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Microsoft diz que esteve errada sobre código aberto

Brad Smith, presidente da Microsoft, declarou que empresa esteve no lado errado da história com relação ao código aberto


Desde que Satya Nadella assumiu as rédeas da Microsoft, a postura da companhia com relação a softwares de código aberto mudou radicalmente. Se a administração de Steve Ballmer declarava guerra ao Linux e afins, hoje, a Microsoft se mostra receptiva a essas iniciativas. Mesmo assim, ninguém esperava que a empresa fosse admitir que estava errada quando criticava o open source.


Quem deixa isso claro é Brad Smith. Com mais de 25 anos de casa, hoje, o executivo ocupa o cargo de presidente da Microsoft, mas ele foi uma das vozes da empresa que mais lutaram contra o open source.

"A Microsoft esteve no lado errado da história quando o código aberto explodiu no começo do século e, pessoalmente, posso afirmar isso sobre mim", declarou Smith em uma conferência no MIT. "A boa notícia é que, se a vida for longa o suficiente, você pode aprender que... é preciso mudar", completou.



Veja também:

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De fato, a Microsoft mudou. Isso não quer dizer que a companhia vai abraçar o software livre de vez ou abrir o código-fonte do Windows (a despeito das provocações da Free Software Foundation), por exemplo. O que a companhia tem colocado em prática é uma política de boa vizinhança, basicamente.

Esse é um grande avanço, pois o código-aberto já não é mais tratado como uma ameaça aos negócios da empresa. Da mesma forma, a companhia já não considera o "Linux um câncer" — essa afirmação foi dada por Steve Ballmer em 2001.

As provas aparecem em uma série de iniciativas favoráveis ao código-fonte aberto que a Microsoft vem executando nos últimos anos. Um deles é suporte ao kernel Linux pelo Windows 10. Outro exemplo, mais recente, é a disponibilização do PowerShell 7.0 para Windows, macOS e Linux como um projeto de código aberto.
Até algumas iniciativas menores têm validade. A abertura do código da calculadora do Windows, bem como das primeiras versões do MS-DOS e do Word 1.1 contribuem para que futuros programadores ou até desenvolvedores experientes possam conhecer os pormenores de softwares criados nas décadas de 1980 e 1990.

Com informações: The Register, tecnoblog

Microssoft libera e Ubuntu já pode ser instalado dentro do Windows 10; aprenda a fazer


A Microsoft vem trabalhando há algum tempo com desenvolvedores para entregar a eles todas as ferramentas possíveis para realizarem o seu trabalho. Um meio disso foi utilizar a linguagem do Linux dentro do Windows 10, e agora, permitindo que os usuários instalem uma versão do Ubuntu, uma das distros mais populares de Linux, dentro do Windows 10.


Agora, por meio da ferramenta de gerenciamento de Hyper-V, a Microsoft permite a instalação do Ubuntu 18.04 LTS ou 19.04 dentro do Windows 10. O programa em questão possibilita a criação de máquinas virtuais dentro do sistema operacional da Microsoft, dando a chance de outros sistema funcionarem sem a necessidade da instalação em dual boot ou em outra máquina.

Aprenda a instalar

1. Para instalar o sistema, vá até a busca do menu Iniciar e procure por Gerenciador de Hyper-V (ou Hyper-V Manager).

2. Dentro dele, selecione a opção de criação de uma nova máquina virtual, no qual surgirá a possibilidade de escolher uma versão do Ubuntu — o próprio gerenciador realizará o download da imagem do sistema operacional e realizará a instalação para você.
Imagem: Reprodução/André Mello

É importante comentar que o Gerenciador de Hyper-V está disponível nas versões Enterprise, Pro e Education do Windows 10, além de ser necessário que o computador tenha um processador 64 bits com SLAT, suporte de CPU para extensão do modo de Monitor de máquina virtual e, no mínimo, 4 GB de memória RAM.

Fontes

Linux

Linux: o núcleo dos sistemas operacionais de código aberto

O que é Linux? Linux, ou kernel Linux, funciona como o núcleo de um sistema operacional. Com isso, ele trabalha entre o hardware e a interface de usuário, fornecendo o alicerce para o desenvolvimento e execução de outros softwares, além de permitir controlar o hardware.


Distribuições e sistemas

O Linux oferece distribuições como Ubuntu e Debian. A primeira é indicada para notebook, desktops e servidores e a segunda, que utiliza o Kernel Linux ou Hurd em conjunto com outros aplicativos, busca oferece um sistema operacional completo e universal.

Assim, baseado nas distribuições, alguns sistemas operacionais como Linux Mint, Kurumi, Fedora, Madriva e Deepin se destacam.


O Mint é baseado no Ubuntu e no Debian e fornece versões com os principais desktops atuais (Cinnamon, MATE, KDE e Xfce). O Kurumin, por sua vez, foi projetado para ser mais compacto. O Fedora tem como padrão três versões de teste para validação e correção de defeitos, reportados através do sistema de correção de bugs e o Deepin apresenta sua própria central de softwares, capaz de realizar downloads (até mesmo simultâneos) de repositórios Ubuntu e pausá-los para retomada posterior.

No caso do Mandriva Linux, ele é uma fusão da distribuição francesa Mandrakelinux e da distribuição do Brasil Conectiva Linux.


O Linux Lite é um jeito grátis, fácil e mais leve para usar o Linux baseado em um sistema operacional que ajudar os usuários iniciantes no kernel.

História

O Linux foi criado por Linus Torvalds, um estudante do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki na Finlândia, no ano de 1991. Depois de divulgar o projeto, ele contou com ajuda de vários programadores voluntários a partir da Usenet (uma antecessora da Internet), conseguiu melhorá-lo e o transformou em um dos maiores projetos de software livre do mundo.

A versão 1.0 do Linux foi lançada no dia 14 de março de 1994, a 2.0 em 09 de junho de 1996, a 2.2 em 26 de janeiro de 1999, a 2.4.0 em 04 de janeiro de 2001, a 2.6.0 em 18 de dezembro de 2003, a 3.0 em 22 de julho de 2011 e, finalmente, a versão 4.0 foi lançada em 12 de abril de 2015.


Com o passar do anos, o kernel Linux desenvolveu-se, agregou outros softwares e passou a ser entregue em um formato conhecido como distribuição. Agora, o kernel é entregue geralmente via mídia ótica ou download dentro de uma imagem ISO, com um instalador e os diversos programas que irão compor o sistema operacional a ser instalado.


Desde os primeiros anos de vida do kernel, o nome Linux também tem sido usado por muitas pessoas para nomear sistemas operacionais que utilizam esse núcleo. 



Contudo, o contrato de uso que o kernel usa e o torna um software livre está sendo questionado pela Free Software Foundation (FSF, Fundação para o Software Livre), a mesma entidade que criou a licença GNU General Public License.

Fonte: TechTudo

7 Motivos Para Você Aprender e Usar Linux Hoje Mesmo

A Dice, uma dos maiores sites do mundo para profissionais de TI e Engenharia, ao lado da The Linux Foundation, a organização sem fins lucrativos que mantém o sistema operacional do Pinguim, divulgaram, no primeiro trimestre de 2014, o relatório Demand for Linux Expertise Drives Hiring Priorities for 2014. É possível notar um grande aumento na demanda por profissionais especializados nesse sistema operacional.

Vamos a 7 motivos para você começar a aprender Linux hoje mesmo!



1. Mais oportunidades de trabalho
Com a crescente adoção do Linux como plataforma de trabalho em diversas empresas, a busca por profissionais que utilizem e conheçam esse sistema também aumentou, gerando muitas oportunidades de trabalho, tanto no Brasil quanto no exterior. Segundo a pesquisa, as áreas onde mais foram buscados esses profissionais incluem:

Administração de Sistemas (SysAdmin): 58%;
Desenvolvimento de Aplicações Linux: 45%;
Arquitetura/Engenharia de Sistemas: 45%.

2. Salários mais altos e maior satisfação no trabalho

Essa busca por profissionais especializados fez os salários aumentarem. Mas não apenas o dinheiro está tornando esses profissionais satisfeitos.

Mais de 4 mil Profissionais Linux foram questionados sobre realização no trabalho. Eles disseram que a melhor coisa de trabalhar com Linux é que eles trabalham com projetos interessantes. A segunda foi "trabalhar com as tecnologias de ponta do Mercado para resolver desafios". Já a terceira foi o maior número de oportunidades de trabalho.

A pesquisa concluiu que esses profissionais realmente amam o que fazem, e terão muitas oportunidades para colocar em prática essa paixão.


3. Sistema estável e em constante aprimoramento

Em nota oficial de dezembro de 2014, a The Linux Foundation divulgou que está aumentando o número de colaboradores. Essa atitude foi necessária devido ao grande crescimento e adoção do Linux. O objetivo é fornecer um software ainda melhor e estável, além de suporte especializado.

Isso demonstra o compromisso das organizações e empresas em manterem e aprimorarem os Sistemas Linux.


4. Maior adoção do Linux em aplicações e ambientes corporativos

Diversas empresas investiram em aplicações Linux e soluções opensource para prover maior segurança e estabilidade. No que diz respeito a Servidores, o sistema do Pinguim tem presença muito superior à do Windows.

Implantações de aplicações Linux aumentaram durante os últimos 4 anos, de 65% para 79%, enquanto a implantação do Windows caiu de 45% para 36%.

Este dados são de uma pesquisa do The Linux Foundation's Enterprise End User Council, com empresas e organizações que tenham vendas mínimas de US$ 500 milhões ou com, no mínimo, 500 funcionários. Isso inclui empresas como Morgan Stanley, Goldman Sachs, Bank of America, Bristol-Myers Squibb, NTT, Deutsche Bank, DreamWorks, ADP, Bank of New York, NYSE, NASDAQ, Goodrich, MetLife, e AIG.

O Linux tem sido a plataforma de escolha para diversas empresas. Mais de 87% migraram para ela em 2014. E 82% possuem planos para adicionar ainda mais servidores Linux em 2015. Muitos desktops de empresas estão rodando Linux nos úlitmos anos.

Mais que isso, a adoção do Pinguim aumentou, enquanto a implantação do Windows continua caindo.


5. Linux é o futuro da Computação em Nuvem

Em um artigo para o Linux Magazine, Cezar Taurion (autor do livro Cloud Computing - Computação em Nuvem), afirmou que Cloud Computing é irreversível e, em breve, o termo Cloud Computing passará a ser apenas Computing, já que toda a Computação será em nuvem.

Se a previsão se realizará ou não, só o tempo dirá. Porém, é incontestável que a maioria dos softwares estão migrando para a nuvem. E grande parte dos servidores em nuvem também executam Linux. Logo, o futuro da computação em nuvem está fortemente ligado ao Linux.

E o sistema do Pinguim ainda é a melhor opção para a Computação em Nuvem. 75% das empresas usam Linux como plataforma de nuvem. Por outro lado, apenas 24% usam o Windows na nuvem, e menos de 2% usam Unix.


6. Oportunidades em países desenvolvidos

Nós, países emergentes, utilizamos as tecnologias que os países desenvolvidos já testaram e aprovaram. E muitas vezes, depois de aprovarem, jogaram pra nós, pois viram algo ainda melhor.

A tecnologia de ponta está nos países de Primeiro Mundo (principalmente da América do Norte e da Europa). Se você dominar Linux, terá maiores chances de ser contratado(a) por uma empresa desses países, onde a busca por tecnologias inovadoras e modernas é muito maior que no Brasil.


7. Até a Microsoft ama o Linux

Pode parecer mentira, mas o próprio CEO da Microsoft, Satya Nadella, recentemente declarou seu amor pelo Linux!

Se até a Microsoft ama o Linux, por que você não deveria amá-lo também?!


Dicas Para Se Especializar em Linux

Existem vários cursos de Linux, desde os voltados para os mais iniciantes até os voltados para os mais avançados.

Porém poucos focam em algo que é um grande diferencial de sistemas Linux e Unix-Like (isso inclui o Mac OS X também): linha de comando.

A maioria aborda os comandos de forma bem superficial. Seja por falta de conhecimento do instrutor, por falta de vontade dos alunos ou falta de tempo.

Existe uma grande vantagem em saber usar os principais comandos: agilizar e automatizar tarefas. É muito prático realizar tarefas repetitivas do dia-a-dia utilizando comandos e Shell Scripts.

Quer saber mais confira um pequeno curso no blog do rberaldo.com.br, dividido em dois módulos. No primeiro, ele mostra os principais comandos do Linux. No segundo, abordo a criação de Shell Scripts, quais são suas estruturas etc.

Caso você já use Linux e tenha interesse em descobrir como agilizar suas tarefas diárias, veja estes dois posts:


Linux para Seres Humanos

Na "grande guerra" que acontece entre os Sistemas Operacionais, há entre os seus "combatentes" indivíduos que acreditam fielmente que o seu sistema é o melhor, o mais confiável e o mais estável. Neste contexto, estão presentes os usuários do Linux, os quais, dentro de seus próprios domínios, tentam definir qual a melhor distribuição. Desta forma, esse pequeno artigo vem de encontro a estes usuários, tentando demonstrar que não basta o sistema ser livre, tem que ser humanizado.

Usuário não fanático do Linux a algum tempo, adentrei algumas vezes em discussões sobre qual o melhor Distro1. Em alguns destes debates, usuários mais experientes defendiam certos tipos de sistema que realmente eram robustos, mas que, deixavam a desejar ao usuário final. Ao tentar instalar um programa ou mesmo escutar uma música, o indivíduo tinha que ir até o terminal e digital alguns códigos, os quais, eram copiados da internet ou simplesmente passados por usuários que, já a um determinado tempo, utilizavam este sistema em seu dia a dia. Nesta tarefa complicada de baixar e instalar, há os que defendiam que, o verdadeiro usuário deveria saber lidar com as linhas de código, ou até mesmo, saber o básico da programação em C para transpor os problemas que poderiam surgir no futuro.

"A Batalha das Distros", como é conhecida, coloca os apaixonados pelo Ubuntu em confrontos contra Slackwares, Mandrivas e Debians. Enquanto os primeiros defendem o "Linux para seres humanos", os outros querem mais é mostrar aos outros que são muito superiores em informática. (HAMANN, Renan: Erro 404: Fanboys malditos. Disponível em: http://www.tecmundo.com.br/12563-erro-404-fanboys-malditos.htm. Acesso em: 23 Agosto 2011)

Porém, quem vos escreve pensa completamente o contrário e irei explicar o porque. Umas das vantagens que o sistema da Microsoft tem sobre o Linux é sua praticidade, e isso não se pode negar. Ao tentar instalar um programa, ao clicar duas vezes em cima de seu executável, todo o processo é intuitivo e praticamente automático, não necessitando que o usuário tenha um conhecimento elevado para que o software desejado seja instalado com sucesso. No Linux não é diferente, porém, em alguns casos, os quais não são raros, o processo de instalação demanda um conhecimento um pouco maior do usuário final, principalmente se o único caminho para esta tarefa for as tão temidas linhas de comando.

Logo, quando falamos de Linux para Seres Humanos, queremos tocar neste ponto, devemos ser defensores do Linux sim, e quando digo defensores quero dizer pessoas que não usam somente, mas que ensinam e recomendam, toda via, devemos sempre indicar Distros que realmente levarão o usuário a ter uma experiência confortável, ou em outras palavras, que o mesmo não se amedronte e acabe saindo do mundo OpenSorce2 para mergulhar novamente no mundo do software proprietário. Por este motivo, que nós recomendamos o Ubuntu, uma distribuição que além de ser totalmente humanizada ( Linux for Humam Beings), trás a seu usuário as facilidades que o mesmo já encontrava no Windows, ou seja, essa familiaridade de telas e manuseio o agradam, e convenhamos, nada melhor do que um "cliente" satisfeito.

Portanto, fica a dica para quem deseja adentra no mundo Linux, busque um Distro mais humanizado, não pense que escrever linhas de códigos o fará mais inteligente ou mais defensor do software livre, busque as facilidades, humanize cada vez mais esse sistema maravilhoso, livre, e totalmente criado para que nós possamos ter em casa algo feito para servir e ao mesmo tempo ensinar. Sei que este pequeno artigo tocará na ferida de alguns usuários fanáticos, porém, leia com atenção, reflita sobre as dificuldades dos usuários inexperientes.

1- Abreviação que vem do inglês, distribution.

2- A filosofia do Software Livre encontra as suas raízes na livre troca de conhecimentos e de pensamentos que podem tradicionalmente ser encontrada no campo científico. […] Os programas de computador não são tangíveis e podem ser copiados sem perda. […] No inicio dos anos 80, Richard M. Stallman foi o primeiro a formalizar esta maneira de pensar para o software sobre a forma de quatro liberdades: A liberdade de executar o software, para qualquer uso. A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades. A liberdade de redistribuir cópias. A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria. […] A "Definição do Open Source" é ela mesma derivada das "Linhas Directoras do Software Livre Debian", que derivam das quatro liberdades mencionadas acima. Consequentemente, as três definições descrevem as mesmas licenças; a "Licença Pública Geral GNU" (GPL) é a licença de base de todas as definições. (SEABRA, Rui Miguel Silva: O que é o Software Livre? (tradução do texto original de Georg C.F. Greve, Presidente da Free Software Foundation Europe). Disponível em: http://ansol.org/filosofia. Acesso em: 23 Agosto 2011)
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