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Super Mario Bros. In First Person 2.15

[Windows] 💻 Jogue Mario em primeira pessoa em 3D de um jeito que você jamais imaginou jogar <3 

Super Mario Bros. In First Person é a releitura de um game clássico do mundo dos jogos de um jeito que você jamais imaginou.O icônico jogo de Mario de Super Mario Bros. no SNES foi adaptado com gráficos 3D em que você vê diretamente pelos olhos do próprio Mario. Como o nome do game já diz em inglês, esse é um título em primeira pessoa.



Os efeitos sonoros são idênticos ao jogo original (assim como as fases). Tudo o que encontramos no título original do SNES pode ser visto aqui – porém em 3D. Para você não ficar perdido, do lado inferior esquerdo é possível visualizar as fases originais em 2D conforme você progride pelo cenário, de modo que outros elementos possam ser vistos e conferidos.


Os inimigos típicos de Mario, assim como os obstáculos e desafios, estão presentes aqui – por isso o game pode ser um tanto nostálgico. A lógica é a mesma do título original: chegar ao fim dos estágios e obter o maior número de pontos possível ao coletar moedas e acumular vidas. O game só oferece os três primeiros estágios do game de SNES adaptados para a versão em 3D.

Comandos

  • Mouse: direcionar a visão do personagem;
  • Tecla W: movimentar Mario para frente;
  • Tecla S: movimentar Mario para trás;
  • Tecla Control: abaixar:
  • Tecla Espaço: pular;
  • Tecla Shift: atacar.



FONTE: www.baixaki.com.br


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Os efeitos sonoros são idênticos ao jogo original (assim como as fases). Tudo o que encontramos no título original do SNES pode ser visto aqui – porém em 3D. Para você não ficar perdido, do lado inferior esquerdo é possível visualizar as fases originais em 2D conforme você progride pelo cenário, de modo que outros elementos possam ser vistos e conferidos.

Os inimigos típicos de Mario, assim como os obstáculos e desafios, estão presentes aqui – por isso o game pode ser um tanto nostálgico. A lógica é a mesma do título original: chegar ao fim dos estágios e obter o maior número de pontos possível ao coletar moedas e acumular vidas. O game só oferece os três primeiros estágios do game de SNES adaptados para a versão em 3D.

Comandos

  • Mouse: direcionar a visão do personagem;
  • Tecla W: movimentar Mario para frente;
  • Tecla S: movimentar Mario para trás;
  • Tecla Control: abaixar:
  • Tecla Espaço: pular;
  • Tecla Shift: atacar.



FONTE: www.baixaki.com.br


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Governo quer impedir a Anatel de limitar internet fixa e diz que operadoras não podem fazer isso

O Ministério da Ciência e Tecnologia informou por meio de um ofício enviado à entidade de defesa do consumidor Proteste, ao qual o Olhar Digital obteve acesso, que as empresas de telecomunicações não estão autorizadas a limitar os planos de internet de fixa. A informação contraria o posicionamento da Anatel, que disse não poder interferir nos modelos de negócio das empresas.

O ofício, assinado por Maximiliano Martinhão, secretário de inclusão digital e internet do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), informa que as companhias não poderão adotar práticas de redução de velocidade, suspensão de serviço e cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia. A medida vale por tempo indeterminado.


Com esse posicionamento do governo, o órgão estranha a atitude de João Rezende, presidente da Anatel, que havia deixado à escolha das operadoras a adoção ou não de franquias nos planos de internet fixa. Além disso, o documento informa que a Anatel tem o dever de ampliar os debates acerca do assunto, como visto abaixo:


De acordo com a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, a prática de limitar a internet fixa é impraticável. "É inadmissível restringir o acesso à internet, pois os brasileiros já pagam caro pelo serviço e nem sempre com qualidade adequada", afirma. Ela ainda completa dizendo que a ação restringe direitos e limita o acesso à educação, trabalho e ao lazer dos internautas.

Via Olhar Digital

Por tempo indeterminado, Anatel proíbe limites da internet fixa

A Anatel decidiu, pelo menos temporariamente, proibir a implementação de franquias em planos de internet fixa. O comunicado divulgado pela agência nesta sexta-feira, 22, determina que os limites estão proibidos “por prazo indeterminado”, mas que um o Conselho Diretor decidirá sobre o caso.


O texto diz que o órgão decidiu reavaliar a questão dos limites da banda larga fixa com base nas manifestações recebidas por tantos brasileiros que se revoltaram com o tema nas últimas semanas.

A agência deixa claro que a proibição ainda não é definitiva, no entanto, mas vale enquanto não houver o fim deste processo para examinar melhor o tema. “Até a conclusão desse processo, sem prazo determinado, as prestadoras continuarão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações estejam previstas em contrato de adesão ou plano de serviço”.

Ou seja: por enquanto, todas as empresas estão proibidas de cortar internet ou reduzir velocidade quando um cliente estourar seu limite, mesmo que isso esteja previsto em contrato.

A Superintendência de Relações com Consumidores Anatel já havia proibido preventivamente os limites da internet por 90 dias, mas ainda deixava muitas brechas. A medida propunha a liberação das franquias desde que os contratos antigos fossem respeitados, que o consumidor fosse devidamente informado sobre as restrições e que ele recebesse acesso a ferramentas que permitissem aferir o consumo. Agora a decisão parece um pouco mais firme, ainda que seu caráter continue provisório.

Apesar disso, o comunicado é encerrado com um parágrafo que deixa a entender que a agência continua não sendo contra a implantação das franquias:

“A Anatel acompanha constantemente o mercado de telecomunicações e considera que mudanças na forma de cobrança – mesmo as previstas na legislação – precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor, razão pela qual proibiu qualquer alteração imediata na forma de as prestadoras cobrarem a banda larga fixa. A Agência, cabe destacar, não proíbe a oferta de planos ilimitados, que dependem exclusivamente do modelo de negócios de cada operadora”

Via Olhar Digital

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Marco Civil da Internet é bom para você. Acabando com os mitos.

Comemora-se nesta terça-feira, 17, o Dia Mundial da Internet. Neste ano, a data chega após o governo federal ter finalmente regulamentado o Marco Civil da Internet. O conjunto de leis passará a ter valor no dia 10 de junho de 2016, mas mesmo dois anos após ter sido sancionado, o texto continua a gerar polêmica, desinformação e mitos.


É preciso entender, porém, que o Marco Civil é um importante avanço para a luta por uma internet livre, justa e democrática no Brasil, servindo de referência para países do mundo todo. Confira no infográfico abaixo, produzido pelo Olhar Digital, 5 motivos pelos quais você, eu e todos os usuários de internet no Brasil devem se sentir beneficiados por essa regulamentação.



Reprodução

Se ainda restarem dúvidas, clique aqui para consultar o texto do Marco Civil na íntegra e aqui para conferir o decreto assinado pelo governo que permite sua regulamentação.


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DESIGN 

Todos os modelos desta bancada trazem acabamento em plástico; o que não significa baixa qualidade. A capa rugosa e colorida do Moto G dá um tom bastante jovem e interessante para o aparelho que tem um design bacana também. Mas, à primeira vista, o aparelho que se destaca é o LG K10. Além de todo arredondado (na frente e atrás) e bastante ergonômico - é o que ficou mais confortável na mão. Agora algumas medidas: com apenas 133 gramas, o mais leve é o Redmi 2 Pro; logo em seguida, o K10, da LG, têm 153 gramas. O Moto G é só um pouquinho mais pesado - tem 155 gramas. Os que se destacam na balança são o Zenfone 2, da Asus, e o Galaxy J7, da Samsung; os mais pesados têm 170 e 171 gramas respectivamente. Pode parecer pouco, mas a diferença de quase 40 gramas de diferença entre o mais levinho e o mais pesado dá pra sentir bem no bolso.

Outra dimensão que a gente costuma comparar aqui é a espessura. Tudo bem, as telas estão cada vez maiores e isso é interessante; mas ninguém quer carregar um aparelho muito robusto pra cima e pra baixo, fala verdade. Curioso é que o smartphone mais pesado da categoria, o Galaxy J7, é o mais fino dos concorrentes, com apenas 7 milímetros e meio de espessura. O K10 e o Redmi 2 Pro são praticamente iguais nesse quesito; o modelo da LG tem 8,8 milímetros de espessura e o da Xiaomi, 9 milímetros - diferença imperceptível. Os dois modelos que fogem um pouco da curva são o Zenfone 2 e o Moto G 3ª Geração, com 10,9 e 11,6 milímetros de espessura respectivamente. Por outro lado, é importante observar também que apesar de serem os mais grossos, os smartphones da Asus e da Motorola são os únicos com a traseira levemente arredondada. Sinceramente, essa diferença de espessura é bem difícil de fazer alguma diferença na escolha final…

O formato arredondado do Zenfone 2 e do Moto G deixa os aparelhos bastante ergonômicos. Um é mais clássico e chique, o outro mais moderno e jovem. O plástico simples do Redmi 2 Pro foi o que menos agradou; o acabamento dá uma impressão de menor qualidade do que seus concorrentes. O Galaxy J7 é levemente curvo em todas as bordas, mas ainda assim ele é tradicional demais para de destacar no design. Na nossa opinião - já que gosto não se discute - o primeiro ponto deste Laboratório Digital vai para o K10, da LG. Ele é todo arredondado, nos cantos e nas bordas. É bem levinho e a textura do acabamento traseiro é muito charmosa. O botão traseiro - que o Asus também traz - já deixou de nos incomodar como acontecia algum tempo atrás…um a zero!

TELA

Lado a lado, dá só uma olhada, as telas são muito parecidas - a qualidade se repete e o tamanho varia, mas não muita coisa. O menor display - que agrada quem ainda não se acostumou aos smartphones maiores - é a do Redmi 2 Pro, que traz tela LCD com tecnologia IPS de 4,7 polegadas e resolução de 720 por 1280 pixels. A resolução HD se repete em outros três dispositivos: o Moto G, com 5 polegadas; o K10, com 5,3 polegadas; e o Galaxy J7, com 5,5 polegadas. O único com definição superior aos concorrentes é o Zenfone 2, da Asus - a tela de 5,5 polegadas tem resolução Full HD de 1080 por 1920 pixels. Aliás, K10, Moto G e Redmi 2 Pro usam todos a mesma tecnologia de display: LCD com IPS. O Zenfone 2 tem display de LED também com tecnologia IPS e o Galaxy J7, tela com tecnologia Super Amoled. Vamos ver o que tudo isso significa na prática…

Para comparar as telas, testamos os smartphones como usuários comuns e ouvimos diferentes opiniões da nossa equipe para chegar a um consenso. Abrimos o mesmo vídeo em alta definição em todos os dispositivos; é assim que percebemos diferenças importantes entre os concorrentes deste Laboratório. Escolhemos o trailer do novo Capitão América no YouTube em alta definição. Com resolução 720p, nenhum dispositivo deixou a desejar na qualidade das imagens. Apesar de o Zenfone 2 ser o único com resolução maior, foi difícil notar diferença no mesmo vídeo rodando em 1080p; ou seja, isso não foi relevante para a comparação. Em todos os aparelhos, os vídeos rodaram sem qualquer falha. O Redmi 2 Pro e o Moto G foram os que menos se destacaram; principalmente pela limitação do brilho e baixo contraste. Os dois ficaram empatados na última colocação no quesito tela, mas longe de ser qualquer coisa ruim. Um nível acima, também empatados, ficaram no mesmo patamar o Zenfone 2, da Asus, e o LG K10. Apesar da diferença na saturação - o Zenfone se mostrou um pouco mais fiel - os dois smartphones têm alto brilho e ótimo contraste. São bastante equilibrados. O vencedor da melhor tela desta disputa foi relativamente fácil definir; dá só uma olhada. O display com tecnologia Super Amoled, da Samsung, se sobressaiu frente aos seus rivais: muito mais brilho, contraste alto com pretos realmente pretos e cores vibrantes deram esta vitória importante para o Galaxy J7.

PERFORMANCE 

Antes de comparar na prática, números e definições. Estamos comparando smartphones intermediários, mas já é possível adiantar que no quesito performance é um pouco difícil - como usuário comum - perceber grandes diferenças de desempenho entre os cinco modelos testados. Redmi 2 Pro, da Xiaomi, Moto G 3ª Geração trazem embarcado o mesmo processador Qualcomm Snapdragon 410 de quatro núcleos. O LG K10 usa um chip octacore MediaTek MT 6753. O Galaxy J7 tem no seu coração um Snapdragon 615 de oito núcleos. O que se destaca, a princípio nas definições, é o Zenfone 2, que tem um chip Intel Atom no seu inerior com velocidade de 1,8 gigahertz combinado com incríveis 4 Giga de memória RAM. Ah, claro, memória RAM: ela combinada com o poder do processador e a fluidez do sistema operacional que define o desempenho de um aparelho. O Redmi 2 Pro, da Xiaomi, tem 2 Giga de RAM. LG K10 e Galaxy J7 têm 1,5 Giga; o Moto G tem duas versões: uma com 1 e outra com 2 Giga de memória RAM. Apesar da diferença nos números, na hora de usar, abrir, fechar e trocar de aplicativos, fotografar e tudo mais, a performance desses smartphones intermediários é bastante parecida; apesar de o Zenfone 2, o K10 e o Galaxy J7 aparentemente se mostrarem levemente superior aos seus concorrentes, como não fizemos testes mais apurados e apenas como usuários comuns, o mais justo é decretar um grande empate técnico entre os cinco concorrentes.

SISTEMA OPERACIONAL 

Neste embate, a característica mais semelhante entre os cinco aparelhos testados é o sistema operacional; todos Android. Apenas o Redmi 2 Pro ainda roda a versão mais ainda Kit Kat 4.4.4; todos os outros, Zenfone 2, K10, Moto G, e Galaxy J7 já saem de fábrica com a versão 5 do sistema, o Android Lollipop. O mais interessante é que eles também já estão preparados para receber a nova atualização e mudar para a verão 6.0; o Android Marshmallow. Ainda que cada marca ofereça algumas customizações do sistema operacional, neste quesito não tem nem como um ou outro pontuar…todo mundo igual.  

CÂMERA 

Na teoria, a câmera mais fraquinha é a do Redmi 2 Pro, com resolução nominal de 8 megapixels; todos os outros quatro têm câmera traseira com 13 megapixels de resolução. LG K10, Galaxy J7 e Redmi 2 Pro contam com flash de LED para iluminar a cena se necessário; melhor do que isso Zenfone 2 e Moto G 3ª Geração têm flash de LED duplo, o que garante um equilíbrio maior de cores quando usado. A lente mais clara entre os concorrentes é a do Galaxy J7, com abertura f1.9 - o que garante boas fotos mesmo com baixa luminosidade e sem necessidade do flash. As lentes do Zenfone 2 e do Moto G também são mais claras do que as outras; a abertura máxima delas é f2.0.

Comparar as câmeras é sempre um desafio. Todo mundo adora fotografar com o smartphone e este é um parâmetro que as fabricantes dão grande relevância; nós também. Em último lugar ficou o aparelho da Xiaomi. As imagens no Redmi 2 Pro têm qualidade inferior e a leitura de luz não é tão boa. Logo acima do Xiaomi, mas com qualidade bem superior, ficou o LG K10. A definição é maior, mas a lente não é tão clara e o aplicativo da câmera tem pouquíssimas opções de configuração.

Com um app bem mais completo, o terceiro lugar ficou com o Galaxy J7. O contraste das imagens - talvez pela própria tela - são altos e deixam as fotos bem chamativas. O smartphone não é tão equilibrado na hora de ler altas e baixas condições de luz, mas já é uma câmera bem mais completa do que o K10 e, principalmente, que o Redmi 2 Pro. O J7 tem até um modo PRO para usar a câmera com ajustes totalmente manuais; legal para quem sabe fotografar e gosta de brincar com os cliques.

O segundo lugar - e principalmente o primeiro - foram bem difíceis de definir. Assim o mais justo - e que vai nos comprometer menos - é deixar o Moto G 3a Geração e o Zenfone 2 empatados. A qualidade, definição, equilíbrio de cores das fotos nos dois dispositivos está um nível acima dos seus concorrentes. O flash duplo deixa as imagens mais próximas do reais e o balanço de branco automático é sempre muito bem executado. O Moto G ganha algum destaque no aplicativo, que tem funções mais acessíveis e fáceis de se utilizar. Este é um ponto bastante relevante para nossa decisão final…

Os cinco modelos testados gravam vídeos em Full HD e trazem câmeras frontais de 5 megapixels; exceto o Redmi 2 Pro, que tem 2 megapixels apenas. O LG K10 foi o único que optou por dar uma atenção maior às selfies e tem sensor frontal de 8 megapixels. Já o Galaxy J7 colocou um flash na frente para melhorar os autoretratos. Todos os smartphones gravam em 1080p Full HD, mas o destaque em vídeo fica com o Moto G, o único que oferece a função HDR também na hora de gravar.

ARMAZENAMENTO 

Espaço nunca é demais e cada vez mais usuários sofrem com a falta de memória para armazenamento das milhares de fotos, vídeos e aplicativos que colecionamos nos nossos smartphones. Todos os modelos testados aqui hoje têm memória interna nativa de 16 Giga; todos também oferecem a opção de expandir esse espaço com a utilização de um cartão MicroSD, mas nem todos são iguais. Preste atenção. O LG K10, o Moto G e o Redmi 2 Pro suportam somente cartões de até 32 Giga; o Zenfone 2, da Asus, funciona com cartões de até 64 giga; e o grande vencedor neste quesito exatamente por este detalhe é o Galaxy J7, da Samsung, que suporta cartões microSD de até 128 Giga…aí, sim, é espaço!
BATERIA

Este quesito é importantíssimo, afinal nada funciona se a bateria não for boa o suficiente para durar pelo menos um dia de uso. Nesta comparação, a bateria com menor capacidade é a Redmi 2 Pro, com 2200 miliampere-hora. O aparelho chinês é seguido de perto pelo coreano LG K10, com bateria de 2300 miliampere-hora. O Moto G 3ª Geração não foge muito deste patamar; sua bateria tem 2470 miliampere-hora e, segundo a fabricante, já promete pelo menos um dia de duração em uso normal. As baterias mais parrudas são a do Zenfone 2 e do Galaxy J7, ambas com 3000 miliampere-hore e promessa de 18h de conversação em 3G, 11 horas de navegação conectado em rede Wi-Fi e 9 horas se navegar em 3G. Todas as marcas dizem que não te deixam na mão ao final do dia. Neste ponto, se usam o mesmo sistema operacional e controlam sua energia de forma bastante parecida, fica decretado um empate técnico entre os modelos da Asus e da Samsung.

CONECTIVIDADE

Tudo igual, todos devidamente conectados e habilitados. Os cinco modelos possuem Bluetooth 4.0, Wi-fi, GPS Glonass, USB 2.0, entrada para dois chips e já estão habilitados para operar em 4G LTE. O único com NFC habilitado é o Zenfone 2, da Asus…uma função ainda pouco utilizada, mas suficiente para ser o diferencial neste quesito…

PREÇO

Sempre que comparamos equipamentos intermediários, o preço é um limitador; neste laboratório, o valor limite era de mil quinhentos reais. O custo-benefício foi um ponto importante na hora de decidir entre aparelhos tão equivalentes. No limite da categoria, tanto o Zenfone 2, da Asus, quanto o Galaxy J7, da Samsung, valem exatamente 1500 reais. Em um segundo patamar, o K10, da LG tem preço sugerido de 1200 reais e, pouca coisa mais barato, o Moto G 3ª Geração, 1150 reais. O mais barato entre eles – não atingindo nem metade do valer estipulado - o Redmi 2 Pro, da Xiaomi, sai por 700 reais!

CONCLUSÃO

Hora da grande decisão! Apesar de ser o mais barato dos cinco, na relação custo benefício, o Redmi 2 Pro, da chinesa Xiaomi, amargou a última posição deste Laboratório Digital. Frente aos seus rivais, nada chama muita atenção (a não ser o preço). Curioso é que na última comparação do ano passado, o modelo mais simples do Redmi 2 havia ficado com a medalha de ouro. Mas a concorrência evoluiu, os modelos são outros e desta vez não deu para o Redmi. Mas vale uma ressalva…se você não quiser investir muito em um novo smartphone, por 700 reais é um bom smartphone: 4G, tela HD…o acabamento e a versão mais antiga do Android são seus pontos mais fracos - se bem que a câmera também não é nada boa.

Um patamar acima, com preços praticamente equivalentes, decidimos deixar o Moto G 3a Geração e o K10 empatados em terceiro lugar. O modelo da coreana LG começou chamando muito nossa atenção pelo design. A tela de LCD com tecnologia IPS também foi um destaque à parte no modelo intermediário da marca; o brilho e contraste se sobressaíram alguns concorrentes. Em compensação, a câmera do LG K10 é fraquinha. Tem poucas opções de configuração e a qualidade não é superior aos seus rivais. Talvez a função selfie seja um diferencial. Já o Moto G deixou um pouco a desejar no brilho e contraste da tela. Mas o aparelho da Motorola ficou lado a lado com o Zenfone 2 e uma das melhores câmeras da categoria.

De longe, com a melhor tela desta comparação, processamento rápido de 8 núcleos, uma das baterias com maior capacidade e melhor armazenamento, a medalha de prata hoje fica com o Galaxy J7, da Samsung. Sem dúvida, um ótimo aparelho intermediário - inclusive com funções e aparência de smartphone top de linha. A câmera é bastante satisfatória e não deixa a desejar em nenhum quesito, mas talvez tenha sido o ponto crucial para este segundo lugar da Samsung. O preço mais alto, principalmente por não ser muito distante dos dois modelos que ficaram logo abaixo, consideramos que vale a pena investir um pouco mais para ter um smartphone desse nível.

Agora, a escolha do Olhar Digital como melhor smartphone intermediário disponível no mercado brasileiro é o Zenfone 2, da Asus. Assim como o Galaxy J7, o preço de mil e quinhentos reais - limite do nosso Laboratório - se justifica. O design elegante, com acabamento que imita aço escovado, agradou bastante. A tela, com definição de 1080p Full HD é um show à parte: mesmo não chegando ao brilho do J7, o equilíbrio alcançado é surpreendente em um dispositivo “mid-range”. O desempenho do processador Intel Atom combinado com 4 Giga de memória RAM também se destacam; é verdade, a diferença é pouca, mas em alguns momentos é possível notar a velocidade. Mais uma vez, a disputa foi acirrada e a decisão ficou por conta de detalhes.

Esta é a maneira louca que a Microsoft pensa que vamos assistir a evento...

Esta é a maneira louca que a Microsoft pensa que vamos assistir a evento...

Máquina de lego que faz avião de papel

Anonymous hackeia o banco de dados da Anatel e diz "Que os jogos comecem...".


A Anonymous declarou oficialmente uma guerra cibernética denominada #OpOperadoras contra as operadoras que querem limitar a internet fixa.

No site que expõe os dados os hacker-ativistas deixaram uma mensagem.
"Queremos deixar uma mensagem ao ilustre Sr. (sic) Presidente da Anatel, João Rezende: Isso é uma pequena amostra do que nós podemos fazer. O site da Anatel foi hackeado e nós temos o seu banco de dados em nossas mãos. Por enquanto, vamos apenas expor parte dessas informações para mostrar que não estamos aqui de brincadeira. Vocês devem ter notado que o site da Anatel também ficou fora do ar por algum tempo devido à ataques de negação de serviço (DDoS). Pois bem, estamos aqui para EXIGIR uma internet digna, e que a Anatel cobre um serviço justo das operadoras. A Anatel deve defender o consumidor e exigir melhorias no serviço e na infraestrutura das operadoras, pois já pagamos caro por um serviço de péssima qualidade. 

"Gente que joga online gasta muita internet, critica presidente da Anatel"

Que tal jogar o nosso jogo, huh!?
Que os jogos comecem..."

Fonte: Comunidade Brasileira de Sistemas de Informação
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Devemos temer o limite de consumo na banda larga é o que mostra experimento

Um experimento realizado pelo site Adrenaline provou que a ideia de operadoras de limitar o consumo de dados das franquias de internet banda larga realmente não é uma boa notícia para os consumidores. Para fazer isso, o portal calculou a quantidade de dados consumidos por alguns dos principais serviços da web.


Com o Glasswire, software de monitoramento, ligado, o teste iniciou com a reprodução de um episódio de 21 minutos do seriado “Modern Family” no Netflix. O programa registrou que 1,1 GB foi gasto durante a exibição.

No YouTube, um vídeo de 20 minutos em qualidade Full HD resultou no consumo de 458 MB. Em qualidade 4K, o consumo foi de 2,2 GB para o mesmo filme.

Para calcular os gastos com jogos online, a pesquisa usou o título “Dota 2”. O consumo foi de menos de 30 MB em uma partida online com duração de cerca de 28 minutos.

Se jogar não gasta tanto, baixar um game é uma história completamente diferente. Títulos atuais são pesados e podem comprometer totalmente a franquia, tais como Far Cry Primal (11,67 GB), Rise of the Tomb Raider (21,12 GB) e Killer Instinct (29,68 GB).

Para as atividades convencionais, como a navegação na internet durante 30 minutos com a possibilidade de assistir um vídeo ou usar algum serviço de streaming de músicas, como o Deezer, o consumo registrado foi de 192 MB.

Experiência final

Com as médias das principais atividades, o site resolveu calcular qual seria o consumo mensal de três tipos de usuários que utilizam o computador de forma diferente.

Para isso, os perfis escolhidos foram montados de acordo com um estudo realizado pelo IBOPE CONECTA que mostra que o brasileiro passa 5,3 horas por dia no computador.

Os resultados não são nada animadores, principalmente considerando que a operadora Vivo, por exemplo, estabeleceu limites de consumo mensal que variam entre 10 GB, para o plano Banda Larga Popular de 200 Kbps, até 130 GB, para o Vivo Internet de 25 Mbps.

Confira os resultados: 

Usuário leve:

  • 4 horas de navegação (1,6 GB) e streaming de um episódio de seriado do Netflix por dia (1,1 GB).
  • Consumo mensal: Aproximadamente 78 GB
  • Usuário intermediário:
  • 4 horas de navegação (1,6 GB), 1 hora de streaming no YouTube (1,2 GB), um episódio de Netflix por dia (1,1 GB), além do download de dois jogos por mês (40 GB).
  • Consumo mensal: Aproximadamente 157 GB 

Usuário avançado:

  • 8 horas de navegação (3,2 GB), 2 horas de streaming no YouTube (2,4 GB), dois episódios de Netflix por dia (2,2 GB), além do download de oito jogos por mês (160 GB).
  • Consumo mensal: Aproxidamente 394 GB

Os robôs irão se rebelar...


It's evolution !


Marque seu amigo que usa o Ctrl + C Ctrl V para fazer trabalho.


AMD ou INTEL - Qual você prefere?


Deadpool arruma briga com Homem de Ferro depois de ser elogiado por Capitão América

Chris Evans mostrou que não tem essa de torcer contra o sucesso de outro estúdio. O ator que interpreta o Capitão América no Universo Cinematográfico Marvel foi ao Twitter dizer pra todo mundo o quanto gostou de Deadpool, produzido pela Fox: "Incrível", tuitou o ator, parabenizando o "esforço" do colega de trabalho Ryan Reynolds, que "arrebentou".



Comovido com as palavras, Ryan Reynolds não pensou duas vezes: retuitou a postagem e lançou #TeamCap, dizendo de que lado estará em Capitão América: Guerra Civil. Bad choice...


Ao menos na opinião de Robert Downey Jr., que também não sai do personagem e, tal e qual Tony Stark, usou a rede social para alertar o ator — no caso, o anti-herói que ele interpreta: "Me grita quando Rogers te der um pé na bunda por falar palavrão", disse o protagonista de Homem de Ferro. Veja:

Capitão América: Guerra Civil é a grande estreia do dia 28 de abril. Deadpool, por sua vez, já está perto ou até passou do meio bilhão de dólares em bilheterias.

Fonte: Adoro Cinema
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Jogador descobre menus secretos em Mortal Kombat após 20 anos

Se você já estava vagando pela Terra na década de 80 e 90, provavelmente passou bastante tempo chutando bundas nas versões arcade do Mortal Kombat 1, 2 e 3.

Era um êxtase: a vontade de ficar horas distribuindo golpes sempre foi maior do que a vontade de fuçar o jogo. Contudo, o canal YourMKArcadeSource acabou descobrindo que as versões arcade possuíam alguns menus secretos.

Os menus, segundo o canal, foram programados por ninguém menos que Ed J. Boon, criador do MK.




As duas primeiras versões do game permitiam que você assistisse a vários finais de diferentes de personagens, realizasse testes de diagnósticos no gabinete e trazia até uma opção chamada "Hello", que mostrava uma lista de pessoas para quem Boon queria mandar um "alô".

Já na terceira versão de Mortal Kombat, você encontra a possibilidade de liberar imediatamente todos os personagens secretos, assistir a todos os Fatalityes e a opção de jogo "Penacho/Miller Game", que ativa um clone superdifícil do modo Galaga.


Como acessar os menus secretos
Apesar de ser quase impossível encontrar um arcade de Mortal Kombat hoje em dia, é provável que essas dicas funcionem nos emuladores, já as ROMs utilizadas são as mesmas das máquinas. 

Quem quiser tentar, dá uma olhada nos códigos abaixo:
Para acessar os menus basta digitar a sequencia em qualquer tela de demonstração do jogo. A lista mostra quantas vezes é preciso pressionar o botão Block (Defesa) em cada um dos controles.

Mortal Kombat 1: P1 (5), P2 (10), P1 (2), P2 (1), P1 (2), P2 (3), P1 (4)

Mortal Kombat 2: P1 (5), P2 (10), P1 (2), P2 (8), P1 (2)

Mortal Kombat 3 e Ultimate Mortal Kombat 3: P1 (5), P2 (10), P1 (3), P2 (1), P1 (2), P2 (2), P1 (3), P2 (4)

Se você conseguir, deixe seu comentário!

Via TecMundo.

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iPhone - 8 imagens falsas que enganaram muita gente

Historicamente, a Apple sempre foi sinônimo de inovações de design. Graças ao iMac, o iPod e o primeiro iPhone, o mercado e os fãs sempre esperam grandes "revoluções" por parte da empresa. Porém, às vezes, essas expectativas passam um pouco dos limites e algumas artes conceituais extrapolam na criatividade, imaginando smartphones com visuais e funcionalidades que beiram a ficção científica.

Na era das redes sociais, essas imagens se espalham muito rapidamente, enganando boa parte dos usuários que não possuem tanta familiaridade com o noticiário de tecnologia. Separamos oito iPhones "conceituais" que podem ter confundido você ou algum conhecido na internet. Fique atento quando deparar-se por aí com um iPhone que "voa" ou "vira um robô".
1. O iPhone transparente


2. Interface holográfica


3. Tela circular


4. 100% touchscreen

5. Sistema paraquedas


6. Fusão com o iPod


7. E até com o Apple Watch


8. O iPhone "widescreen"



Fonte: Ohar Digital
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Saiba como usar o Hiboo um app de mensagens para celular que chega para concorrer com o WhatsApp e Facebook Messenger.

Como usar o Hiboo no iPhone e mandar mensagens em tempo real

O Hiboo é um app de mensagens para celular que chega para concorrer com o WhatsApp e Facebook Messenger. O destaque do aplicativo – exclusivo para iPhone (iOS) – está na capacidade de enviar mensagens em tempo real. Ou seja, o usuário pode ler o que o amigo está digitando enquanto ele toca na tela, antes mesmo de selecionar “Enviar”. Veja os tutoriais abaixo e aprenda a usar o mensageiro que se diz o “mais rápido do mundo”. 

Iniciando uma nova conversa

Passo 1. Clique no símbolo “+”, no canto direito superior da tela, ou em “Contatos”;
Passo 2. Depois, selecione a pessoa com quem você quer conversar.

Enviando mensagens

Passo 1. Na página principal do app, clique em uma das conversas. Depois, escreva a mensagem, na parte inferior da tela;


Passo 2. Note que a mensagem já pode ser visualizada, antes mesmo de tocar em Enviar.


Configurando perfil

Passo 1. Clique em “Mais” para acessar as configurações;


Passo 2. Para alterar o número, selecione “Telefone” e preencha os dados;

Mensagem sendo digitada no Hiboo (Foto: Reprodução/Lucas Mendes)
Configurando perfil
Passo 1. Clique em “Mais” para acessar as configurações;

Acesse as configurações do app (Foto: Reprodução/Lucas Mendes)

Passo 2. Para alterar o número, selecione “Telefone” e preencha os dados;

Altere o número do seu celular (Foto: Reprodução/Lucas Mendes)

Passo 3. Depois, clique em cima do seu nome para alterá-lo;


Passo 4. No canto superior direito da tela, toque no símbolo da câmera para inserir uma foto de perfil.


Pronto. Agora é só aproveitar o Hiboo para enviar mensagens em tempo real.

Fonte: TechTudo



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Novo top de linha da Xiaomi - Conheça o Mi 5,


O Mi 5 é um smartphone com uma tela full HD de 5,15 polegadas tão espalhada que praticamente não deixa bordas visíveis. A traseira do aparelho é coberta com algo que a empresa chama de “3D glass”, que ajudou a reduzir o peso do dispositivo a apenas 129 gramas (14g a menos que o iPhone 6s, que é menor). Também há uma versão feita com “cerâmica 3D”, que dá mais resistência.
A bateria é de 3.000 mAh e o smartphone conta com tecnologia Quick Charge, da Qualcomm, que acelera o processo de recarga. Aliás, o processador do Mi 5 também vem da Qualcomm; é o Snapdragon 820, que é 100% mais rápido que o Snapdragon 810. O smartphone tem 4 GB de RAM e até 128 GB para armazenamento em flash.



O Mi 5 suporta 4G+, uma versão melhorada de LTE que possibilita navegação a 600 Mbps. Hugo Barra ressaltou que isso é suficiente para baixar um filme de 1080p em apenas 30 segundos, mas obviamente sua operadora precisa oferecer suporte à tecnologia. Há ainda suporte a VoLTE (Voice over LTE), que usa o 4G para melhorar a qualidade das chamadas.

A câmera traseira tem 16 MP e um OIS de quatro eixos. Essa tecnologia ajuda a estabilizar a imagem e geralmente está presente em aparelhos mais largos, devido ao seu design complexo; o iPhone 6s, por exemplo, conta com uma versão de apenas três eixos. O sensor é um IMX298, da Sony, que funciona bem em condições de pouca iluminação e permite gravar vídeos em 4K. A câmera frontal tem apenas 4 MP, mas Barra garantiu que ela entrega um alto nível de detalhamento.



A versão com 128 GB, processador de 2.15 GHz e traseira em cerâmica é chamada de Mi 5 Pro e sairá pelo equivalente a R$ 1,6 mil, enquanto a mais modesta (com traseira de vidro, 32 GB e processador de 1.8 GHz) sairá pelo equivalente a R$ 1,2 mil. Sairá um intermediário, que mantém as especificações internas do Pro, mas vem com traseira em vidro; ela custará quase R$ 1,4 mil.

O smartphone conta com porta USB-C, NFC e leitor biométrico. Ele será lançado em várias cores e com Android Marshmallow. Todos estarão disponíveis na China em 1º de março, com lançamento seguido pela Índia e, só depois, outros países.

Fonte: Olhar Digital

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Milhões de brasileiros serão prejudicados com o limite de dados em internet fixa

Vivo, NET e Oi, três das principais operadoras de telecomunicação do Brasil, anunciaram recentemente que todos os seus planos de internet fixa serão oferecidos com um limite de dados. Desse modo, mesmo conexões por ADSL - aquelas em que a rede aproveita a linha de telefone do usuário - funcionarão por franquia, como nos planos de internet móvel.


Em outras palavras, as operadoras poderão cortar ou reduzir a velocidade da internet quando o usuário atingir o limite. Atualmente, os planos de internet fixa são regulados por velocidade, e não há volume máximo de dados. Um consumidor pode baixar filmes, músicas e assistir vídeos o quanto quiser, pagando apenas pela velocidade com que esses dados trafegam. Com um limite de consumo, a experiência do usuário é seriamente prejudicada.

Veja o caso da Netflix, por exemplo. O serviço de streaming oferece diversos filmes e séries de TV em alta resolução, sendo que um vídeo em HD (a partir de 720p) consome algo em torno de 3GB por hora, segundo a empresa. Se você assistir a dois episódios da sua série favorita por dia, com cerca de 50 minutos cada um, e em alta resolução, ao fim do mês você terá gasto 180GB da sua franquia de dados fixa. Só com Netflix.

Acrescente ao cálculo todos os outros aplicativos da vida moderna que consomem cada vez mais dados. Pense em quantas horas de vídeos no YouTube você assiste por mês, em quantos vídeos e fotos são exibidos na sua linha do tempo no Facebook ou no Twitter, no número de imagens que você baixa no Snapchat e nas atualizações de apps que o seu smartphone exige diariamente.

Agora multiplique esse número pela quantidade de dispositivos ligados à sua rede fixa, incluindo celulares da família, computador, laptop, tablet e videogame, por cabo ou pelo Wi-Fi. Ao fim das contas, você perceberá que um plano de 130GB - o mais alto e caro oferecido pela Vivo, por exemplo - não é muita coisa.

E é justamente nesse ponto que se encontra o "trunfo" das operadoras de telecomunicações, que agora possuem argumentos não só para convencê-lo a aumentar a velocidade da sua internet, mas também a contratar uma franquia com limite maior, e, consequentemente, mais cara, ou ainda mudar-se para a fibra ótica.

Isso é permitido?

Atualmente, mais de 25 milhões de brasileiros acessam a internet por redes fixas. Com essas novas regras, muitos usuários poderiam ser prejudicados pela interrupção inesperada de serviços ou mesmo por uma queda na velocidade quando atingissem o limite de suas franquias. Mas o que a lei tem a dizer?


O modelo de cobrança é regulamentado normalmente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), assim como é permitido em contratos de redes móveis. As operadoras só precisam respeitar algumas exigências, como a de oferecer ao consumidor uma ferramenta para que ele monitore o volume de dados consumido em tempo real. Além disso, as empresas devem alertar o usuário quando ele estiver perto de atingir o limite contratado.

O Marco Civil da Internet também dá liberdade para que as operadoras cobrem o cliente da maneira que acharem melhor. A única restrição, nesse sentido, se refere ao conteúdo: uma empresa não pode impedir o usuário de acessar alguns sites, mas podem, sim, interromper a conexão do consumidor em caso de "débito diretamente decorrente de sua utilização".

Como saber se serei afetado?

Por enquanto, as novas regras afetam apenas usuários de conexões ADSL, deixando "ilesos" os consumidores de internet por meio de fibra ótica. Clientes da NET também já acessam a rede pelo regime de franquia de dados há tempos, o que a empresa justifica em seu site oficial dizendo que "se preocupa muito com a qualidade dos serviços que presta".

"Um fator chave para garantir a velocidade de conexão da banda larga é ter a rede corretamente dimensionada para atender bem todos os nossos clientes. O perfil de utilização de cada cliente impacta diretamente no tráfego e com isso a NET tem consistentemente conseguido oferecer maior velocidade e menor preço", argumenta a companhia.

Já a Vivo, recém-chegada ao ramo de cobrança por franquia, estabelece as seguintes métricas:

Banda Larga Popular de 200 kbps: 10 GB por mês
Banda Larga Popular de 1 e 2 Mbps: 10 GB por mês
Vivo Internet de 4 Mbps: 50 GB por mês
Vivo Internet de 8 e 10 Mbps: 100 GB por mês
Vivo Internet de 15 Mbps: 120 GB por mês
Vivo Internet de 25 Mbps: 130 GB por mês
A cobrança franqueada começou a valer na Vivo desde o último dia 5 de fevereiro. Contratos estabelecidos antes dessa data, porém, serão mantidos ilimitados até o dia 31 de dezembro de 2016. Já os planos da Oi são um pouco mais generosos com quem possui planos de internet mais lenta, mas também são mais restritivos chegando aos valores mais altos:

Até 600 kbps: 20GB por mês
Até 1 Mbps: 40 GB por mês
Até 2 Mbps: 50 GB por mês
Até 5 Mbps: 60 GB por mês
Até 10 Mbps: 80 GB por mês
Até 15 Mbps: 100 GB por mês
A Tim, que também oferece serviço de internet por conexão ADSL, não possui planos sob franquia. Em nota, a empresa afirmou que também não pretende mudar seu modo de cobrança por enquanto.

Próximos passos

A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) do Ministério Público do Distrito Federal deu início a um processo que investigará essas ofertas da Vivo, Oi e NET. De acordo com o promotor Paulo Roberto Binicheski, a cobrança com limite de dados é desvantajosa para o consumidor.

"A proposta de alteração do sistema de cobrança reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio", disse Binicheski em nota divulgada à imprensa. Ao consumidor, resta aguardar o desenrolar dos fatos e, assim como já faz no celular, tentar restringir os gastos com internet mesmo quando estiver em casa.

Via Olhar Digital

Falsas Promoções Atinge o Facebook. Cuidado!

Promoções são muito legais e, em períodos de economia difícil, são ainda mais atraentes. Porém, assim como você quer muito aproveitar descontos e brindes, você também quer muito não ser enganado por alguém mal-intencionado. 

É por essa razão que você precisa tomar muito cuidado com a nova onda de promoções falsas que estão circulando no Facebook.


Nos últimos dias, várias páginas de “grandes empresas” como compartilhe para concorrer a nova Toro da Fiat e outras que surgiram com promoções do tipo: “Curta e compartilhe esta página para concorrer a prêmios incríveis”. A maioria dos casos envolve carros, pedindo ainda para que os usuários comentem a cor que desejam ter no veículo. Repetindo a frase que já usamos em outras matérias que abordavam promoções fake no Facebook ou Instagram: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia!”.

A grande verdade é que quem está replicando esses conteúdos está sendo enganado por "espertinhos" que encontraram uma maneira muito rápida de multiplicar o número de seguidores em suas páginas — e que provavelmente vão mudar os nomes delas em algumas semanas.


Outra possibilidade está nas vendas das páginas, que esses usuários mal-intencionados podem fazer para conseguir um dinheiro fácil, aproveitando-se da ingenuidade dos usuários. Fica a dica: se você vir algo desse tipo passeando pelos seus feed, o melhor a fazer é ignorar ou denunciar para o Facebook. Dessa forma você evita passar raiva e ainda deixa de contribuir para que pessoas enganem ainda mais internautas.

Uma dica bem importante: procure as páginas oficiais (e verificadas) dessas empresas no Facebook. Você verá que não existe nenhuma promoção parecida com a que aparece na sua linha do tempo.

Fonte: Tec Mundo

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Os melhores players para você assistir aos seus vídeos de graça

Nem sempre é fácil assistir a vídeos no computador. Existem variados formatos de arquivos e nem todos os programas são capazes de rodar todos eles. Para ajudá-lo na hora de escolher o player mais interessante para o que você precisa, fizemos uma lista com os 10 melhores programas que rodam vídeos, cada um com vantagens e defeitos.

RealPlayer


Um dos mais conhecidos e melhores, pois permite acessar vídeos e músicas existentes no computador, além de baixar vídeos da internet e convertê-los para o formato desejado. E ainda há a opção de enviar o vídeo para o celular. O RealPlayer lê a maior parte dos formatos de vídeo e, nessa nova versão, permite que o usuário edite seu conteúdo e compartilhe com seus amigos do Facebook , Twitter e YouTube. O player ainda reproduz arquivos incompletos ou corrompidos, reconhece iPod e iPhone e permite cortar facilmente trechos das músicas.
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