferramenta pode ser dividida em dois pontos principais: seu cabeçalho e seu corpo.


No cabeçalho, na parte superior, você tem o acesso ao menu principal do Trends (o primeiro ícone no canto superior esquerdo) e à barra de pesquisa para explorar tópicos ou palavras-chave específicas.

Já no corpo da homepage, você confere alguns dos assuntos mais populares do dia, com a opção de filtrar os tópicos por categorias ou localização.

Nós vamos começar nossa análise pela funcionalidade mais famosa do Google Trends: a pesquisa por tópicos e palavras-chave. Na barra de busca da página inicial, nós digitamos “Marketing de Conteúdo” e esse é o resultado:



Filtre e compare com outras palavras

Logo na parte de cima do relatório sobre o nosso termo, é possível ver a opção de selecionar outros tópicos para comparar o volume de buscas e ver qual é mais popular. Se você clicar em “+ Comparar”, pode digitar qualquer outro termo e ver a relação entre ambos.

No menu debaixo, existem quatro opções de filtros e configurações para a sua pesquisa:
  • a primeira permite filtrar os dados com base na localização dos usuários;
  • a segunda define o intervalo do estudo (pode ser desde a última hora até 2004, com vários intervalos pré-definidos);
  • o terceiro campo permite filtrar pesquisas com base em categorias estabelecidas. É especialmente útil quando você procura por um termo que tem dois significados diferentes, como “programação”, que pode se referir ao conjunto de filmes em cartaz no cinema (na categoria Artes e Entretenimento), ou desenvolvimento de softwares (na categoria Computadores e Eletrônica);
  • a última opção permite selecionar a fonte dos dados: pesquisas no Google, Google Imagens, Google Notícias ou no Youtube.

Confira a relevância em diferentes regiões

Rolando a página, temos acesso a essa informação:




Esse bloco de informação mostra o nível de interesse do tópico pesquisado nas sub-regiões da localização selecionada. Por exemplo, no nosso caso, buscamos pelo interesse de Marketing de Conteúdo no Brasil, então vemos o interesse no assunto dividido pelos nossos 27 estados (mais o Distrito Federal).

Na parte superior direita do bloco, é possível selecionar se você quer a subdivisão em estados ou cidades, baixar os dados em CSV (para planilhas de Excel), obter o código para incorporar a informação no seu site ou compartilhá-la nas redes sociais.

Consulte os termos que se relacionam

Na parte final do relatório, temos mais dois blocos com informações interessantes:



O da esquerda mostra tópicos que estão relacionados ao termo que foi pesquisado. Na nossa busca por “Marketing de Conteúdo”, por exemplo, vemos termos em ascensão como a Rock Content, SEO (Otimização para motores de busca), LinkedIn, Estratégias de Marketing e livros relacionados de Marketing de Conteúdo.

No lado direito, temos a lista de pesquisas feitas no Google relacionadas ao termo buscado. No nosso caso, a busca mais popular é “o que é marketing de conteúdo”.

Nos dois blocos temos a possibilidade de fazer o download dos dados, incorporá-los em nosso site e partilhá-los nas redes sociais. Além disso, podemos selecionar as informações entre os termos “Em ascensão” ou “Principal”. Ou seja: aqueles que ganharam relevância no período selecionado e os mais populares em números totais ao mesmo tempo.

Descubra as tendências de Pesquisa

A primeira função extra do Google Trends você já conhece, pois ela já apareceu na página inicial da ferramenta: é a Tendências de Pesquisa. Esse recurso permite acessar os principais assuntos pesquisados no Google na última hora. É possível filtrar as tendências por localização e conferir as pesquisas mais populares em tempo real pelo mundo.

Também é possível conferir as tendências de dias anteriores e se inscrever para receber notificações do Google pelo email com atualizações de hora em hora sobre os tópicos mais pesquisados.




Veja o que esteve em alta

Essa função é atualizada uma vez por ano, com um balanço geral dos principais assuntos dos últimos 12 meses. É possível fazer uma leitura mais completa da sociedade e ver os principais tópicos que foram buscados no Google durante o ano passado (e anteriores).



Como analisar essas informações?

Agora que você já entendeu o que é o Google Trends, os benefícios de utilizar os seus recursos e dados, o seu funcionamento e como utilizá-lo, vamos apresentar um exemplo prático de aplicação dessas informações. Assim, fica mais fácil visualizar como as tendências podem ajudar na construção das suas ações de Marketing.

Nesse exemplo prático, vamos fingir que somos donos de uma agência de viagens. Nossa missão é preparar um calendário editorial básico com alguns conteúdos para o nosso blog no ano de 2018. Vamos começar?

O primeiro passo é abrir o explorador de tópicos do Google Trends (pela opção Explorar, no Menu Principal) e filtrar os conteúdos que queremos:



Nós escolhemos trabalhar com um período de um ano atrás de dados, todos oriundos do Brasil e de pesquisas feitas no buscador do Google.

Uma das informações que chama a atenção é que, apesar de haver um ligeiro aumento de buscas no meio do ano, há uma estabilidade bem grande durante o ano, exceto no período do Ano Novo, quando esse tópico explode em pesquisas.

Ou seja, nosso pico é no intervalo entre 30 de dezembro e 5 de janeiro, com uma estabilidade de 60% disso em buscas durante todo o ano. Isso nos diz para poupar uma parte do nosso orçamento de Google Ads para essa época, na tentativa de extrair o máximo desse aumento de interesse.

No campo de consultas relacionadas, vimos alguns termos interessantes como “checklist viagem”, “calculo de viagem”, “mala de viagem media” e “planeje sua viagem”. Essas buscas deram a ideia para criarmos alguns conteúdos interessantes, como os seguintes:
  • um post com a palavra-chave “checklist viagem” com os itens básicos que todo turista deve carregar;
  • um vídeo mostrando o que devemos carregar em uma mala de viagem padrão;
  • um aplicativo que permite calcular automaticamente o custo de uma viagem inserindo apenas algumas informações.
Esses três conteúdos já são bem interessantes para a nossa estratégia e oferece muito valor à nossa persona. Porém, olhando mais tópicos relacionados listados pelo Google Trends, achamos “lugares para viajar no Brasil”.

Quando clicamos em Explorar nesse termo, podemos obter uma lista de destinos buscados pelas pessoas:


Como foi possível ver, destinos como Fernando de Noronha, Arraial do Cabo, Jericoacoara, Porto de Galinhas e Gramado estão entre os mais buscados para turistas no Brasil.

Segundo o Google Trends, Gramado é o destino mais popular procurado entre aqueles na nossa lista. Porém, seu pico acontece no meio do ano e não no Ano Novo, que é nossa data mais importante.

Em segundo lugar vem Porto de Galinhas, que tem mais pesquisas na média durante o ano, mas é apenas o 3º destino mais popular na nossa data especial. Arraial do Cabo (o terceiro mais procurado no geral) foi o mais buscado no pico de pesquisas nos últimos 12 meses.

Em quarto lugar nas pesquisas em geral vem Jericoacoara (mas apenas o último no pico do Ano Novo) e em último Fernando de Noronha, mas que tem seu ápice na nossa data específica.

Esses dados mostram a importância de produzir o conteúdo sobre Gramado com prioridade, mas também mostra que podemos dividir uma futura campanha de Ads em dois períodos: um buscando o pico de Gramado no Inverno e outro priorizando os destinos de verão no Ano Novo.

O trabalho dentro do Marketing Digital é constante e precisa ser aprimorado regularmente, sempre pensando na experiência do usuário. O Google Trends, portanto, pode ser uma mão na roda para que esse trabalho se torne mais eficiente e preciso, passando exatamente o que os usuários mais procuram e se interessam na Internet.

Mostramos neste artigo como o Google Trends pode ajudar você na tarefa de encontrar os tópicos e assuntos mais interessantes a serem oferecidos ao consumidor, o que vai, definitivamente, impactar no seu posicionamento na SERP.


Google lança plugin com integração com Search Console, Analytics e muito mais

O Google anunciou um novo plugin para WordPress que fornece insights das ferramentas da empresa para usuários da plataforma. A novidade promete facilitar a experiência dos usuários da marca. Confira mais sobre a ferramenta abaixo. Chamado de Site Kit by Google, o recurso permite que o acesso a informações como Buscador do Google, Analytics, AdSense […]


O Google anunciou um novo plugin para WordPress que fornece insights das ferramentas da empresa para usuários da plataforma.

A novidade promete facilitar a experiência dos usuários da marca. Confira mais sobre a ferramenta abaixo.

Chamado de Site Kit by Google, o recurso permite que o acesso a informações como Buscador do Google, Analytics, AdSense e PageSpeed Insights (que identifica possibilidades de otimização para seu site), tudo isso pelo painel de administrador do WordPress.

Como funciona o Site Kit by Google?

A empresa apresentou a novidade por meio deste comunicado:

“Com o Site Kit instalado, os usuários do WordPress podem acessar, de maneira unificada, insights, possibilidades e produtos do Google diretamente por meio do painel de administrador do WordPress. O Site Kit também fornece links para os produtos do Google para relatórios avançados e configuração de uso.”

O Google vai lançar a funcionalidade para testes beta no início de 2019. Usuários interessados em instalar o plugin pode se inscrever para uma versão teste aqui.

Esse recurso não adiciona novos insights aos que já estão disponíveis nas ferramentas do Google, mas ele torna muito mais fácil o acesso a estes recursos.

Por exemplo, os usuários podem navegar para uma página em seu website e clicar no botão Site Kit no painel do administrador para ver informações daquele domínio, em específico.

O plugin ainda notifica o usuário quando atingir marcos de publicação e mostra algumas estatísticas para os posts recém-publicados.



Os planos do Google para expandir as possibilidades e integrações do Site Kit no futuro vão se basear no feedback dos usuários da versão beta.

Gostou da novidade? Então aproveite também para já ir melhorando os seus conhecimentos sobre as plataformas da empresa, como é o caso do Google Analytics!

Conteúdo traduzido e adaptado de artigo do Search Engine Journal.

Via: rockcontent

Google Analytics. Saiba como usar essa ferramenta com esse Guia explicativo

Quer aprender a usar o Google Analytics de uma vez por todas? Confira nosso guia completo e tenha sucesso com suas métricas!


Neste conteúdo, ensinaremos tudo que você precisa saber sobre a ferramenta Google Analytics, incluindo explicações detalhadas de cada uma de suas funcionalidades.

Esses serão os conhecimentos necessários para que você use o GA da melhor forma possível, de modo a auxiliar diretamente no crescimento do seu blog, assim como o que temos conquistado com o Blog da Rock.

E já adiantamos que este é um guia explicativo sobre os principais conceitos e métricas que são usadas na ferramenta.

Pensando nisso, serão abordados os seguintes temas:


Continue a leitura!

O que é Google Analytics?

O Google Analytics é uma plataforma de análise de dados online do Google que, a partir da instalação de um código nas páginas do site, coleta informações dos usuários e as transforma em relatórios.

É uma excelente ferramenta para entender melhor o público do seu site e mensurar os resultados de marketing, sendo uma das ferramentas primordiais de uma estratégia.

Ela permite acompanhar diversas informações sobre seu domínio, como o volume de visitas, o tempo que o usuário gasta nas páginas, os canais de origem e até mesmo as conversões.

Ou seja, você terá um prato cheio de dados para entender melhor quem são as suas personas e, assim, tornar as estratégias de marketing ainda mais efetivas!

Qual a Importância do Google Analytics?

Como diz a famosa frase do estatístico William Edwards Deming “não se gerencia o que não se mede”.

Quando o assunto é marketing digital, medir o resultado de campanhas e entender o comportamento dos visitantes que acessam o seu site é algo imprescindível.

Afinal, nos dias de hoje, qualquer tomada de decisão e a definição dos orçamentos de marketing passaram a estar diretamente condicionados a análise destes dados.

A preocupação em entender o comportamento dos usuários dentro de um site ou aplicativo é tão grande, que é possível encontrar uma enorme variedade de ferramentas de web analytics disponíveis por aí.

Existem ferramentas de análises super completas como Adobe Analytics e Mixpanel, aplicativos gratuitos para gerar mapas de calor como o Hotjar e Crazyegg e até softwares open source que podem ser instalados em seu próprio servidor como o Matomo (antigo PWIKI) e Open Web Analytics.

Cada uma destas aplicações tem pontos positivos e funcionalidades específicas, mas sem dúvida nenhuma, o Google Analytics, é a ferramenta mais completa que você vai encontrar.

O Google Analytics é gratuito, tem interface amigável, de fácil integração com outros produtos do Google, altíssima capacidade de processamento de dados e permite extrair relatórios personalizados para diferentes necessidades. Das análises mais básicas aos relatórios mais complexos.

Neste artigo, vamos compartilhar algumas dicas básicas e relatórios interessantes para que você possa levar suas análises para um outro nível!

Como instalar o Google Analytics?

Antes de qualquer coisa, o primeiro passo para começar a analisar e medir as interações dos usuários em seu site, é instalar o código de acompanhamento em todas as páginas do seu domínio.

Para realizar a configuração inicial do Google Analytics recomendamos que você utilize algum tutorial ou instruções detalhadas sobre como implementar o código de acordo com o seu grau de conhecimento, plataforma ou linguagem utilizada na programação do seu site.

Em todos os casos, independente da alternativa escolhida, você vai precisar ter uma Conta ativa no GA (Google Analytics), uma Propriedade configurada e obter o Código de Acompanhamento do Google Analytics, que chamaremos de UA.

Como funcionam as contas, propriedades e vistas de propriedade?

Antes de iniciar qualquer análise dentro do Google Analytics você precisa entender como ocorre a organização da ferramenta dentro dos 3 níveis hierárquicos de uma:

conta;
propriedade;
visitas de propriedade.

Conta

Na configuração de uma conta é onde tudo se inicia. Neste nível mais alto da organização do Google Analytics você pode gerenciar os usuários, definir condições de política de privacidade e, principalmente, criar propriedades.

Cada usuário do Google pode criar/gerenciar até 100 diferentes contas. No caso de uma agência de publicidade, por exemplo, pode-se criar uma conta diferente para cada cliente atendido.

Propriedades

Propriedades, assim como o próprio nome diz, podem ser representadas por sites ou aplicativos mobile que você deseja monitorar.

No nível de uma propriedade você tem acesso ao seu Código de Acompanhamento (UA), define qual o endereço padrão do seu site (URL do domínio) e também consegue definir alguns padrões para a coleta de dados.

Quanto tempo dura uma sessão, criar dimensões personalizadas e vincular outros serviços do Google à sua conta (Adwords, Adsense, Search Console), por exemplo.

Cada conta no Google Analytics pode ter até 50 propriedades. Ou seja, até 50 Códigos de Acompanhamento (UA) para monitorar tráfego dentro de cada conta.

Na prática, pode-se criar uma propriedade para monitorar o seu site principal, uma para monitorar exclusivamente o seu blog e outra para mensurar o comportamento de clientes dentro do seu sistema ou plataforma.

Vistas de Propriedade

Vistas de Propriedade são os pontos de acesso aos relatórios. Em outras palavras, é onde se define como os dados de uma propriedade serão visualizados.

Aqui, você pode criar metas para o seu site, definir URL específica para aquela Vista (caso seja um subdomínio ou subdiretório), determinar quais informações serão filtradas e salvar anotações.

Dica importante:
sempre que precisar configurar um filtro, faça isto em uma nova Vista de Propriedade, preservando a Vista original Todos os Dados de Website como backup.

Organizando suas contas e propriedades

Manter o seu Google Analytics bem organizado e seguir às boas práticas é algo fundamental para garantir que os dados cheguem corretamente e não comprometa seus relatórios.

Para não deixar dúvidas , fizemos uma simulação ilustrando uma possível situação de um usuário que deseja monitorar seus domínios:

https://seudominio.com (site)
https://seudominio.com/blog (blog)
https://seudominio2.com (blog em espanhol)
http://seublog.me/ (blog pessoal)
Poderíamos imaginar o seguinte cenário ideal de organização da conta:

    
 CONTAS PROPRIEDADES VISTAS
 Conta professional  seudominio.com   
Todos os dados do website 
Apenas domino 
Apenas subdominio (blog)

 sedominio2.com
 Todos os dados do website 
Apenas tráfego organico


 Conta pessoal  seublog.me Todos os dados do website

Quais as dúvidas mais comuns ao implementar o código de acompanhamento?

Separamos algumas das dúvidas mais comuns para ajudá-lo a fazer que tudo funcione direitinho:

Posso instalar mais de um Código do Acompanhamento (UA) no meu site?

Sim! Você pode instalar várias instâncias do código de acompanhamento do Analytics em suas páginas da Web para enviar dados para várias propriedades em sua conta.

Mas lembre-se que nem todas as configurações são suportadas. Este artigo mostra como realizar esta instalação de forma correta, sem causar imprecisões na coleta de dados.

Posso usar o mesmo Código de Acompanhamento em domínios diferentes?

Não é recomendado usar o mesmo Código de Acompanhamento para os domínios diferentes. Afinal, sempre que você cria uma nova Propriedade no Google Analytics, você define qual é a URL do domínio.

Se você informar que a sua URL da Propriedade é xyz.com e recebe dados originados de abc.com.br, a coleta de dados será comprometida.

Mas se você for familiarizado com a linguagem HTML, JavaScript ou contar com a ajuda de um desenvolvedor da Web experiente, este artigo vai te ajudar a resolver o problema.

Então é melhor usar uma UA diferente para cada subdomínios?

Você pode facilmente usar um Código de Acompanhamento para o seu domínio principal (xyz.com.br) e outra UA para o subdomínio do blog (blog.xyz.com.br), por exemplo.

Mas desta forma, você pode acabar perdendo dados importantes dos usuários que navegam de um domínio para outro.

Para para monitorar o tráfego entre domínios e subdomínios com a mesma UA, você precisa:

1) Usar a última versão do Código de Acompanhamento.

2) Adicionar o seu domínio na Lista de Exclusão de Referência.

3) Criar uma Vista de Propriedade, com os devidos Filtros, para cada domínio/subdomínio.

Como eu sei se a UA foi instalada corretamente?

A melhor forma de verificar se está tudo certo com o código é usando a extensão Google Tag Assistant para o navegador Chrome. Você só precisa instalar a extensão e acessar o site que se deseja monitorar.

Todas as tags de produtos Google instalados no site serão exibidas na tela. Se tudo estiver correto, as tags instaladas aparecerão com o ícone verde.

Se estiverem na cor azul, a tag pode estar funcionando, mas com alguma observação. Se alguma tag estiver vermelha, é porque há algo errado. Para saber como corrigir o erro, basta clicar na tag e ver qual ação é necessária.

Quais as principais métricas do Google Analytics?

Diferença entre Visitantes, Sessões e Hits

A dúvidas mais comuns de qualquer proprietário de um site, é saber quantas pessoas visitaram o site em determinado período.

E entender como o Google Analytics mensura as interações dos usuários, é o primeiro passo para criar qualquer tipo de relatório.

Já existem diversos artigos que explicam detalhadamente a diferença entre Sessões e Visitantes. Aqui, vamos explicar tudo de uma forma didática e simples, mas que te ajudará a entender como usar esta poderosa ferramenta.


Visitantes

A definição de visitante é a mais tranquila de se entender. Afinal, como o próprio nome diz, se refere literalmente a um usuário que acessa o seu site.

O grande ponto é lembrar que um Visitante pode visitar o seu site várias vezes dentro de um período, iniciar sua navegação por meio de diferentes canais (pesquisando no Google ou pelo Facebook, por exemplo) navegar por diferentes páginas e gastar mais ou menos tempo a cada uma destas interações.

Hits

Toda e qualquer interação de um visitante com um site, começa com um hit. Sempre que um Visitante acessa alguma página com o Código de Acompanhamento instalado, um novo hit é recebido pelo Google Analytics.

Este hit carrega, dentre várias outras informações:
  • IP;
  • data e hora do hit;
  • versão do navegador;
  • nome da página e URL.
A cada nova página acessada ou durante sua navegação, um usuário pode gerar vários hits. Este conjunto de dados enviados por um mesmo Visitante, são reunidos nos servidores do Google e agrupados em Sessões, que vamos explicar logo a seguir.

Sessão

Uma sessão pode ser entendida como um conjunto de hits gerados por um visitante ao navegar.

Quando o primeiro hit é gerado em uma página de destino, uma nova Sessão se inicia. E só acaba quando:
  • O visitante passa 30 minutos sem fazer nenhuma interação (nenhum novo hit);
  • Quando passa de meia-noite;
  • O usuário clique em alguma UTM (vamos explicar melhor a seguir);
  • O usuário navega entre diferentes subdomínios dentro de um mesmo site.
Importante: Quando o usuário acessa apenas uma página, sem atualizá-la ou sem ativar nenhum evento, o Analytics não recebe nenhum novo hit.

Se nenhuma nova informação é enviada, o GA não consegue medir o tempo que o usuário passou ali, por exemplo. Logo, após 30 minutos de inatividade, o Analytics vai entender que ocorreu uma rejeição.

O que é uma taxa de rejeição?

A taxa de rejeição é uma das métricas que mais confunde os usuários. Como o próprio nome nos leva a entender, uma “Rejeição” soa como um usuário que abandonou o site, rejeitando o seu conteúdo. Na verdade não é exatamente isso.

Esta métrica não leva em consideração um determinado número de segundos que o usuário passou em seu site, mas sim, uma Sessão em que o usuário visitou apenas uma única página e saiu, sem interagir com nenhuma outra página.

O que é o tempo na página e duração da sessão?

Uma terceira métrica bastante importante para suas análises é o tempo de duração de uma sessão.

Esta é a métrica que ajuda os webmasters e proprietários de sites a mensurar quanto tempo o usuário dedica ao seu site, durante uma visita.

Para entender como esta informação é calculada você precisa retomar o conceito de hit apresentado anteriormente, aplicada no exemplo abaixo:

10h00: Um usuário acessa uma Home Page

10h02: O usuário clica em um link para a página de Serviços

10h05: O usuário fecha a tela do navegador saindo do site

Pergunta:
Quanto tempo durou a sessão?

5 minutos
0 segundos
2 minutos
7 minutos
Um analista de marketing desavisado pode pensar que a sessão acima teve duração de 5 minutos. Afinal, a primeira interação ocorreu às 10h e durou por 5 minutos até o usuário sair do site.

Se você também pensou desta forma, sinto em dizer que você também errou…

Lembre-se que o Analytics não sabe como o usuário está interagindo com o site até que uma nova interação ocorra. No exemplo acima, o GA registrou apenas 2 hits: um ás 10h e outro às 10h02.

Após 30 minutos de inatividade (às 10h32) o Analytics vai automaticamente encerrar a sessão. Neste caso, a resposta correta seria LETRA C, 2 minutos.

Mas o que acontece em uma sessão com rejeição? Toda sessão com Rejeição, onde o usuário acessa só uma página, é documentada no Analytics como uma sessão de 0 segundos de duração.

Para calcular a duração Média de Duração da Sessão, o Analytics soma o Tempo de Duração de cada sessão durante o período que você especificar e divide essa soma pelo número Total de Sessões.

Qual a diferença entre canal, origem e mídia?

Algo que nem todo analista de marketing se preocupa ao fazer um relatório de canais de aquisição de um site, é justamente entender perfeitamente quais as diferenças entre Canal, Origem e Mídia.

E este é um conceito básico para poder criar relatórios corretos a respeito da aquisição de usuários.

Vamos explicar, a seguir, qual a diferença entre estas 3 dimensões e te ajudar a obter insights relevantes.

Canais

Saber se um usuário chegou até o seu site através da pesquisa orgânica do Google, digitando a URL diretamente no navegador ou clicando em um anúncio no Facebook, por exemplo, pode ser determinante para entender a sua presença digital.

O Google Analytics é um grande aliado nesta hora e consegue registrar facilmente as informações sobre o Canal de origem de determinado usuário. Os principais Canais observados nos relatórios são:

Direct: Quando a URL é acessada diretamente do navegador;
Organic Search: Google, Bing ou Yahoo!;
Social: Redes Sociais como o Instagram, Facebook ou LinkedIn;
Email: Newsletters, feed RSS;
Referral: Sites externos com links para o seu domínio;
Paid Search: Links Patrocinados do Adwords;
Display: Rede de Display do Adwords;
Others: Quando não pertence a nenhum dos outros canais padrão.

Origem e Mídia

Você já deve ter se perguntado como o Analytics consegue descobrir de onde veio um usuário para agrupá-lo em diferentes Canais.

Isso acontece por que toda Sessão iniciada e registrada no Google Analytics sempre carrega consigo 2 dimensões muito importantes: a Origem e Mídia daquela sessão (ou em inglês, Source e Medium).

Dependendo da combinação entre estas duas dimensões, o Analytics vai automaticamente agrupar a Sessão dentro de alguns dos Canais indicados anteriormente. Na prática funciona mais ou menos assim:


 Se um usuário tem Origem e Mídia:                                                      Ele   provavelmente pertencerá ao canal                                                                                                
 facebook.com Social
 google.com / organic Organic Search
 google.com / cpc Paid Search


Ou seja, um Canal de aquisição não é necessariamente uma dimensão, como ocorre com Origem e Mídia. Mas sim uma forma de agrupar automaticamente o tráfego para facilitar as suas análises.

UTM’s

Já imaginou abrir um relatório do Analytics e descobrir detalhadamente quantos usuários vieram da campanha do Facebook Ads, do popup do blog, ou através de um link em um site parceiro?

Com o uso de UTM’s, ou URL parametrizadas, isto se torna possível e relativamente fácil de se configurar.

Estes parâmetros são adicionados a uma URL que modificam as dimensões Origem e Mídia, por exemplo, permitindo o rastreamento toda vez que houver algum clique nelas.

Em outras palavras, você pode modificar a Origem/Mídia de uma Sessão para medir o tráfego recebido por uma campanha divulgada no Facebook e outra pelo Whatsapp, por exemplo.

Você pode modificar até 5 parâmetros de uma Sessão através de uma UTM:

Origem
Mídia
Nome da Campanha
Termo
Conteúdo
Vamos mostrar como isto pode funcionar na prática com alguns exemplos:

Exemplo 1: Disparo de Email Marketing

O gestor de marketing da empresa XYZ quer disparar um Email Marketing para sua base de contatos. Para saber exatamente quantos usuários clicaram no link do e-mail e acessaram o site, ele cria uma UTM exclusiva para o e-mail:

https://www.xyz.com.br/?utm_source=E-mail&utm_medium=Disparo
Desta forma, cada Sessão iniciada pelo e-mail, aparecerá no Analytics da seguinte maneira:

Canal: E-mail
Origem: E-mail
Mídia: Disparo

Exemplo 2: Campanhas no Facebook

O gestor de marketing da empresa XYZ quer medir qual banner recebe mais cliques em uma campanha no Facebook.

Ele, então, cria 2 UTM’s diferentes para os anúncios da seguinte forma:

https://www.xyz.com.br/?utm_source=Facebook&utm_medium=Banner&utm_campaign=Vermelho
https://www.xyz.com.br/?utm_source=Facebook&utm_medium=Banner&utm_campaign=Verde
Desta forma, cada Sessão iniciada pelos links poderão ser facilmente visualizadas no relatório de Aquisição do Analytics da seguinte maneira:

Canal: Social
Origem: Facebook
Mídia: Banner
Campanha: Vermelho ou Verde (dependendo de qual banner o usuário clicou).

IMPORTANTE:

Quando se utiliza UTM’s, nem sempre o Analytics vai agrupar as dimensões de Origem e Mídia dentro dos Canais corretos. Quando isso acontecer, as sessões serão agrupadas dentro do canal OTHERS.

Não existe um padrão para criação de UTM’s, mas recomendamos sempre respeitar as boas práticas disponíveis neste artigo.

Sabendo utilizar UTM’s ao seu favor, você conseguirá extrair informações precisa sobre a performance de seus diferentes canais de aquisição e fundamentar melhor suas decisões.

Mas atrair e medir corretamente a origem dos usuários cheguem ao seu site, não é garantia de que eles estão se transformando em receita para sua empresa.

Também é fundamental entender se estes usuários estão realmente executando as ações esperadas através dos relatórios de Conversão do Analytics.

Usar o recursos de Conversão do Analytics pode ser algo extremamente estratégico para qualquer gestor de marketing. Vamos dar algumas dicas importantes para você entender isso melhor.

Como funcionam as metas e conversões no Analytics?

Uma conversão ocorre sempre que um visitante do seu site realiza uma ação desejada em seu website.

Isso pode ser feito por meio do preenchimento de um formulário, da conclusão de uma compra ou da simples exibição de alguma página específica.

Definição dos objetivos

O primeiro passo para começar a trabalhar com conversões é definir qual o seu objetivo de marketing e jornada do cliente dentro do seu site.

Por exemplo, se você tem um ecommerce, você deseja acompanhar as finalizações do carrinho de compras. No caso de uma consultoria, a quantidade de usuários que solicitam contato comercial e no caso de um blog, quantos usuários assinaram a newsletter.

É importante entender que, dependendo da jornada do cliente estabelecida para o seu negócio, nem sempre será possível registrar quantas vendas ocorreram pelo do site.

Afinal, se o processo de compra se inicia no ambiente digital e termina offline, o Analytics não vai conseguir documentar todo o processo.

Vamos pensar, por exemplo, o que ocorre no caso de uma Universidade. Muitas vezes o processo de cadastro no vestibular ocorre dentro do site, mas a efetivação da matrícula somente acontece após um processo seletivo presencial.

Neste caso, só é possível mensurar, com a ajuda do Analytics, o volume de usuários que realizaram o cadastro no site e não o volume de matrículas efetivadas.

Diferente do que ocorre em uma loja virtual, onde a compra pode ocorrer integralmente no ambiente virtual.

Como as metas funcionam no Analytics

As metas do Analytics são configuradas no nível de Vista de Propriedade. Podem ser aplicadas a páginas ou telas específicas que seus usuários visitam, quantas páginas / telas visualizam em uma sessão, quanto tempo permanecem em seu site ou aplicativo e os eventos que acionam enquanto estão lá.

Cada meta pode ter um valor monetário, para que você possa ver quanto essa conversão vale para sua empresa. O uso de valores para metas permite que você se concentre nas conversões de valor mais alto, como transações com um valor mínimo de compra.

Quando um visitante do seu site ou usuário do seu aplicativo realiza uma ação definida como meta, o Google Analytics registra isso como uma conversão. Existem 5 diferentes tipos de conversão no Analytics:

 Tipo  Descrição Exemplo
 Destino Uma página é aberta  O usuário abre a página “Obrigado por se cadastrar”

 Duração Quando a sessão dura por um tempo específico  Um usuário passou 5 minutos no site.

 Páginas por Sessão  Quando um usuário abre um determinado número de páginas.  Mais de 3 hits de página em uma única sessão.

 Eventos Quando um evento é disparado.  Cliques em um botão


Ainda existe um modelo de conversão específico para acompanhar os resultados em lojas virtuais. Assim, o Google Analytics pode calcular as métricas de receita e de ROI das compras no seu site.

Para acompanhar estas transações, é necessário adicionar o código de acompanhamento de comércio eletrônico ao seu carrinho de compras.

Por se um procedimento um pouco mais complexo, recomendamos contar com a ajuda de desenvolvedores específicos ou com o suporte da sua plataforma de ecommerce.

Se você chegou até aqui, pode-se dizer que agora que você é um especialista em Google Analytics! Tenha certeza que conhecendo os detalhes e todos os recursos disponíveis na ferramenta, vai te ajudar e muito a fundamentar melhor suas decisões de marketing.

Se você quiser ajuda para criar análises ainda mais detalhadas, sugerimos que confira também o nosso material completo sobre Google Search Console. Esperamos que goste e boa análise!

Anuncie no Google Shopping gratuitamente: confira a mudança!

Será possível anunciar produtos gratuitamente usando o Google Shopping



Em vista dos impactos causados pela covid-19, o Google anunciou que nos próximos meses as empresas poderão anunciar gratuitamente seus produtos no Google Shopping.

Diariamente temos acompanhado grandes mudanças no cenário mundial causadas pela pandemia do novo Coronavírus. Ao mesmo tempo, surgem também novas iniciativas para suavizar esses impactos e auxiliar os mais afetados pela crise desencadeada.

Sendo o varejo um dos setores mais afetados, o Google divulgou ontem, dia 21 de abril de 2020, que nas próximas semanas o anúncio de produtos via Google Shopping será totalmente gratuito.

Tem um negócio e se interessou em saber mais sobre a mudança? Então continue a leitura e confira os detalhes sobre a mudança, quais serão os contemplados por ela e muito mais!

Leia também: 10 sites mais acessados do Brasil. Inspire-se nas suas estratégias de sucesso


Como funcionará o Google Shopping gratuito?

Caso ainda não esteja familiarizado com o funcionamento do Google Shopping, é bem válido saber que todos os anúncios presentes na aba indicavam itens patrocinados, ou seja, empresas pagavam o buscador para apresentar seus produtos como em uma vitrine virtual.


Os resultados pagos eram disponibilizados de acordo com a sua relevância, o histórico de busca do usuário e os lances feitos pelas empresas que ofertam os produtos.

No entanto, compreendendo essa como uma oportunidade de ajudar os negócios, assim como os compradores que apresentam uma crescente demanda de compras online, a empresa decidiu por liberar esse espaço promocional de forma grátis.

Dessa forma, caso você tenha uma conta no Google Merchant Center, os seus produtos cadastrados estarão aptos para aparecerem na aba de compras sem a necessidade de efetuar qualquer pagamento.

Leia também: Brasileira entra para lista das mulheres líderes mundiais em Inteligência Artificial


Quais as vantagens dessa mudança?

A vantagem para os anunciantes que ainda não fazem uso da plataforma é bem óbvia: maior exposição gratuita no Google para pessoas que já tem intenção de compra.  

No entanto, existem ainda várias outras pessoas que podem se beneficiar da iniciativa, como é o caso dos compradores.

Essas pessoas terão ainda mais contato com produtos e resultados de lojas diversas, conquistando ainda maior liberdade para selecionar as que o agradam mais, de acordo com preço e outros critérios.

Além disso, caso você faça parte de uma empresa que já anuncia no Google Shopping, essa é uma grande oportunidade também, afinal, você continuará no topo da lista de produtos e fará parte do carrossel nas buscas regulares.

Leia também: Windows 10 - Como ativar todos os núcleos do processador (CPU)


Quando o Google Shopping será, de fato, gratuito?

A mudança será iniciada nas buscas dos Estados Unidos a partir da próxima semana e, de acordo com o que foi informado no pronunciamento oficial da empresa, as listagens gratuitas acontecerão em todo o mundo até o final do ano.

Como estamos no Brasil, você deve estar se perguntando o que é possível fazer com uma informação como essa e temos uma resposta simples para isso: prepare-se o mais rápido possível.

Não tem uma conta no Merchant Center? Faça o quanto antes. Já tem essa conta? Otimize-a ainda mais e selecione também outros produtos que possam fazer ainda mais sentido nesse período.

Além disso, o Google também anunciou uma parceria com a PayPal para facilitar que as empresas linkem as suas contas na plataforma, diminuindo atritos na hora do pagamento — assim como já faz com seus demais parceiros: Shopify, WooCommerce e BigCommerce.

O que achou da novidade? Tem interesse em anunciar seus produtos por meio dela? Caso faça sentido para o seu negócio, esperamos que sim e que consiga muita visibilidade com ela!

Como impedir o Google de rastrear sua localização

Algumas dicas simples podem oferecer maior privacidades às suas informações.



Ao navegar no smartphone, seja em sites, aplicativos ou outros serviços, você envia uma série de informações sobre os seus hábitos. Inclusive a sua localização física, ou seja, os lugares pelos quais passa.


Essa informação fica disponível sobre você aparece em diferentes tarefas. Por exemplo, ao abrir o aplicativo de Clima ou um mapa para encontrar o melhor caminho ou algum serviço perto de onde você está. Outros aplicativos que usam a sua localização também incluem apps de transportes, como Uber e 99, entrega e até redes sociais. Quem nunca postou uma foto no Facebook e colocou a localização?


Por um lado, isso faz com que a inteligência artificial dos sistemas entenda melhor os seus hábitos. Assim, você recebe informações mais personalizadas, ou seja, dentro do que pode ser importante para o seu dia a dia.

Entretanto, tem quem prefira que as empresas não tenham tantos dados sobre sua privacidade. O que também faz sentido, já que muitas vezes esses dados são vendidos para fins de marketing e oferta de serviços.

Se esse é o seu caso, o ideal é restringir o acesso a essas informações. Dificilmente você vai conseguir ficar totalmente anônimo, já que até o uso de uma rede Wi-Fi pode indicar sua localização, por exemplo. Mas algumas dicas podem ajudar.

Veja como impedir o Google de rastrear suas informações:

Autorização do Google Mapas

O primeiro passo é restringir o acesso do Google Mapas, ou Google Maps, já que o rastreamento ocorre mesmo com o app em segundo plano. É por isso que, ao abrir o aplicativo, já aparece um mapa com a sua localização marcada.

Para fazer isso, abra o aplicativo do Google Mapas e, nas configurações, procure por Permissões do Aplicativo. Então, procure pela aba Seu Local e desative essa opção.

Vale saber que isso vai levar a uma redução das funcionalidades do aplicativo. Por exemplo, para encontrar instruções de navegação, será preciso marcar endereços de partida e chegada. Você também pode não ver, com tanta facilidade, quais serviços estão disponíveis na vizinhança ou informações sobre trânsito. Para voltar a ter acesso a essas opções, é preciso reativar a autorização do Seu Local.

Histórico de localização do Android

Quem usa smartphones Android está mais integrado aos serviços do Google, desenvolvedor do sistema operacional. Por isso, para restringir o envio de informações sobre sua localização, é preciso acessar sua conta Google.

No smartphone Android, abra a tarefa Configurações. Na aba Conta Google, toque em Dados e Personalização. Em seguida, vá em Controle de Atividades e, depois, em Histórico de Localização. Clique para desativar a função e confirme optando por Pausar. Isso vai impedir que o sistema armazene os próximos locais pelos quais você passar.

Para apagar o histórico, volte em Histórico de Localização e clique em Gerenciar Histórico. Abra o menu, aquele com três pontinhos verticais, e selecione Configurações. Em seguida, clique em Excluir todo o histórico e confirme.

Como impedir a localização pelo Google Chrome

Ao fazer buscas no navegador web Google Chrome, você também pode ter as informações sobre sua localização identificadas. Isso vale para o aplicativo de smartphone e para o uso em computadores e notebooks.

Para impedir que essa informação seja acessada, abra o navegador e clique no Menu, aquele mesmo ícone dos três pontinhos. Selecione Configurações e opte por Mostrar Configurações Avançadas. Em seguida clique em Privacidade e selecione Configurações de Conteúdo.

Procure por Local ou Localização e escolha a opção “Não permitir que nenhum site rastreie sua localização física”. Se preferir, você pode escolher “Perguntar quando um site tenta rastrear sua localização física”. Mas isso vai fazer com que as solicitações apareçam com maior frequência na tela.

Desativando localização no smartphone e em aplicativos

Tanto o Android, quanto o iOS, da Apple, oferecem opções de ajustes de privacidade. Assim, você pode optar por impedir que o próprio sistema tenha a sua localização. Essa alternativa também ajuda a melhorar a duração da bateria do seu smartphone.

No smartphone Android, abra Configurações e clique em Segurança e Localização. Selecione Localização e desative a opção Usar Localização.

Em um iPhone, abra Ajustes e, em seguida selecione .Privacidade. Depois, desative os Serviços de Localização.

Se preferir, escolha quais aplicativos podem ou não acessar a sua localização. No celular Android, abra Configurações e clique em Segurança e Localização. Vá em Localização e selecione Permissões no nível de aplicativos. Então, é só desativar quais apps não podem acessar sua localização.

No iOS, abra Ajustes e, em seguida, Privacidade. Clique em Serviços de Localização e escolha quais apps podem acessar essa informação e em quais condições de uso. Assim, você escolhe quando um aplicativo pode rastrear a sua localização: Sempre, Nunca ou Enquanto o aplicativo está em uso (sem acesso enquanto o app estiver rodando em segundo plano).




Proxima  → Inicio

Serviços de Social Media

Postagem em destaque

8 Dicas Imperdíveis Para Ser Referência De Mercado

Identificar problemas comuns da sociedade e ser um solucionador de abacaxis da sua área são as principais características de uma empresa ...

Serviços de Social Media

Curta nossa fan page

Popular Posts

Arquivo do blog