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Em um segundo, mais de 2,3 milhões de buscas são feitas no Google. Imagine o tanto de gente que procurou pelo seu produto ou serviço e você não estava na primeira página? Com a Automação de Ads da Goomark, todos os nossos anos de expertise estão em um software, que toma decisões para garantir o maior número de cliques na sua campanha de Google Ads, com o menor investimento possível.

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Mostrando postagens com marcador FACEBOOK. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FACEBOOK. Mostrar todas as postagens

Tráfego pago: O que é? Quais são os principais tipos?


Investir em anúncios na internet é uma estratégia importante que oferece muitas possibilidades; saiba mais sobre o assunto antes de abrir a carteira

Tráfego pago na internet é aquele que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca, redes sociais e até mesmo em outros sites. No Marketing Digital, é usado para conduzir visitantes a páginas estratégicas para as empresas, como as de vendas ou de conversão.

“Quem quer rir tem que fazer rir”. A frase, que entrou para o vernáculo nacional em Tropa de Elite, cai como uma luva em diversas situações do Marketing Digital. É claro que estratégias de SEO e Email Marketing funcionam a médio e longo prazo, trazendo um crescimento sustentável e previsível. Porém, quando temos pressa, a saída é o tráfego pago.

Também conhecido como mídia paga, anúncios pagos ou a boa e velha propaganda, o tráfego pago assusta no começo de sua implementação. Porém, quando é atingido o equilíbrio entre o investimento e o retorno, ele de fato traz sorrisos a empresas dos mais variados mercados e tamanhos.

Você está começando a colocar dinheiro em anúncios? Ou quer ter mais clareza sobre o tema antes de dar sua grana para o Google, Facebook e outras gigantes da tecnologia? Neste post, trazemos o que é mais importante você saber sobre tráfego pago, com links para se aprofundar em cada um dos principais tipos. Vamos nessa?

O que é tráfego pago? Tenho mesmo que pagar para ter visitantes no meu site?

Quando falamos de internet e Marketing Digital, tráfego pago é toda aquela audiência de um site ou blog que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca (Google, Bing, etc.), redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn, etc.) e outros sites (Taboola, Outbrain, etc.). 

Ou seja, é quando você paga para que visitantes cheguem até a sua página. No entanto, não é o amigo internauta que recebe a grana que você investiu, mas sim as ferramentas citadas no parágrafo acima. “Mas eu preciso pagar mesmo, RD?”

Embora seja perfeitamente possível ter sucesso na economia digital apostando apenas em crescimento orgânico, geralmente é preciso investir em ads para acelerar esse crescimento. O melhor mesmo é combinar tráfego pago e orgânico, fazendo rir em todas as frentes.

Por isso, vale a pena conhecer mais também sobre SEO e Email Marketing – e eu falo com tranquilidade, porque sei que você caiu neste texto organicamente. Isso post, vamos aos principais tipos de anúncios que você pode fazer na internet para conseguir tráfego pago para o site, blog ou Landing Page do seu negócio.

Onde eu consigo o tráfego pago? Quais são as principais ferramentas?

Como dissemos acima, são muitas as opções de ferramentas que aceitam de bom grado o seu dinheiro para exibir links para o seu negócio. As principais são:

  • Google Ads
  • Facebook Ads
  • Anúncios no YouTube
  • Instagram Ads
  • LinkedIn Ads
  • Native Ads

Vale ressaltar que alguns dessa lista são das mesmas empresas, casos de Google & YouTube e Facebook & Instagram. Assim, você pode fazer a gestão deles no mesmo lugar (Google e Facebook, respectivamente). E fica o lembrete de como essas duas empresas concentram grande parte da verba publicitária mundial atualmente.

Mas vamos lá, veja um resumo de cada um dos principais canais.

Google Ads

O Google Ads, antigamente conhecido como Adwords, é a plataforma de anúncios do Google. Através do Google Ads, é possível criar anúncios de Pesquisa, de Display, no YouTube, no Gmail e na Play Store.




Os anúncios de Pesquisa são os que aparecem quando você faz uma busca no Google, como na imagem acima. Já os banners em sites são os tipos de Google Ads de Display mais conhecidos. Os outros três (YouTube, Gmail e Play Stores) são autoexplicativos: aparecem nesses três locais.

Facebook Ads

Facebook Ads é o sistema de anúncios da família Facebook Meta, que inclui diferentes formatos nos diferentes veículos do grupo. Eles incluem tráfego pago no próprio Facebook, o Messenger, o Instagram e anúncios que levam a uma conversa no WhatsApp, por exemplo.

Como as pessoas dão muitas informações de perfil ao Facebook, que por sua vez também analisa milhões de interações, comentários e cliques por segundo, a sua plataforma de ads sempre foi famosa por permitir uma maior personalização. Ou seja, era possível fazer anúncios super assertivos, como o remarketing já para finalizar a venda.

E também pelo grande número de ativos que o Facebook possui, seus anúncios fazem combinações poderosas, gerando resultados bem relevantes. Para se aprofundar nas possibilidades oferecidas por Mark Zuckerberg (ainda sem o Metaverso), leia o nosso blogpost completão: Facebook Ads: como a plataforma de anúncios pode acelerar os resultados do seu negócio.

Anúncios no YouTube

“Ok, RD, eu quero ter tráfego pago, mas eu não gosto de ter meus vídeos interrompidos então ninguém deve gostar!” De fato, é um bom ponto. Porém, os anúncios no YouTube vieram para ficar porque, bem, os vídeos vieram para ficar. 

Não esqueça que cada vez mais pessoas assistem ao YouTube em suas smart TVs, então os anúncios nessa plataforma de streaming do Google (lembra?) são como as antigas propagandas nos grandes canais de TV. É preciso ser criativo!

E você sabe o que é in-stream, bumper ad, masthead, video discovery e out-stream? Pois é, são tipos de anúncios no YouTube. Então nem só de interrupções no seu tutorial favorito vive esse tipo de tráfego pago. Para saber o que cada um deles faz e como investir seu dinheiro com inteligência acesse nosso super post: Como anunciar no YouTube: um passo a passo completo.

Instagram Ads

A rede social mais visual do mundo tem fotos, vídeos e anúncios. Muitos anúncios. Porém, como faz parte da família do Facebook, você já deve ter percebido que são super direcionados para os seus gostos – ou ao menos para o que algoritmo entende como o seu gosto, usando os seus cliques, buscas, curtidas e comentários.

Em resumo, Instagram Ads veiculam anúncios tanto no feed quanto nos Stories da rede social. Esses anúncios são em formato de fotos, vídeos e carrossel com sequências de fotos ou vídeos. Eles podem ser usados para gerar cliques, conversões, instalações de aplicativos e visualizações de vídeos.

Aqui é muito importante caprichar no visual. “Tem post completão, RD?” Tem sim: Como anunciar no Instagram Ads: o passo a passo completo + dicas. Então tire umas fotos legais dos seus produtos e ou mande uma dancinha engraçada!

LinkedIn Ads

“Como assim, RD, aqui é para eu pagar para verem meu currículo?” Ora, deixe disso, você sabe que o LinkedIn é muito mais que um mero CV online. A rede social profissional é muito atrativa para anúncios justamente porque quem está por lá já está de olho em oportunidades de negócios ou de aprendizado.

Até por isso, o tráfego pago vindo do LinkedIn costuma ser um pouco mais caro. Ele vende justamente esse perfil mais profissional para valorizar o custo. Porém, dependendo da sua estratégia, pode valer bastante a pena, principalmente para negócios B2B!

E também são vários tipos de anúncios por lá, também com múltiplas possibilidades de formatos e otimizações. Dá uma olhada no nosso blogpost: LinkedIn Ads: veja como e por que você deve fazer anúncios na rede social profissional.

Native Ads

Os Native Ads se destacam por não ter um formato padrão de publicidade, aparecendo como um conteúdo destacado ou recomendado dentro de portais, sites e blogs relevantes. Em geral, não prejudicam a experiência do usuário. As plataformas mais conhecidas desse tipo de tráfego pago são Taboola e Outbrain.

Eles costumam se adequar ao formato desses sites, escapando de um problema que pode acometer anúncios: serem ignorados. Isso porque o cérebro do internauta moderno já está treinado a nem ver mais algumas áreas de sites, justamente pelo antigo mau uso de banners. Quer saber como usar? Leia no nosso guia completo sobre o Taboola.

Onde eu recebo o meu tráfego pago?

Não, a pergunta não está errada, nós sabemos que você paga pelo tráfego. O “receber” é no sentido de para onde você deve direcionar os seus anúncios. Como eles têm um custo, o ideal é que conduzam para páginas de conversão ou até mesmo para o fechamento de vendas. Dessa forma, você consegue mensurar melhor os seus resultados.

É claro que é possível levar os visitantes para a página principal do seu site ou um blogpost. Porém, faz mais sentido direcioná-los a uma Landing Page ou a uma página de vendas. Com a primeira você começa uma jornada de relacionamento usando o Email Marketing, e com a segunda você já apresenta seus argumentos para fechar a venda.


Fonte: Resultados Digitais

“Comprar Local”: Saiba como usar essa novidade do Instagram

Nova atualização visa ajudar a divulgar negócios locais atingidos pela crise econômica do coronavírus


O Instagram lançou nesta segunda-feira (11) um novo adesivo interativo para o Stories. A iniciativa da rede social tem por objetivo ajudar a divulgar negócios locais atingidos pela crise econômica causada pelo coronavírus. Ao ser adicionado e publicado no storie, o adesivo mostra as três últimas publicações do perfil marcado e, ao ser tocado, permite que seguidores visitem o perfil ou sigam a empresa.
No tutorial a seguir, confira como usar o sticker ‘Apoie pequenas empresas’ do Instagram Stories.

Passo 1. Na tela inicial do Instagram, acesse seu story e escolha uma imagem da sua biblioteca;

Acesse o Seu Story, no Instagram.

Passo 2. Em seguida, toque sobre o botão de stickers e adicione o item “Apoie as pequenas empresas”;
Adicione o adesivo: APOIE AS PEQUENAS EMPRESAS.

Passo 3. Digite o @ da empresa e selecione o perfil desejado loga acima do teclado. Toque sobre o adesivo para exibir ou ocultar as últimas publicações da empresa;


Coloque o perfil da empresa que você queira mostrar.
Pronto! Aproveite as dicas para divulgar perfis de empresas que você queira ajudar.

Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário no campo abaixo! 

Facebook libera novo tema em modo beta para mais usuários

O Facebook ganhou um redesign na versão para web, que foi prometido pela companhia em 2019, durante sua conferência anual para desenvolvedores. Com o novo visual chega o aguardado tema escuro, que tornará o uso da rede social mais confortável e elegante.

Veja a seguir o que muda no novo visual e como você pode ativá-lo no eu navegador.

Como ativar o novo visual do Facebook

O redesign do Facebook está chegando aos poucos para os usuários. A primeira coisa que você precisa saber é que o tema não irá mudar automaticamente, mas um alerta com a disponibilidade do novo visual irá aparecer na parte superior direita da página, ao lado do meu de "Ajuda". Basta clicar no balcão azul para migrar o visual antigo para o novo:


Clicando no alerta "Você pode mudar para o novo Facebook beta a qualquer momento", o visual será alterado automaticamente e você conseguirá aproveitar as novidades.

Se você ainda não recebeu essa notificação, recomendamos que você clique na 'seta para baixo' que aparece no canto superior direito da tela. A opção de migrar o visual aparece dentro desse menu, caso você tenha perdido a notificação com o balão azul:



Veja abaixo quais são as principais novidades e o que muda com o novo visual do Facebook:

Facebook com tema escuro

A usabilidade do Facebook permanece a mesma, mas o tema escuro deixa a experiência de uso na plataforma mais confortável, sobretudo para quem gosta de assistir a vídeos no Watch.


Para ativar o tema escuro, basta clicar na sua foto de perfil com o novo design ativado e selecionar "Modo escuro" no menu que irá abrir. Essa opção altera por completo o visual do Facebook, como o perfil, as comunidades, os grupos e também o feed de notícias. O recurso é compatível com qualquer navegador e não requer nenhum requisito mínimo para funcionar.


Destaque para Grupos e Stories

O novo visual foi uma promessa que o Facebook fez durante a F8, em 2019, conferência da empresa para desenvolvedores que antecipa algumas novidades que estão programadas para chegar ao longo do ano.

Quem mora na cidade do Rio de Janeiro ou em São Paulo já deve ter se deparado com alguma publicidade do Facebook em pontos estratégicos de avenidas importantes, ou no metrô, por exemplo — todas elas dando ênfase aos Grupos. Também há propagandas na televisão em horário nobre divulgando comunidades, grupos e o marketplace, e isso não é por acaso.


O objetivo do Facebook com esse novo visual é tornar essas ferramentas centrais, deixando o feed de notícias em segundo plano. Os Stories também ganharam um espaço de maior destaque no redesign para web.

Fontes maiores e mais espaçamento

De modo geral, o visual escuro deixa os elementos mais espaçados e com fontes mais legíveis, o que deve facilitar a vida de quem usa a versão web no navegador do celular. Há também a promessa de maior velocidade e publicidade menos invasiva em algumas seções.


Agora é só aguardar!

Via Canal Tech

Facebook removeu em 2019 6,6 bilhões de contas falsas

A razão para isso, de acordo com a equipe de engenharia do Facebook, é um sistema avançado de machine learning chamado Deep Entity Classification (DEC), capaz de detectar melhor perfis falsos com base em uma gama mais ampla de atributos e comportamentos.


A dificuldade em estimar a quantidade de fakes tem sido um ponto crucial para anunciantes que desejam otimizar o desempenho no Facebook. Apesar da empresa oferecer um potencial de alcance incomparável (com mais de 2,5 bilhões de usuários ativos em todo o mundo), uma crítica comum é que muitos desses perfis são falsos, o que reduz a confiança nos números de alcance da plataforma.

Em 2018, o Facebook disse que seu percentual de contas falsas era de cerca de 4% de sua contagem, que naquela época equivalia a 88 milhões de perfis falsos. Isso depois de anunciar a redução de 583 milhões de contas falsas em um trimestre, devido a seus esforços avançados de detecção e remoção, em resposta à crescente necessidade de mais ação nessa frente.

Esses números já são impressionantes, mas os números de 2019 são ainda mais. No ano passado o Facebook derrubou 6,6 bilhões de contas falsas. Ou seja, a rede social aumentou significativamente seus sistemas nessa frente.

Conforme explicado pela CNet:

“[O sistema analisa] não apenas as contas ativas no Facebook, mas também o comportamento de cada perfil individual e a interação com o resto da comunidade. Os engenheiros do Facebook se referem aos “deep features” de cada conta, que são os padrões comportamentais, em vez das características diretas de uma conta. Em outras palavras, no lugar de apenas registrar detalhes, como a data de criação de uma conta ou o número de solicitações de amizade enviadas, o DEC também analisa todas as propriedades dos perfis, grupos ou páginas com as quais um usuário específico entrou em contato”

A chave para esse sistema de detecção aprimorado é sua complexidade – na compreensão de como cada perfil está sendo usado e na identificação de padrões alinhados ao comportamento não autêntico. Com cerca de 20.000 recursos reunidos para cada perfil, a principal vantagem da nova ferramenta é a dificuldade de fazer a engenharia reversa. Apesar de tudo isso, o Facebook diz que, no momento, o percentual de perfis falsos da plataforma é de 5% dos 2,5 bilhões de contas atuais. Isso significa que ainda existem 125 milhões de contas falsas na plataforma.

Numa análise do Social Media Today:

“Realisticamente, sempre haverá um nível de falsificações na plataforma, e 5% parece uma quantidade razoável – e a evolução dos processos do Facebook deve ajudar a melhorar a confiança em sua integridade de alcance. Dependendo de como você olha”.

Facebook começa testar o compartilhamento do Stories no Instagram

Já faz tempo que é possível compartilhar os stories do Instagram direto em seu perfil do Facebook, mas o teste agora é para ser possível fazer o contrário também: postar stories no FB e compartilhar automaticamente no seu perfil do Instagram.

Assim como acontece no Instagram, será possível selecionar nas configurações essa opção:


Os testes foram revelados pela especialista em engenharia reversa, Jane Manchun Wong, no seu perfil do twitter, e o portal TechCrunch entrou em contato com a plataforma, que confirmou a informação:

“A empresa agora está testando formalmente o recurso de postagem cruzada para facilitar o compartilhamento de momentos com as pessoas importantes para você, pois as pessoas podem ter diferentes públicos e seguidores no Facebook e no Instagram. O Facebook continuará a explorar opções para simplificar e melhorar o funcionamento do Stories em seus aplicativos. Isso significa que está fora da fase de prototipagem apenas interna e agora está sendo testado com usuários em maior escala.”

A notícia é do Social Media Today, que lembra que “a opção pode facilitar o compartilhamento rápido do conteúdo do Stories, mas a postagem cruzada também deve ser feita com cautela, com resultados que variam de plataforma para plataforma. Seus quadros podem não ter a mesma aparência nos dois aplicativos, e as pesquisas e ferramentas semelhantes terão formatos diferentes“.

Facebook recebe atualização bem azul no Menu de funções.

Se você já deu uma olhada no menu de funções do aplicativo do Facebook pode ter percebido um novo layout para o mesmo.



No lugar da lista de opções em cima de um fundo branco, a plataforma trouxe em sua atualização um menu dividido em duas colunas de retângulos brancos flutuando sobre um fundo azul.

O portal Android Police compartilhou uma comparação do antigo x novo:


Funcionalmente, não há muita diferença entre o menu antigo e o novo. Você ainda tem acesso a todos os tipos de seções do Facebook, além das configurações do aplicativo e preferências de privacidade. Segundo a mensagem sobre a atualização, a mudança vem para “facilitar a localização das coisas que você mais usa”. Certamente a atualização faz com que cada opção individual se destaque – mas como seria de esperar, vários usuários já expressaram seu desgosto com a mudança.



Testes internos mostraram que as pessoas estão mais inclinadas a usar as várias ferramentas desse formato, o que levou a uma implementação mais ampla. Não está claro se/quando todos receberão o menu azul, mas as muitas manifestações mostram que mais usuários receberam esta semana.

Tamanhos de imagens para Redes Sociais em 2019


Cada rede social tem suas próprias diretrizes para publicação de imagens. Por isso, saber quais são os tamanhos de imagens das principais redes sociais do mundo é essencial para ter o melhor aproveitamento possível de suas publicações, independentemente do canal escolhido.

Para todos que estão produzindo conteúdo para redes sociais em alguma estratégia de Marketing Digital, estar atento ao tamanho das imagens para redes sociais é uma tarefa obrigatória.

Saiba que seu foco não deve ser apenas o Facebook. Outras redes sociais crescem a cada dia, como o YouTube e o LinkedIn, e ganham importância no cenário de divulgação de conteúdo e estratégias de Marketing.

Tanto no computador como no tablet ou no smartphone, todos estarão de olho na divulgação do seu conteúdo. 

Por isso, seja para sua página pessoal, seja para a fanpage de seu negócio, é vital que você saiba todos os tamanhos de imagens das redes sociais que usará. Neste post, pretendemos deixar todas as dicas mastigadas para você!

Principais tamanhos de imagens no Facebook
Começaremos, é claro, com a mais importante das redes sociais: o Facebook. Ele dispensa qualquer apresentação e é a rede mais popular do Brasil.

É preciso frisar que há diferenças entre o tamanho das imagens em desktop e em equipamentos mobile, como tablets ou smartphones.

Outro detalhe importante é a diferença entre a postagem com links e imagens. Por isso, vale analisar a diferença entre postar um link que contenha uma imagem ou postá-lo dentro do texto e subir uma imagem independente para sua publicação.

Para uma rápida compreensão, quando o conteúdo que você pretende postar contém um link, este automaticamente será carregado, mostrando uma prévia — em geral, uma imagem.

Outro ponto que merece atenção são os anúncios. Sua imagem não pode ser ocupada por mais de 20% de texto, pois isso impedirá que o anúncio seja aprovado pelo Facebook.

Ou seja, escreva bem pouco na sua imagem e deixe as informações para a descrição da publicação. Esse é um requisito do Facebook para permitir o impulsionamento dos seus posts.

Facebook Perfil:

  • Imagem de capa: 851 x 315 px
  • Vídeo de capa: 820 x 425 px
  • Imagem de perfil: 180 x 180 px

Facebook Página:

  • Imagem de capa: 820 x 312 px
  • Vídeo de capa: 820 x 312 px
  • Imagem de perfil: 180 x 180 px

Facebook Grupos:

  • 820 x 428 px
  • Facebook Eventos:
  • 500 x 262 px

Tamanho de imagens no Instagram

A rede social de imagens e vídeos vem do universo mobile. Dentro do aplicativo, o usuário não tem a opção de alterar o tamanho das imagens.

As empresas e grandes marcas têm explorado cada vez mais o Instagram, usando imagens, vídeos e anúncios nessa rede social.
  • Avatar: 180 x 180 px
  • Imagem quadrada: 1080 x 1080 px
  • Imagem vertical: 1080 x 1350 px
  • Imagem horizontal: 1080 x 566 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Instagram

Principais tamanhos de imagens no Twitter

O Twitter já é uma rede social bem estabelecida e muito popular, tanto no Brasil quanto no mundo. Quase toda empresa com presença online possui um perfil ativo no Twitter — aquelas que não possuem, deveriam.

As imagens são bastante utilizadas nessa rede, tanto em capas e perfis quanto em postagens.
  • Imagem de capa: 1500 x 500 px
  • Imagem de perfil: 400 x 400 px
  • Post com imagem: 900 x 450 px ou 1080 x 1080 px
  • Post com link: 520 x 254 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Twitter

Principais tamanhos de imagens no LinkedIn

O LinkedIn é a mais popular rede social profissional do mundo. Por meio dela, empresas e candidatos a vagas de emprego conseguem se encontrar e ampliar o seu networking.

A rede tem variações das imagens em relação aos perfis pessoais e corporativos. Vamos apresentar as medidas para ambos os usuários. Confira!

Perfil pessoal:

  • Avatar: 130 x 130 px
  • Foto de capa: 1584 x 396 px

LinkedIn perfil corporativo:

  • Avatar: 130 x 130 px
  • Foto de capa: 1584 x 396 px

Posts:

  • Post com imagem: 520 x 320 px
  • Post com link: 520 x 272 px


Confira os principais tamanhos de imagens no YouTube

O site de vídeos YouTube tem particularidades quanto ao canal do usuário, que cada vez mais ganha contornos de rede social, permitindo compartilhamentos de vídeos de outros usuários, curtidas, comentários e mensagens inbox.

Imagem de capa do canal:

  • TV: 2560 x 1440 px
  • Desktop: 2560 x 423 px
  • Tablet: 2560 x 423 px
  • Informações principais: 1546 x 423 px

Ícone do canal:

  • 500 x 500 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: YouTube

Principais tamanhos de imagens no Pinterest

O Pinterest já está ocupando espaço significativo com um novo formato, específico para imagens com alta velocidade de interação e compartilhamento.

O Pinterest possibilita ao usuário mostrar para quem o segue imagens que ele considera interessantes e úteis — as postagens de imagem são chamadas de Pins.

  • Avatar: 160 x 160 px
  • Pin: 236 px de largura (não há limitação de altura)
  • Capa das pastas: 200 x 200 px e 100 x 100 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Pinterest

Principais tamanhos de imagens no Tumblr

O Tumblr é uma rede social toda voltada para imagens e compartilhamentos. A interface simples e o estilo da rede fizeram com que ela se popularizasse rapidamente.

Por ser uma rede bastante informal, abre portas para diversos perfis divertidos e outros com imagens altamente profissionais e belíssimas.

O Tumblr pode ser uma porta para as empresas se relacionarem mais de perto com o seu público.

  • Avatar: 100 x 100 px
  • Imagem da capa: 590 x 340 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Tumblr

Principais tamanhos de imagens no WhatsApp

O WhatsApp é uma das principais mídias de comunicação atualmente.

A ferramenta também já é usada por empresas e tem criado novas funcionalidades para possibilitar que as marcas gerem receita a partir do aplicativo.

Por esse motivo, é importante conhecer as melhores formas de utilizar imagens dentro do app de comunicação.
  • Imagem de capa: 590 x 340 px
  • Avatar: 100 x 100 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Whatsapp
E então, gostou deste nosso post sobre o tamanho de imagens para redes sociais? 

Esperamos ter tirado todas as suas dúvidas sobre os diferentes tamanhos de imagens de cada uma das redes sociais.

Facebook testa novidade nos Stories e pode esconder as curtidas em publicações

Facebook rodou testes em Androids escondendo as curtidas das publicações, assim como feito recentemente no Instagram. Além disso, nova feature do Stories permite compartilhamento de músicas

Os últimos dias foram de novidades no Facebook. Além de anunciarem uma nova feature para o Facebook Stories, a empresa de Mark Zuckerberg estuda retirar o número de curtidas das postagens, assim como foi feito com a rede social pertencente ao mesmo grupo, Instagram.

Para entender mais sobre os anuncios feitos recentemente pela empresa, continue a leitura!

Possível fim dos likes no Facebook

Mais uma vez, a blogueira de tecnologia Jane Manchun deu pistas sobre os possíveis estudos feitos na rede social de Zuckerberg. Segundo a jovem, um teste para esconder as curtidas do Facebook foi rodado em aparelhos Androids.

mudança facebook
O teste foi confirmado pelo Facebook, ao site TechCrunch, mas os usuários ainda não têm acesso à novidade.

Recentemente, uma atualização foi feita no Instagram, para que esse tipo de interação da página aparecesse apenas para o próprio dono da conta. Ao que parece, o fim dos likes no Facebook seguirão a mesma linha.

Esse tipo de atualização vem junto de diversos estudos que apontam como os números nas redes sociais conseguem impactar a saúde mental dos usuários — nem sempre de forma positiva. 

A medida, se confirmada, deve gerar uma grande reflexão nas empresas e nos produtores de conteúdo da rede, para que as métricas sejam repensadas. Assim, parcerias e posts pagos deverão ser melhor pensados, de forma com que os resultados sejam mostrados de outras maneiras.

Apesar disso, é importante frisar que os números ainda estarão disponíveis para os donos da conta. Apenas o público não terá conhecimento sobre eles. 

Nova feature no Facebook Stories

Usuários do Facebook poderão agora compartilhar músicas no Facebook Stories, de forma semelhante ao que já é feito hoje no Instagram. 

O compartilhamento de músicas que estão sendo ouvidas no streaming Spotify pode ser feito da mesma forma que para a outra rede social: basta que o usuário clique nas opções de compartilhamento, escolha o ícone do Facebook e opte pela opção “seu story”.


A feature permite que 15 segundos da música sejam ouvidos na plataforma e, ao tocarem nela, a versão inteira. Ainda será possível compartilhar álbuns completos e playlists, mas apenas as músicas postadas separadamente permitem a execução dentro da própria plataforma.

As novas atualizações do Facebook têm diferentes objetivos. Por um lado, o fim dos likes no Facebook busca combater as métricas de vaidade e toda a pressão que as redes sociais podem causar.

Já o compartilhamento de músicas no stories visa a aproximação entre fãs de uma determinada banda/estilo musical e o engajamento que pode ser criada entre esses fãs e os próprios artistas. 

Facebook anunciou recurso para combater vazamentos de nudes

O objetivo é detectar o conteúdo impróprio antes mesmo de ele ser denunciado
O Facebook lançou uma ferramenta de inteligência artificial que ajuda a detectar e sinalizar proativamente imagens e vídeos íntimos publicados sem consentimento — atitude conhecida como "revenge porn". O sistema estará também no Instagram.


Ao contrário dos filtros atuais, este pode identificar conteúdos em que haja pessoas seminuas. Antes dessa ferramenta, imagens e vídeos de indivíduos que não estavam totalmente nus não eram detectados. Agora, o conteúdo será sinalizado e enviado a um moderador humano para revisão.

Até o momento, os usuários do Facebook e do Instagram tinham de denunciar a "revenge porn". A companhia de Mark Zuckerberg espera que o novo sistema dê maior respaldo às vítimas ao sinalizar as ofensas antes mesmo de elas o fazerem.

"Muitas vezes, as vítimas têm medo de retaliações e, por isso, relutam em relatar o conteúdo ou não sabem que ele foi compartilhado", explica a chefe global de segurança do Facebook, Antigone Davis, em um post no blog da empresa. Ela diz que publicações desse tipo podem ser encontradas e enviadas para moderadores humanos "antes que alguém as relate".

É difícil julgar a eficácia do sistema. A companhia tem apresentado soluções de inteligência artificial para problemas nas redes sociais. No entanto, apesar de sistemas automatizados serem capazes de remover conteúdo indesejado sinalizado antecipadamente (como propaganda terrorista), eles ainda lutam com imagens e vídeos que exigem contexto para serem entendidos.

Análise de imagens e legendas

O anúncio do Facebook não deixa claro como a ferramenta detecta imagens íntimas não consensuais. Um relatório da The Associated Press diz que a tecnologia analisa tanto as imagens quanto as legendas. Assim, um "texto depreciativo ou vergonhoso" sinaliza que, provavelmente, "alguém enviou a foto para constranger ou se vingar de outra pessoa".  

No entanto, isso certamente não é suficiente para capturar todos os exemplos de pornografia de vingança. Além de anunciar o novo filtro, a empresa mencionou o lançamento de um hub para o tema, o Not Without My Consent, e prometeu melhorar suas ferramentas para denunciar "revenge porn" e responder a pedidos relacionados com mais velocidade.

O hub permite que usuários enviem imagens e vídeos que suspeitam que podem ser compartilhados online para o Facebook. A empresa, então, bloqueará o conteúdo de ser carregado em seus sites. A ideia é estender o programa para mais países. 

Esse processo é muito mais preciso do que um filtro automatizado, mas os usuários ficam pouco à vontade para compartilhar esse tipo de conteúdo com o Facebook — o que é compreensível: a empresa já esteve no centro de vários escândalos por não proteger dados pessoais adequadamente. O Facebook diz que está ciente das críticas e quer "esclarecer o processo e as salvaguardas".

Co-fundador do WhatsApp recomendou excluir o Facebook em palestra

Brian Acton vendeu em 2014 sua criação para o Facebook por US$ 19 bilhões, mas hoje diz que não concorda com as ações da rede social

Na última quarta-feira (13/03), durante um evento na Universidade de Stanford, o co-fundador do WhatsApp, Brian Acton, fez uma rara aparição e defendeu sua decisão de vender sua empresa para o Facebook por US$ 19 bilhões. Entretanto o que acabou chamando atenção foi sua atitude de encorajar os estudantes a deletarem suas contas da rede social de Mark Zuckerberg.

Veja também:

Diantes de alunos que estudam o impacto social e as responsabilidades éticas das empresas de tecnologia, Acton explicou os princípios por trás da fundação do WhatsApp e da sua decisão em vende-lo em 2014. Ao fazer isso, ele também criticou os modelos de lucro que impulsionam os gigantes de hoje, incluindo Facebook e Google. Apesar de vender seu produto em um acordo que o tornou um bilionário, os sentimentos negativos de Acton sobre o Facebook não são nenhum segredo.

Em março de 2018, após os envolvimentos Facebook no vazamento de dados relacionados a empresa de consultoria política Cambridge Analytica, Acton twittou uma publicação com a hashtag “#deletefacebook”. Na palestra ele falou de forma crítica de modelos de negócios que incentivem as empresas a priorizar os lucros sobre a privacidade das pessoas. “O lucro é o que está conduzindo a expansão da invasão de privacidade de dados e impulsionando resultados negativos”, disse ele.

O ex-CEO ainda justificou que, na época em que houve a venda, ele acabou sendo ingênuo e que junto com o co-fundador, Jan Koun, ambos acharam que seria possível continuar fazendo algumas coisas do jeito deles. Os dois tentaram introduzir uma maneira diversificada de produzir receita, cobrando uma pequena taxa, mas afirmaram que o Facebook manteve sua forma tradicional que parte da publicidade online

"E nós damos a ele o poder, essa é a parte ruim. Nós compramos seu produto. Nós nos inscrevemos nesse site. Excluir o Facebook parece certo, não?”, concluiu Acton.

5 sinais de que o WhatsApp não está sendo conivente com as notícias falsas

Mentiras e notícias falsas sempre existiram, o que realmente mudou foram os meios pelos quais estas se disseminam. Com acesso à Internet, hoje, é possível atingir um grande número de pessoas, do Oiapoque ao Chuí, em questão de segundos. Basta abrir o WhatsApp. Mais do que isso, na última campanha presidencial, vimos que o envio de notícias falsas em grupos no WhatsApp se tornou até negócio. Contudo, se empresas como o Facebook têm o poder de criar novos problemas dado o avanço da tecnologia, também podem ajudar a resolvê-lo.


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De acordo com dados da própria empresa, o WhatsApp possui 120 milhões de usuários ativos no país. Levando em consideração que a população brasileira é de 209,3 milhões, podemos dizer que mais da metade das pessoas no país usa o aplicativo de mensagens para se comunicar. Aliás, o aplicativo possui um grau de importância tão grande, que até o presidente da república utiliza abertamente a plataforma para discutir assuntos do governo.


Durante a última conferência para desenvolvedores do Facebook, realizada no ano passado, foi divulgado que mais de 65 bilhões de mensagens são enviadas diariamente pelo WhatsApp mundo afora. Logo, nada deveria ser mais importante para a plataforma do que zelar pela veracidade daquilo que é compartilhado entre seus usuários. Porém, isso não é nada fácil quando associado à privacidade destes.

Devido às questões de quebra de sigilo, que levaram o WhatsApp a ser bloqueado pela justiça brasileira em pelo menos quatro ocasiões no país, sabemos por A+B que o sistema de criptografia de ponta a ponta do aplicativo não permite que a empresa tenha acesso ao conteúdo que é compartilhado entre os usuários. Contudo, isso não deveria ser - e não é - motivo para permitir a disseminação descontrolada de notícias falsas no serviço.

No último ano, o time de desenvolvedores da empresa Facebook, proprietária do WhatsApp, vem trabalhando em soluções que ofereçam aos usuários algumas ferramentas que permitam distinguir entre informações verdadeiras ou falsas. Algumas delas ainda não foram implementadas, aparecem apenas no código do aplicativo, mas já mostram o que podemos esperar ver no futuro. Confira quais são essas novas funções abaixo.

#1 Mensagens encaminhadas são identificadas

função implementada

Depois do Facebook ter sido usado para manipular a campanha política nos EUA e a votação de projetos importantes, como o Brexit, no Reino Unido, a empresa montou todo um aparato tecnológico para evitar que o mesmo acontecesse nas eleições no Brasil. Apesar dos esforços terem se mostrado pífios em relação à utilização do WhatsApp como canal de disseminação de spam (termo em inglês que designa o envio em massa de mensagens) e boatos, uma função foi bastante relevante.

Em julho de 2018, a plataforma passou a identificar as mensagens encaminhadas de forma mais clara e objetiva. Este foi o primeiro passo contra o envio de notícias e mensagens falsas.

Sobre o tema, a página oficial do WhatsApp traz a seguinte declaração: “Mensagens com a etiqueta "Encaminhada" te ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa. Verifique os fatos quando você não tiver certeza de quem escreveu a mensagem original.”

#2 Limite de encaminhamento de mensagem é reduzido

função implementada

No início do ano, como consequência da disseminação de mentiras na plataforma, que levaram 20 pessoas à morte na Índia, o WhatsApp limitou o encaminhamento de mensagens para cinco contatos. O objetivo desta ação foi combater o spam, bem como dar uma resposta às críticas relacionadas ao papel do mensageiro na difusão de notícias falsas.

Antes dessa decisão, a opção permitia encaminhar a mesma mensagem para até 20 contatos, sem distinção entre pessoas e grupos. Apesar de ainda ser permitido escolher até cinco grupos, os quais podem conter até 256 pessoas, o problema parece ter sido controlado desde então.

#3 Busca reversa de imagens

função não implementada

Apesar do nome ser bastante técnico, a busca reversa de imagens nada mais é do que verificar a veracidade deste tipo de mídia, que são compartilhada nas conversas dentro da plataforma.

Assim, usando a busca reversa de imagens, as pessoas podem verificar a veracidade de uma foto, através de uma pesquisa no Google – algo semelhante ao que acontece ao pesquisar por imagens diretamente no motor de buscas.

Contudo, essa nova função ainda não está disponível, nem para usuários da versão beta do aplicativo. O recurso foi identificado pelo canal especializado na análise do código do WhatsApp, o Wabetainfo, que tornou público os planos da empresa em implementar tal opção no futuro.

#4 Identificação do número de vezes que uma mensagem foi compartilhada

função não implementada

O WhatsApp está trabalhando em uma nova ferramenta que mostra quantas vezes uma mensagem foi compartilhada. Essa informação também foi publicada através da análise do código do aplicativo, realizada pela equipe do Wabetainfo.

Analisando o APK de umas das últimas atualizações do WhatsApp beta (versão 2.19.80), os desenvolvedores do canal identificaram a introdução da função que aponta quantas vezes um conteúdo foi compartilhado e a frequência com que a mensagem foi encaminhada.

#5 Detecção de comportamento anormal

função em constante análise

Em outubro do ano passado, a equipe do WhatsApp no Brasil informou que foram canceladas “centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil”. Na ocasião, empresas que atuam com o envio em massa de conteúdos falsos ou enganosos tiveram suas contas no aplicativo desativadas.

Mas o mais importante de tudo isso talvez nem seja a remoção destas contas, mas a informação de que a empresa possui “tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar desinformação”.

No comunicado à imprensa, o WhatsApp não deu detalhes sobre como tais comportamentos são detectados, mas com o número de ferramentas de análise de tráfego, hoje, é possível monitorar certos tipos de comportamento e, possivelmente, extrair padrões de anormalidade dentro da plataforma.

O WhatsApp não está sendo conivente com as notícias falsas

Olhando para estes cinco fatos, é possível dizer que a equipe de desenvolvedores do WhatsApp não está sendo conivente com as notícias falsas, e vem trabalhando para combater a disseminação de boatos e mensagens falsas. É claro que existem recursos ainda não implementados, porém, a preocupação com este problema é real.

Nessa semana, o presidente da Microsoft, Brad Smith, alertou sobre a necessidade de termos uma preocupação maior por parte das grandes jogadoras da indústria de tecnologia em relação à moderação de conteúdo compartilhado em diferentes plataformas. Smith disse: "A questão não é apenas o que a tecnologia fez para agravar esse problema, mas o que as empresas de tecnologia podem fazer para ajudar a resolvê-lo”.

Em outras palavras, existe uma responsabilidade inerente do WhatsApp para com seus usuários e a sociedade, e a empresa parece estar lidando com isso. Você concorda?

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Facebook começou a perder usuários, segundo pesquisa do Datafolha

A pesquisa apontou uma queda de cinco pontos percentuais no número de usuários ativos em relação à pesquisa realizada em 2017

Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha, os brasileiros estão utilizando menos o Facebook em comparação com uma outra pesquisa do mesmo segmento, realizada em 2017. O levantamento aponta que no início deste mês, 56% das pessoas entrevistadas disseram possuir conta no Facebook, esse número representa uma queda de cinco pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, que registrou 61%.


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Entre outros dados levantados pelo instituto, está a constatação de que as redes sociais estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Foi apurado que 71% dos brasileiros possuem ao menos uma rede social.

O Datafolha criou um ranking que mostra as redes sociais mais populares. O WhatsApp mantém a liderança, estando presente em 69% dos aparelhos dos entrevistados. Em segundo, temos o Facebook, seguido do Instagram, com 35% e o Twitter, em último, com 14%.

Alexandre Janoni, líder de pesquisas do Datafolha, informou que a pesquisa foi feita entre os dias 2 e 3 de abril, e ouviu 2.038 pessoas de 130 municípios. Ele atribui a queda de usuários da rede social com os escândalos de privacidade em que a rede de Mark Zuckerberg esteve envolvida.

A pesquisa ainda apurou o nível de confiança que os usuários tem em relação as notícias compartilhadas. Dentre os ouvidos, 63% afirmam acreditar em algumas das notícias recebidas pela rede social. Outros 5% disseram que acreditam na maioria, 2% acreditam em tudo, por fim, 21% não acreditam em nada.

A desconfiança dos usuários não se restringe apenas as redes sociais. A imprensa profissional também está sendo afetada pela desconfiança. Quem acredita em tudo o que é noticiado pela imprensa soma 5%; 17% acreditam na maioria; 61% só acreditam em algumas, e 14% não acreditam em nenhuma.

Segundo Janoni, a desconfiança com as notícias está mais presente entre os mais escolarizados e com maior renda familiar. Em uma média geral, prevalece a baixa confiança no que é compartilhado na rede social e pela imprensa em geral.

Via: Folha de São Paulo, Olhar Digital 

Libertadores continua com jogos exclusivos pelo Facebook

A bola vai rolar no Facebook. Depois de muita polêmica envolvendo os direitos de transmissão de alguns jogos exclusivos da Copa Libertadores da América, a rede social garantiu seu novo espaço na transmissão ao vivo de partidas de futebol. Na Europa, o Facebook já adquiriu direitos e transmite alguns jogos da Liga dos Campeões.

Por aqui, depois do embate com emissoras brasileiras, como a Rede Globo e a Fox Sports, Mark Zuckerberg garantiu que vai cumprir o contrato de exclusividade com a Conmebol. No início dessa novela, a confederação sul-americana de futebol anunciou a parceria inédita com o Facebook. Depois, disse que ia voltar atrás porque o público havia rejeitado as transmissões no Facebook. Mas a Conmebol parece que se esqueceu do contrato assinado e dos direitos comprados pelo Facebook. No final das contas, a associação voltou atrás. 

A exclusividade do Facebook para as transmissões de quinta à noite está garantida. Certamente Globo e Fox não estão gostando nada dessa história.

Facebook criou sistema que identifica notícias falsas na Índia

 O sistema detecta e, caso seja comprovado uma informação falsa, o alcance da publicação é diminuído
O Facebook informou que seus avanços para impedir abusos online nas eleições nacionais da Índia estão sendo efetivos. As eleições começam nesta semana. Porém, a rede social reconhece que ainda existem lacunas na identificação dessas postagens abusivas e que espalham a desinformação.


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Os funcionários do Facebook apresentaram os novos esforços para a detecção de notícias falsas e  avanços tecnológicos que possibilitem isso. Dentre as melhorias, está a capacidade de detectar quando um vídeo foi manipulado.

A Índia é o país onde o Facebook tem mais usuários no mundo. Por esse motivo, a empresa de Mark Zuckerberg escolheu este mercado para testar essas novas ferramentas de detecção. Em 1º de abril, a empresa informou que derrubou mais de 500 contas e 138 páginas ligadas a partidos políticos indianos que, segundo a empresa, permitiam a usuários utilizar de “comportamento não autêntico e coordenado”. Na verdade, trata-se de um termo do Facebook para uso de contas falsas e outros métodos enganosos para promover uma mensagem específica, como uma corrente de informações falsas, por exemplo.

Segundo Katie Harbath, diretor de políticas públicas do Facebook, a empresa pode detectar rapidamente histórias virais e politicamente sensíveis e encaminhá-las para verificação de fatos por organizações externas. As autoridades elogiaram o investimento pesado em tecnologia para detectar vídeos e textos adulterados, mas reconheceram que não conseguiram impedir duplicações de todas as fake news.

O Facebook fez parceria com sete verificadores de fatos na Índia. Se uma postagem for considerada falsa, a empresa diz que reduz a circulação desses posts em 80%. Porém, versões ligeiramente modificadas das mesmas postagens, imagens ou vídeos podem escapar do sistema de detecção e se espalhar ainda mais.

Embora o Facebook verifique se o endereço e o número de telefone de usuários são dados legítimos, a empresa concordou que uma mesma pessoa poderia cadastrar várias contas no mesmo endereço, o que facilitaria a criação de perfis para disseminar as fake news.

VIA: Reuters, Olhar Digital

Facebook pode estar coletando dados de contas desativadas

A rede social admitiu que só remove permanentemente os dados dos usuários que deletam suas contas para sempre, o que é diferente de desativar o perfil.

As pessoas desativam suas contas em rede social por diversos motivos, seja para dedicar um tempo a si mesmo, ou até por estar cansado de ficar rolando pelo feed sem nenhum propósito. No entanto, ao que tudo indica, você sai de uma rede social, mas a rede social não, assim como aquele desodorante, não te abandona. Pelo menos esse parece ser o caso do Facebook que continua coletando dados a seu respeito mesmo quando a sua conta já não está mais funcionando.
O Facebook admitiu que só remove permanentemente os dados dos usuários que deletam suas contas para sempre, o que é diferente de desativar o perfil. Eles alegaram que mantem esses dados caso a pessoa se arrependa e queria voltar a usar a rede social. Assim, o site pode continuar oferecendo anúncios relevantes ao interesse do usuário.

Em sua política de privacidade, o Facebook explica que a desativação é apenas um passo para a completa eliminação da conta, mas não informa sobre essa coleta de dados que eles continuam realizando. O CEO do sistema de buscas DuckDuckGo, Gabriel Weinberg disse que “a maioria das pessoas espera que pouca ou nenhuma informação seja coletada durante o período de desativação”, e completou: “Desativar quer dizer parar de operar, você não espera que ele continue funcionando neste período.”

O Facebook já rastreia pessoas online, mesmo que não estejam logadas ou não tenham uma conta na rede social, através de ferramentas como o Facebook Pixel e plugins de compartilhamento dentro de sites. Esse botão está presente em mais de 275 milhões de páginas da internet. Essa coleta permite que anunciantes vejam que tipo de conteúdo você está vendo.

O Facebook teve um 2018 dos mais difíceis, envolvido em alguns escândalos gigantes de privacidade, envolvendo os dados de seus usuários, como foi o caso do Cambridge Analytica. Caso seja confirmado essa prática da coleta de informações em perfis desativados, a rede social pode sofrer as implicações legais. O Departamento Jurídico da empresa definitivamente não tem uma folga.

Facebook vai explicar como seleciona os posts que você vê na sua 'timeline'

A rede social implementará uma nova funcionalidade que permite ao usuário saber exatamente por qual motivo aquele post foi mostrado em seu feed.

O Facebook anunciou um novo recurso chamado “Por que estou vendo isso?”. Agora, é possível ver informações sobre uma publicação específica e por qual motivo esta aparece em seu feed de notícias no aplicativo do Facebook. A nova opção é uma expansão de uma funcionalidade já existente, que permitia ver o motivo pelo qual certos anúncios apareciam.


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  • Facebook é acusado de discriminação habitacional pelo governo dos EUA
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Você pode acessar a nova opção usando o menu no canto superior direito de qualquer publicação. Uma vez aberto, será mostrado como o Facebook chegou a conclusão de que você se interessaria por aquele post em específico. Essas estatísticas podem incluir quantas vezes você interagiu com o autor do post no passado, os tipos de post com os quais você interage, e a popularidade do post em si.

Assim como a explicação sobre a exibição em seu feed, a nova funcionalidade também dará uma espécie de atalho para controlar o modo com você verá os posts no futuro. Isso incluirá “Ver Primeiro” ou opções para “Deixar de Seguir”, levando essas preferências para o seu feed principal.

O serviço de “Por que estou vendo esse anúncio?” também será atualizado. A rede social já mostra informações básicas sobre como são escolhidos os anúncios a serem mostrados, como por exemplo, se o anunciante escolheu por faixa etária ou por gênero. Com a atualização, informações adicionais, como quando o anunciante teve acesso as suas informações para direcionar aquele anúncio, serão exibidas ao usuário.

As mudanças começam a ser implementadas no meio dessa semana. Espera-se que até o meio de maio, todos os usuários já tenham acesso a funcionalidade.

Facebook pediu senha de e-mail de novos usuários

O problema da vez está aparecendo para usuários que tentam criar perfis novos na rede social. Ao fazer a operação, o Facebook pede para que você inclua seu endereço de email e, atenção, também a senha do seu email. Isso mesmo: a senha que você usa para acessar o seu email pessoal ou profissional. 

O pedido representa um enorme problema. Ao aceitar, o usuário estaria entregando ao Facebook o endereço de email e a senha capaz de acessar sua correspondência digital, bem como vários outros serviços que dependem dessas informações. Para completar o quadro ruim, se você for esperto e não aceitar enviar essa informação para o Facebook, você terá que clicar no botão “Precisa de Ajuda”, para somente aí a rede social oferecer outras opções de login. 

O Facebook reconheceu o problema e disse que vai alterar o processo. É bom lembrar que há cerca de 2 semanas, cerca de 600 milhões de senhas do Facebook foram descobertas em servidores armazenadas em arquivos de texto simples, sem qualquer criptografia, prontas para serem acessadas por qualquer hacker....

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