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Golpes na web aumenta na pandemia do COVID-19
Nesse cenário de isolamento social, o número de golpes virtuais está crescendo consideravelmente.
De acordo com levantamento feito pela empresa de segurança digital PSafe, cerca de 2 milhões de brasileiros foram alvo de golpes na última semana.
Na maioria dos casos, os golpes buscam sequestrar dados pessoais da vítima, enviando algum link que promete informações em relação ao coronavírus, descontos na compra de álcool gel e máscaras, e até diagnósticos rápidos realizados pelo celular.
Na semana passada, a Ambev precisou desmentir a informação de que estava distribuindo álcool gel gratuito. Na verdade, se tratava de uma página falsa. Pelo fato de trabalharem de casa, muitos usuários não contam com o pacote de segurança fornecido pelo departamento de TI das empresas, o que os deixa mais vulneráveis.
Um golpe que cresceu nas últimas semanas consiste no envio de um e-mail, supostamente de um hospital, afirmando que o usuário teve contato com pessoas diagnosticadas com Covid-19. Ao abrir o link enviado, a vítima possibilita que criminosos roubem dados pessoais. Em todos esses casos, a informação é um forte aliado.
Sendo assim, fique atento, não abra mensagens e e-mails suspeitos e siga as orientações das autoridades médicas.
Via Olhar Digital
Como impedir o Google de rastrear sua localização
AdminAPLICATIVOS, CURIOSIDADES, google, localização, privacidade, privacidades, SMARTPHONE
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Algumas dicas simples podem oferecer maior privacidades às suas informações.
Ao navegar no smartphone, seja em sites, aplicativos ou outros serviços, você envia uma série de informações sobre os seus hábitos. Inclusive a sua localização física, ou seja, os lugares pelos quais passa.
Essa informação fica disponível sobre você aparece em diferentes tarefas. Por exemplo, ao abrir o aplicativo de Clima ou um mapa para encontrar o melhor caminho ou algum serviço perto de onde você está. Outros aplicativos que usam a sua localização também incluem apps de transportes, como Uber e 99, entrega e até redes sociais. Quem nunca postou uma foto no Facebook e colocou a localização?
Por um lado, isso faz com que a inteligência artificial dos sistemas entenda melhor os seus hábitos. Assim, você recebe informações mais personalizadas, ou seja, dentro do que pode ser importante para o seu dia a dia.
Entretanto, tem quem prefira que as empresas não tenham tantos dados sobre sua privacidade. O que também faz sentido, já que muitas vezes esses dados são vendidos para fins de marketing e oferta de serviços.
Se esse é o seu caso, o ideal é restringir o acesso a essas informações. Dificilmente você vai conseguir ficar totalmente anônimo, já que até o uso de uma rede Wi-Fi pode indicar sua localização, por exemplo. Mas algumas dicas podem ajudar.
Autorização do Google Mapas
O primeiro passo é restringir o acesso do Google Mapas, ou Google Maps, já que o rastreamento ocorre mesmo com o app em segundo plano. É por isso que, ao abrir o aplicativo, já aparece um mapa com a sua localização marcada.
Para fazer isso, abra o aplicativo do Google Mapas e, nas configurações, procure por Permissões do Aplicativo. Então, procure pela aba Seu Local e desative essa opção.
Vale saber que isso vai levar a uma redução das funcionalidades do aplicativo. Por exemplo, para encontrar instruções de navegação, será preciso marcar endereços de partida e chegada. Você também pode não ver, com tanta facilidade, quais serviços estão disponíveis na vizinhança ou informações sobre trânsito. Para voltar a ter acesso a essas opções, é preciso reativar a autorização do Seu Local.
Histórico de localização do Android
Quem usa smartphones Android está mais integrado aos serviços do Google, desenvolvedor do sistema operacional. Por isso, para restringir o envio de informações sobre sua localização, é preciso acessar sua conta Google.
No smartphone Android, abra a tarefa Configurações. Na aba Conta Google, toque em Dados e Personalização. Em seguida, vá em Controle de Atividades e, depois, em Histórico de Localização. Clique para desativar a função e confirme optando por Pausar. Isso vai impedir que o sistema armazene os próximos locais pelos quais você passar.
Para apagar o histórico, volte em Histórico de Localização e clique em Gerenciar Histórico. Abra o menu, aquele com três pontinhos verticais, e selecione Configurações. Em seguida, clique em Excluir todo o histórico e confirme.
Como impedir a localização pelo Google Chrome
Ao fazer buscas no navegador web Google Chrome, você também pode ter as informações sobre sua localização identificadas. Isso vale para o aplicativo de smartphone e para o uso em computadores e notebooks.
Para impedir que essa informação seja acessada, abra o navegador e clique no Menu, aquele mesmo ícone dos três pontinhos. Selecione Configurações e opte por Mostrar Configurações Avançadas. Em seguida clique em Privacidade e selecione Configurações de Conteúdo.
Procure por Local ou Localização e escolha a opção “Não permitir que nenhum site rastreie sua localização física”. Se preferir, você pode escolher “Perguntar quando um site tenta rastrear sua localização física”. Mas isso vai fazer com que as solicitações apareçam com maior frequência na tela.
Desativando localização no smartphone e em aplicativos
Tanto o Android, quanto o iOS, da Apple, oferecem opções de ajustes de privacidade. Assim, você pode optar por impedir que o próprio sistema tenha a sua localização. Essa alternativa também ajuda a melhorar a duração da bateria do seu smartphone.
No smartphone Android, abra Configurações e clique em Segurança e Localização. Selecione Localização e desative a opção Usar Localização.
Em um iPhone, abra Ajustes e, em seguida selecione .Privacidade. Depois, desative os Serviços de Localização.
Se preferir, escolha quais aplicativos podem ou não acessar a sua localização. No celular Android, abra Configurações e clique em Segurança e Localização. Vá em Localização e selecione Permissões no nível de aplicativos. Então, é só desativar quais apps não podem acessar sua localização.
No iOS, abra Ajustes e, em seguida, Privacidade. Clique em Serviços de Localização e escolha quais apps podem acessar essa informação e em quais condições de uso. Assim, você escolhe quando um aplicativo pode rastrear a sua localização: Sempre, Nunca ou Enquanto o aplicativo está em uso (sem acesso enquanto o app estiver rodando em segundo plano).
Via: Celular Direto
Facebook anunciou recurso para combater vazamentos de nudes
O objetivo é detectar o conteúdo impróprio antes mesmo de ele ser denunciado
O Facebook lançou uma ferramenta de inteligência artificial que ajuda a detectar e sinalizar proativamente imagens e vídeos íntimos publicados sem consentimento — atitude conhecida como "revenge porn". O sistema estará também no Instagram.
Ao contrário dos filtros atuais, este pode identificar conteúdos em que haja pessoas seminuas. Antes dessa ferramenta, imagens e vídeos de indivíduos que não estavam totalmente nus não eram detectados. Agora, o conteúdo será sinalizado e enviado a um moderador humano para revisão.
Até o momento, os usuários do Facebook e do Instagram tinham de denunciar a "revenge porn". A companhia de Mark Zuckerberg espera que o novo sistema dê maior respaldo às vítimas ao sinalizar as ofensas antes mesmo de elas o fazerem.
"Muitas vezes, as vítimas têm medo de retaliações e, por isso, relutam em relatar o conteúdo ou não sabem que ele foi compartilhado", explica a chefe global de segurança do Facebook, Antigone Davis, em um post no blog da empresa. Ela diz que publicações desse tipo podem ser encontradas e enviadas para moderadores humanos "antes que alguém as relate".
É difícil julgar a eficácia do sistema. A companhia tem apresentado soluções de inteligência artificial para problemas nas redes sociais. No entanto, apesar de sistemas automatizados serem capazes de remover conteúdo indesejado sinalizado antecipadamente (como propaganda terrorista), eles ainda lutam com imagens e vídeos que exigem contexto para serem entendidos.
Análise de imagens e legendas
O anúncio do Facebook não deixa claro como a ferramenta detecta imagens íntimas não consensuais. Um relatório da The Associated Press diz que a tecnologia analisa tanto as imagens quanto as legendas. Assim, um "texto depreciativo ou vergonhoso" sinaliza que, provavelmente, "alguém enviou a foto para constranger ou se vingar de outra pessoa".
No entanto, isso certamente não é suficiente para capturar todos os exemplos de pornografia de vingança. Além de anunciar o novo filtro, a empresa mencionou o lançamento de um hub para o tema, o Not Without My Consent, e prometeu melhorar suas ferramentas para denunciar "revenge porn" e responder a pedidos relacionados com mais velocidade.
O hub permite que usuários enviem imagens e vídeos que suspeitam que podem ser compartilhados online para o Facebook. A empresa, então, bloqueará o conteúdo de ser carregado em seus sites. A ideia é estender o programa para mais países.
Esse processo é muito mais preciso do que um filtro automatizado, mas os usuários ficam pouco à vontade para compartilhar esse tipo de conteúdo com o Facebook — o que é compreensível: a empresa já esteve no centro de vários escândalos por não proteger dados pessoais adequadamente. O Facebook diz que está ciente das críticas e quer "esclarecer o processo e as salvaguardas".
Via Olhar Digital
Facebook pode estar coletando dados de contas desativadas
A rede social admitiu que só remove permanentemente os dados dos usuários que deletam suas contas para sempre, o que é diferente de desativar o perfil.
As pessoas desativam suas contas em rede social por diversos motivos, seja para dedicar um tempo a si mesmo, ou até por estar cansado de ficar rolando pelo feed sem nenhum propósito. No entanto, ao que tudo indica, você sai de uma rede social, mas a rede social não, assim como aquele desodorante, não te abandona. Pelo menos esse parece ser o caso do Facebook que continua coletando dados a seu respeito mesmo quando a sua conta já não está mais funcionando.
Veja também:
- Facebook cria sistema de identificação de notícias falsas na Índia
- Libertadores da América continua com jogos exclusivos pelo Facebook
- Facebook pede senha de e-mail de usuários
O Facebook admitiu que só remove permanentemente os dados dos usuários que deletam suas contas para sempre, o que é diferente de desativar o perfil. Eles alegaram que mantem esses dados caso a pessoa se arrependa e queria voltar a usar a rede social. Assim, o site pode continuar oferecendo anúncios relevantes ao interesse do usuário.
Em sua política de privacidade, o Facebook explica que a desativação é apenas um passo para a completa eliminação da conta, mas não informa sobre essa coleta de dados que eles continuam realizando. O CEO do sistema de buscas DuckDuckGo, Gabriel Weinberg disse que “a maioria das pessoas espera que pouca ou nenhuma informação seja coletada durante o período de desativação”, e completou: “Desativar quer dizer parar de operar, você não espera que ele continue funcionando neste período.”
O Facebook já rastreia pessoas online, mesmo que não estejam logadas ou não tenham uma conta na rede social, através de ferramentas como o Facebook Pixel e plugins de compartilhamento dentro de sites. Esse botão está presente em mais de 275 milhões de páginas da internet. Essa coleta permite que anunciantes vejam que tipo de conteúdo você está vendo.
O Facebook teve um 2018 dos mais difíceis, envolvido em alguns escândalos gigantes de privacidade, envolvendo os dados de seus usuários, como foi o caso do Cambridge Analytica. Caso seja confirmado essa prática da coleta de informações em perfis desativados, a rede social pode sofrer as implicações legais. O Departamento Jurídico da empresa definitivamente não tem uma folga.
VIA: Cnet, Olhar Digital
Tem o Windows 10? Corrija dezenas de problemas de privacidade com apenas um clique!
Uma ferramenta criada pela pXc-coding permite, com apenas um click, corrigir dezenas de problemas de privacidade já divulgados no Hackers Portugal.
Estes problemas são causados pelas definições de privacidade que o Windows 10 tem e que, por defeito, deixam muito a desejar segundo informações de investigadores de segurança.
Apelidada como a primeira ferramenta “antispy” para o Windows 10, nos últimos dias já teve milhões de downloads e a sua popularidade continua a aumentar.
A utilização da ferramenta DoNotSpy10 é muito simples: basta executares o ficheiro e seleccionares o que queres remover/desactivar. Se não sabes para o que é que a opção serve, clica na opção e aparece-te uma descrição do lado direito a indicar o que é que ela faz.
Aqui fica um print da aplicação:
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Faz aqui o download!
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