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10 sites mais acessados do Brasil. Inspire-se nas suas estratégias de sucesso
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A transformação digital trouxe impactos não só para a relação entre empresas e clientes, como para a sociedade como um todo.
Segundo dados do Global Digital Report de 2019, 57% da população mundial já têm acesso à internet, número que chega a 78% quando analisamos apenas as Américas.
Que a internet é uma ferramenta poderosa e traz diferentes benefícios aos seus usuários, você já sabe. Agora, o que temos feito online? Você já se perguntou quais são os sites mais visitados no Brasil e no mundo?
É isso o que buscamos responder neste texto. Continue conosco e tire boas lições de marketing a partir do sucesso dos seguintes sites:
Como já era de se esperar, o Google reina absoluto, sendo um dos sites mais acessados tanto no Brasil como no mundo. Segundo a atualização mais recente do SimilarWeb, de fevereiro de 2020, a página google.com recebeu mais de 74 bilhões de visitas nos últimos seis meses.
Em média, cada acesso dura pouco mais de dez minutos e gera visitas a mais nove páginas dentro do site. Só os Estados Unidos são responsáveis por quase 27% do tráfego ao Google, enquanto o Brasil contribui com cerca de 5%.
Outro dado relevante é que os acessos são majoritariamente orgânicos: 93%. As palavras-chave que mais trouxeram cliques estão relacionadas aos serviços do próprio Google, como: Gmail, Google Maps, Google Translate e Google Drive (nessa ordem).
O fruto não cai longe da árvore e o YouTube é o vice-colocado em termos de acesso, tanto no Brasil como no mundo. Segundo dados do YouTube para a imprensa, atualmente, o site tem mais de 2 bilhões de usuários e mais de 70% dos acessos são feitos via dispositivos móveis.
Voltando às informações da SimilarWeb, o tempo médio de visita é mais que o dobro do recebido pelo Google, chegando a 22 minutos e 40 segundos. Por incrível que pareça, a rede social também supera o “pai” no número de acessos orgânicos, que totalizam impressionantes 99,77%.
O fato de conteúdos do YouTube ranquearem nas buscas do Google por meio de um SEO bem trabalhado, certamente, contribuem para esse dado.
O nosso terceiro colocado também integra tanto o pódio brasileiro como o mundial nessa posição. O Facebook já tem 120 milhões de usuários no país e pelo menos 98% deles acessam a rede por meio de dispositivos móveis, segundo dados do Digital Brazil de Janeiro de 2020.
Informações como essa nos mostram que não é exagero insistir: investir em sites e conteúdo mobile friendly é cada vez menos uma vantagem competitiva e cada vez mais uma necessidade para se manter vivo no mercado.
Uma curiosidade encontrada no levantamento da SimilaWeb que vale ser mencionada: da mesma forma que o Facebook é a rede social que mais gera tráfego para o YouTube, a rede de vídeos também é a que mais leva visitantes à plataforma de Mark Zuckerberg.
Precisamos fazer um parêntese, antes de seguir com a nossa lista: a partir daqui, damos maior ênfase a sites relevantes do ranking brasileiro. Isso significa que deixamos de fora páginas de conteúdo adulto, assim como a variação google.com.br, que aparece em quinto lugar no SimilarWeb.
O site da Globo.com reúne todo o conteúdo jornalístico, esportivo e de entretenimento da Rede Globo, a emissora de maior audiência do país. Segundo a SimilarWeb, o site recebeu 739 milhões de visitas nos últimos seis meses, o que o garantiu a posição 41 no ranking mundial.
Importante: 98,85% dos acessos ao site são orgânicos. As palavras-chaves mais buscadas são variadas e demonstram o interesse dos usuários por programas da emissora, assim como a relevância da Globo na busca por notícias.
Integrante do Grupo Folha, o UOL é um portal de notícias, conteúdos e serviços digitais brasileiro. Ele foi fundado em 1996 e popularizado no país com o bate-papo UOL, ainda nos longínquos anos de internet discada.
O site é, atualmente, o sétimo mais visitado do país e o oitavo na categoria “News and Media” ao redor do mundo, segundo os dados da SimilarWeb. Ele recebeu 517 milhões de visitas nos últimos 6 meses, das quais cerca de 9% foram oriundas de redes sociais — principalmente do Facebook e do Twitter.
Segundo a pesquisa Digital Brazil 2020, o Instagram é a quarta rede social mais usada no Brasil, acomodando 79% de todos os usuários de internet do país (e ficando atrás apenas do YouTube, Facebook e WhatsApp).
Nos últimos seis meses, o site recebeu quase 4 bilhões de visitas, oriundas tanto do desktop como de dispositivos móveis. O YouTube foi a rede social que mais gerou tráfego ao Instagram nesse período e os brasileiros foram responsáveis por 8,3% dos acessos, perdendo apenas para os Estados Unidos.
Originalmente criada para valorizar a publicação de fotos, a rede social passou por mudanças recentes para privilegiar o consumo de vídeo e a interação entre os usuários. O seu negócio já está explorando todas essas oportunidades?
Se você é do time que acha que o Twitter já deu o que tinha que dar, está na hora de rever os seus conceitos. O microblog tem mostrado sua força no real time, especialmente quando associado à TV Social (a terminologia mais atual para se referir à segunda tela).
Vamos aos principais dados do SimilarWeb sobre a rede:
4,5 bilhões de visitas nos últimos seis meses;
5,74% do tráfego vêm de outras redes sociais e o YouTube é a principal delas;
BBC e Wikipédia são o terceiro e o quinto site que mais levam usuários ao Twitter;
Estados Unidos, Japão, Reino Unido e Brasil são os países que mais geram tráfego.
O Mercado Livre se define como “a maior comunidade de compra e venda da América Latina”. Criado na Argentina, o site já é mais popular no Brasil do que em seu país de origem — atualmente, apenas o quarto colocado em números de visitas segundo a SimilarWeb.
O site conta bastante com o tráfego pago (quase 32% dos acessos) e recebeu mais de 234 milhões de visitas nos últimos seis meses. O fato de o Mercado Livre ser o décimo site mais visitado do Brasil e de a Amazon ser o 14º em todo o mundo, é um indício da força do e-commerce e dos marketplaces no mercado.
Outro fato curioso que pode ser observado na análise da SimilarWeb sobre o Mercado Livre: o YouTube é a rede social que mais gera tráfego ao site. Esse dado pode indicar a potência dos vídeos na descrição de produtos e, consequentemente, no auxílio à conversão.
Atualmente, a Netflix é uma grande referência quando o assunto é marketing de conteúdo. Isso ajuda a justificar os 99,94% de tráfego orgânico do site.
Porém, outro dado da SimilarWeb que chama atenção é o fato de que apenas 2% das visitas (2 bilhões, nos últimos seis meses) vêm das redes sociais — o YouTube, novamente, como a principal delas.
Mas não acabamos de falar que o conteúdo é o diferencial do streaming? É simples: ao analisar as palavras-chave orgânicas, podemos concluir que as estratégias de lançamento da Netflix, geralmente focadas nas mídias sociais e em OOH media, têm um objetivo maior de geração de awareness do que de conversão.
A maior enciclopédia online é colaborativa e aparece no 16º lugar no pódio nacional para nos ensinar sobre a importância da valorização das comunidades online. Foram mais de 5 bilhões de visitas nos últimos seis meses, colocando o site com o oitavo mais acessado dos Estados Unidos.
A maioria das visitas são geradas pelo Google, mostrando a importância de trabalhar o SEO para alcançar a posição zero do buscador. Sim, como você já deve imaginar, temos um vencedor em termos de acesso orgânico!
Conhecer os sites mais visitados no Brasil e no mundo é uma forma de se manter atualizado sobre o que gera cliques e tráfego. A presença online é fundamental para uma marca se destacar da concorrência, mas ela já não é mais suficiente.
O foco deve estar em criar uma estratégia de Marketing Digital adequada, personalizada e, preferencialmente, capaz de contemplar as mais variadas necessidades do consumidor em diferentes telas e pontos de contato.
Via: rockcontent
Brasileira entra para lista das mulheres líderes mundiais em Inteligência Artificial
A advogada Karla Capela Morais, da startup Koy, desenvolveu o sistema "Norma" para análises de processos jurídicos - FOTO: Priscilla Buhr/Divulgação
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O ranking "Women Leaders in AI (lideranças femininas em Inteligência Artificial) divulgado pela IBM, elegeu 35 mulheres de 12 países que se destacaram por seus projetos no campo da Tecnologia da Informação
A IBM anunciou nesta quarta-feira (6) em sua conferência Think Digital (pense digital), em Nova York, a lista Women Leaders in AI (lideranças femininas em Inteligência Artificial), reconhecendo mais de 35 mulheres de 12 países que estão usando a IA para impulsionar a inovação nas empresas. Entre as profissionais agraciadas está uma brasileira, a advogada pernambucana Karla Capela, CEO da Koy, startup de inteligência jurídica sediada no Recife.
Karla Capela e sua equipe desenvolveram um sistema, batizado de “Norma”, que unifica 200 procedimentos de Inteligência Artificial que lidam com a linguagem natural, dentro da plataforma Watson, da IBM, para ler, entender e interpretar processos jurídicos ajudando em suas conclusões e tomadas de providências. “A Norma hoje é capaz de fazer em seis segundos o que um advogado leva uma hora e meia para fazer. Ela ainda é capaz de aprender a partir das relações de interpretação de vários processos. Aumentamos a performance financeira de alguns clientes em mais de 36%”, diz Karla Capela. A executiva diz que não se trata de um robô substituindo o trabalho humano, pelo contrário. “O uso desta tecnologia acabou criando uma nova função, dessa vez humana, a de curadoria jurídica, que é o profissional que “treina” a máquina para acumular conhecimentos a partir da análise de processos jurídicos variados”, afirmou Capela.
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Este é o segundo ano do ranking IBM de liderança feminina em Inteligência Artificial. O objetivo deste reconhecimento, segundo Marcela Vairo, diretora de Data e AI da IBM para a América é não apenas celebrar as realizações das homenageadas, como também criar uma rede de networking para que elas aprendam umas com as outras e descubram abordagens para aplicar a IA para resolver desafios urgentes dos negócios. “Promover as mulheres numa área tão importante, com tanto potencial, agora e no futuro, é plantar um futuro mais igualitário. Este é um movimento mundial, o de valorizar a diversidade na área de Tecnologia da Informação”, afirmou Marcela Vairo.
PESQUISA
A IBM também divulgou um estudo global com mais de 3.200 profissionais de IA, apontando que 85% dos profissionais de IA acreditam que o setor se tornou mais diversificado nos últimos anos; desses, 91% acham que essa mudança está tendo um impacto positivo. 74% dos profissionais de IA que acreditam que a diversidade não melhorou dizem que o setor deve se tornar mais diversificado para atingir seu potencial.
Apesar disso, o estudo revelou que as mulheres em IA em todo o mundo foram quase cinco vezes mais suscetíveis do que os homens ao dizer que seu avanço na carreira foi impactado negativamente por seu gênero.
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As homenageadas na 2020 IBM Women Leaders em IA são:
1. Tiphanie Combre, Diretora Sênior, Serviço e Automação Assistida por IA, ADP (EUA)
2. Amy Shreve-McDonald, gerente principal de marketing de produtos para experiência digital de negócios da AT&T (EUA)
3. Mara Reiff, Vice-Presidente de Estratégia e Inteligência de Negócios, Bell Canada (Canadá)
4. Tammy Lucas, vice-presidente de marketing da Best Western Hotels & Resorts (EUA)
5. Sheila Ambruster, Gerente Sênior de Arquitetura Estratégica, The Boeing Company (EUA)
6. Claire Lucas, Chefe de Inteligência Artificial, Bouygues Telecom (França)
7. Rosa Martinez, Gerente de Projetos Cognitivos, CaixaBank (Espanha)
8. Michèle Brengou, Líder Empresarial de Fábrica Cognitiva, Crédit Mutuel (França)
9. Ashley Lawrence, Gerente de Projetos de Pesquisa e Inovação, Agência de Contra-Inteligência e Segurança da Defesa (EUA)
10. Maiga Bishop, diretora de inteligência de negócios e análises da Dillard’s (EUA)
11. Jo Ann Tan, Chefe de Infraestrutura, The Hartford (EUA)
12. Susanna Shen, Gerente Geral – TI Corporativa, Hong Kong e China Gas Company Ltd. (Hong Kong, China)
13. Yui Ozawa, Chefe, Equipe de Promoção da AI, its communications Inc (Japão)
14. Ryoko Miyashita, Gerente, Departamento de Atendimento ao Cliente, Seção de Atendimento ao Cliente, JACCS Co., Ltd. (Japão)
15. Momo Tokumon, Gerente Assistente, Vendas pela Web, Japan Airlines (Japão)
16. Karla Capela Morais, CEO e Fundadora, KOY – Law Intelligence (Brasil)
17. Marisa Ferrara Boston, arquiteta líder de automação e IA, Audit Technology, KPMG LLP (EUA)
18. Junko Kato, gerente do escritório de administração de atendimento ao cliente da Meiji Yasuda Life Insurance Co. (Japão)
19. Donna Dodson, Conselheira Chefe de Segurança Cibernética, NIST: Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (EUA)
20. Kristen Bennie, chefe de experiência aberta, NatWest Group (Reino Unido)
21. Lisa Bouari, Diretora Executiva, OutThought AI Assistants (Austrália)
22. Melissa Molstad, diretora de plataformas comuns, estratégia de dados e relações com fornecedores, PayPal (EUA)
23. Linda Maruta, chefe de produto, Pulsar (Reino Unido)
24. Izumi Hatta, Gerente, Grupo de habilidades e diálogo de IA, Rakuten, Inc. (Japão)
25. Amala Duggirala, Diretora de Operações e Tecnologia da Empresa, Regions Bank (EUA)
26. Carol Chen, Vice-Presidente de Marketing Global, Comércio Global, Royal Dutch Shell (Holanda)
27. Monica Pedraza Garcia, Diretora de Operações, Santander (Espanha)
28. Sabine Rinser-Willuhn, gerente de RH Systems, Siemens AG (Alemanha)
29. Aarthi Fernandez, Chefe Global de Produto de Operações de Comércio, Standard Chartered Bank (Singapore)
30. Jenni Barnett, diretora executiva da Digital Telstra (Austrália)
31. Nicole Hein, proprietária técnica do produto, Telstra (Austrália)
32. Lee-Lim Sok Keow, vice-diretora, Temasek Polytechnic (Singapore)33. Paola Molino, chefe de programas de transformação, Vodafone (Itália)
34. Atsuko Shinozuka, Gerente, 3D Smart & Try e Estratégia Omni-Channel, Wacoal Corp. (Japão)
35. Piera Valeria Cordaro, Gerente de Inovação em Operações Comerciais, Wind Tre S.p.A. (Itália)
Via: TecFlow
Covid-19 - Oxímetro de dedo pode ajudar a detectar sinais
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Normalmente, pacientes infectados pelo novo coronavírus apresentam desconforto no peito, dor ao respirar e outras dificuldades respiratórias.
Em alguns casos, a pneumonia causada pela doença leva à "hipóxia silenciosa", que é a diminuição da quantidade de oxigênio no sangue.
Essa condição oferece bastante risco ao paciente. Como ocorre de forma silenciosa, quando a vítima a percebe, pode ser tarde demais. Por isso, monitorar o nível de oxigênio no sangue é bastante importante na luta contra a doença.


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Essa medida permite detectar de forma precoce se uma condição respiratória grave está se formando, mesmo que não haja sintomas. Para isso, uma boa solução é o oxímetro de dedo. E o dispositivo é relativamente barato: no Brasil, há modelos com preço a partir de 99 reais.
Mapa tempo real da COVID-19 no Brasil
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WhatsApp lançou ferramenta de checagem para combater fake news durante eleições na Índia
Usuários do app podem encaminhar mensagens suspeitas para o Checkpoint Tipline, que avalia e classifica as informações como "verdadeira", "falsa", "enganosa" ou "contestada".
O WhatsApp lançou, nesta terça-feira, dia 2, o serviço Checkpoint Tipline, voltado à checagem de fatos para o mercado indiano. Dessa forma, usuários da plataforma no país podem checar a veracidade de informações recebidas pelo aplicativo. A iniciativa é uma tentativa de combater a disseminação de fake news no app de mensagens durante o período eleitoral no país, que se inicia no próximo dia 11, com apuração final marcada para 23 de maio.
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O objetivo da nova iniciativa, segundo os fundadores da Proto, Ritvvij Parrikh e Nasr ul Hadi, é "estudar o fenômeno da desinformação em escala". "À medida que mais dados fluírem, seremos capazes de identificar as questões, locais, idiomas e regiões mais suscetíveis ou afetados e muito mais", acrescentaram.
O serviço tem suporte para cinco idiomas regionais, além do inglês, - Hindi, Telugu, Bengali e Malayalam - e é capaz de checar mensagens de texto, vídeo e imagem. Além da Proto, o WhatsApp também está trabalhando com a Dig Deep Media e a Meedan, duas organizações que desenvolveram projetos similares em outros países. A plataforma de checagem da segunda, a Meedan's Check, foi desenvolvida para combater desinformação durante as eleições na França e no México e agora está integrada à API de negócios do WhatsApp.
De acordo com a Reuters, o Checkpoint Tipline, que já está em operação, pode apresentar alguns problemas nos primeiros dias de uso. Em um teste feito pela agência, uma mensagem suspeita encaminhada ao serviço ainda não havia sido analisada e classificada horas depois de enviada.
As ações do Facebook, dono do WhatsApp, para combater a propagação de notícias falsas se intensificaram depois que o aplicativo de mensagens passou a ser constantemente acusado de facilitar a disseminação de desinformação.
Na Índia, onde mais de 200 milhões de pessoas usam a plataforma, boatos espalhados pelo WhatsApp levaram a linchamentos e morte de 27 pessoas em dois meses. O aplicativo também foi uma das principais ferramentas de difusão em massa de fake news durante o período eleitoral brasileiro de 2018, o que piorou a sua reputação.
Além do Checkpoint Tipline, o WhatsApp implementou várias outras mudanças em sua plataforma para controlar a disseminação de fake news. Uma delas foi a ferramenta de marcação de mensagens encaminhadas – desse modo, o destinatário pode reconhecer melhor a origem da informação. Outra medida para tentar evitar a propagação de boatos foi a limitação do número de vezes que uma mensagem pode ser encaminhada, simultaneamente, para no máximo cinco conversas.
Antes da criação do serviço de fact-checking na Índia, o WhatsApp estava testando um recurso de busca reversa de imagens no aplicativo, que permitiria a verificação da autenticidade de fotos por meio de uma pesquisa no Google.
No entanto, apesar da implementação constante de iniciativas contra as fake news, a criptografia de ponta a ponta das mensagens no WhatsApp dificulta a regulação e rastreamento do conteúdo compartilhado na plataforma, já que nem mesmo a própria empresa pode visualizar as informações enviadas.
Via Olhar Digital
Atletiba foi transmitido pela internet e gerou 3,7 mi de visualizações
A última quarta-feira, 1, marcou um evento histórico para o futebol brasileiro, porque foi quando ocorreu o primeiro clássico com transmissão exclusiva para a internet. Atlético Paranaense e Coritiba se enfrentaram às 20h, no horário de Brasília, pelo Campeonato Paranaense e, embora o primeiro tenha saído vitorioso (com um placar de 2x0), ambas as equipes puderam desfrutar de um momento que agradou torcedores dos dois lados.
Sem apoio da cobertura televisiva, cada clube disponibilizou a transmissão em seus próprios canais no YouTube e em suas páginas no Facebook. É difícil precisar a audiência porque há informações que ficam restritas a quem administra as contas dos clubes na internet, mas os dados públicos revelam que o número total de visualizações ficou próximo de 3,7 milhões.
O Coritiba postou três vídeos diretamente relacionados com a partida — sem contar as coletivas pós-apito final. No Facebook, há um com a escalação (com 16 mil visualizações) e a transmissão da partida (875 mil); no YouTube, a transmissão reuniu mais 241,4 mil views.
Já o Atlético postou quatro vezes no Facebook: um vídeo com a escalação (21 mil), a transmissão (2,1 milhões) e seus dois gols (31 mil e 42 mil). No YouTube, há a transmissão (372,3 mil) e a coletiva, que também foi excluída da nossa contabilidade.
Somados, todos esses vídeos geraram 1,1 milhão de visualizações para o Coritiba e 2,5 milhões para o Atlético. Portanto, juntos, os times passaram dos 3,6 milhões de views — com os quebrados, chega-se próximo de 3,7 milhões.
Era para a partida ter sido realizada no dia 19, mas naquela ocasião a Federação Paranaense de Futebol (FPF) impediu o apito inicial alegando problemas de credenciamento. Já os clubes dizem que a entidade se opunha à transmissão independente, algo corroborado por um dos árbitros presentes.
Mas não foi por apelo ao ineditismo que Atlético e Coritiba optaram pela internet. Os dois clubes informaram no dia 17 que prefeririam jogar em frente às câmeras de YouTube e Facebook por não concordarem com a proposta "absurda" da Globo, que queria fechar contratos de três anos por algo em torno de R$ 1 milhão.
Via Olhar Digital
Dragon Ball Super passará no Brasil a partir de 22 de outubro
Com direito a novos vilões - como Black Goku -, "Dragon Ball Super" já tem 63 episódios
Sequência direta dos eventos de "Dragon Ball Z", "Dragon Ball Super" chegará ao Brasil no próximo sábado (22). Por aqui, o anime será transmitido exclusivamente via streaming, nas plataformas Crunchyroll e Daisuki. No Japão, o anime começou a ser exibido em julho de 2015.
Inicialmente, apenas o atual arco do anime, centrado no retorno da versão do futuro de Trunks e com início no capítulo 47, estará disponível - novos episódios serão adicionados no mesmo dia de sua transmissão no Japão.
A partir do dia 30 de outubro, porém, os episódios anteriores começarão a ser adicionados à lista, sendo dez por semana.
A partir do dia 30 de outubro, porém, os episódios anteriores começarão a ser adicionados à lista, sendo dez por semana.
No Crunchyroll, o anime só estará disponível no Brasil para assinantes - há vários planos, que podem ser pagos de forma mensal (US$ 5), trimestral (US$ 14) ou anual (US$ 50). Já na plataforma Daisuki, a transmissão é gratuita. Em ambos os casos, o episódio mais atual será transmitido a partir das 23h (Horário de Brasília).
Fonte: Uol
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