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🎨 Como Escolher a Paleta de Cores Ideal para seu Instagram e Deixar o Feed Profissional

Quando se pensa em criar um perfil profissional ou comercial no Instagram, surgem várias dúvidas: como organizar o feed, quais temas abordar nos posts e, claro, como escolher a paleta de cores ideal. A resposta está no planejamento estratégico de conteúdo e no estudo de marketing digital.

O que é uma paleta de cores?

Uma paleta de cores é um conjunto de tons que se harmonizam entre si, escolhidos para provocar sensações específicas ou transmitir valores. Ela é amplamente utilizada em diversas áreas como moda, design, arquitetura e até confeitaria.

No Instagram, a paleta de cores vai muito além da estética. Ela é parte fundamental da identidade visual da marca, sendo aplicada em posts, stories, reels e até na foto do perfil.

Por que definir uma paleta de cores para o Instagram?

A escolha de uma paleta de cores alinhada com a identidade visual da sua marca ajuda a:

  • Criar um feed mais profissional e atrativo;

  • Facilitar o reconhecimento da marca;

  • Transmitir valores e sensações desejadas ao público;

  • Gerar identificação instantânea com os seguidores.

Se você é um profissional autônomo e ainda não tem uma identidade visual definida, tudo bem! Você pode criar uma paleta provisória baseada no que deseja transmitir, enquanto trabalha no branding da sua marca.

Como escolher sua paleta de cores para o Instagram

  1. Defina a identidade da sua marca

    Liste adjetivos que descrevem o propósito, os valores e a personalidade da sua marca. Essas características devem estar refletidas em todas as suas cores e comunicações visuais.

  2. Estude a psicologia das cores

    Cada cor tem significados e evoca emoções diferentes. Azul remete à confiança, vermelho à energia, amarelo à alegria… Mas lembre-se: o contexto cultural, as tendências do seu nicho e o seu posicionamento também influenciam.

  3. Teste combinações com ferramentas online
    A seguir, conheça ferramentas que facilitam muito esse processo.

Ferramentas gratuitas para criar paletas de cores incríveis

1. Adobe Color

Permite criar paletas a partir de códigos de cores, imagens ou gradientes. Integra-se com Photoshop e Illustrator. Ótimo para quem já usa produtos Adobe.

2. Khroma

Usa inteligência artificial para sugerir combinações. Exige que você selecione 50 cores para personalizar os resultados. Ideal para quem busca exclusividade.

3. Shutterstock Colors

Mostra centenas de combinações prontas, separadas por categorias como análoga, complementar e tríade. Você pode ver as cores aplicadas em imagens reais.

4. Coolors

Popular e fácil de usar. Gera paletas automáticas, permite extração de cores de imagens e oferece um verificador de contraste para garantir a legibilidade dos textos.

Tipos de combinações que você pode explorar

  • Análoga: cores vizinhas no círculo cromático, com pouco contraste, ideal para perfis suaves.

  • Complementar: cores opostas que criam contraste marcante e chamam atenção.

  • Monocromática: variações de uma única cor, excelente para minimalismo.

Conclusão

Criar uma paleta de cores para Instagram é mais do que uma escolha estética — é uma decisão estratégica que fortalece a identidade visual da sua marca. Evite escolhas baseadas apenas em gosto pessoal. Pense no seu público, no seu posicionamento e nas emoções que deseja transmitir.

Gostou das dicas? Compartilhe este post nas suas redes e marque a gente!

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[Solução] O administrador do sistema definiu políticas para impedir esta instalação.

 

Ao tentar atualizar o drive ou instalar o um programa como no meu caso, aconteceu na instalação do MySql (que é formato .msi ) e não consegui. Já tentei executar como administrador e sempre aparece a mesma mensagem "O administrador do sistema definiu politicas para impedir esta instalação". Então fuçando na internet encontrei essa dica que adicionando aqui no meu blog pode ajudar você também nesse problema.

Lembrando que para instalar aplicações é necessário que sua conta faça parte do grupo administradores, ainda que não seja a conta Administrador.

De toda forma, como está tendo problema com diretivas, sugiro que efetue o procedimento abaixo para redefini-las e veja se consegue utilizar normalmente o programa em questão.

Como resolver: O administrador do sistema definiu políticas para impedir esta instalação.

  1. Pressione as combinações de teclas Windows+R e digite Regedit e clique em Ok.
  2. Irá abrir o Editor de Registro do Windows 10.
  3. Caminhe entre as Chaves de Registros:
  4. HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Installer\UserData\S-1-5-18\Components.
  5. Na tela de registro, selecione a primeira chave (Components) e clique com o botão direito do mouse em Permissões...
  6. Na guia Permissões com o usuário Administrador (o seu user ok) selecionado e com a coluna Permissões em Controle Total marque a caixa em destaque e clique Aplicar.
  7. Na guia Proprietário com o grupo Administrador (Administradores em PT-BR) selecionado marque a caixa em destaque e clique Aplicar.
  8. Reinicie o seu computador e verifique se consegue o acesso.

Se essa dica ajudou de alguma forma, por favor, clique em um anuncio e deixe aberto por 5 minutos, caso a sua dúvida não tenha sido solucionada, comente abaixo o que aconteceu.

Espero ter ajudado, até mais!

Como anunciar no Google

O assunto do momento é como anunciar no Google. O Google Ads é uma ferramenta poderosa que pode ajudá-lo a obter mais tráfego para seu website. Se você não estiver usando os Anúncios Google, você está perdendo uma grande oportunidade de aumentar seu tráfego e suas vendas.


O Google Ads é um sistema que permite às empresas colocar anúncios na Rede de Pesquisa do Google e em seus sites parceiros. O Google Ads permite que as empresas criem anúncios, definam um orçamento, visem demografias específicas e meçam resultados.

Quer se aprofundar mais sobre este assunto? Então vem comigo e saiba mais sobre como anunciar no Google.

Para criar um anúncio usando na Rede de Pesquisa do Google Ads, primeiro é preciso criar uma campanha. Uma campanha é uma coleção de anúncios que compartilham um orçamento, localização e palavras-chave.

Qual é o próximo passo?

Uma vez criada uma campanha, você pode então criar seus anúncios. Ao criar um anúncio, você precisará escolher um título, descrição, URL de destino e URL de exibição.

Está conseguindo acompanhar a maneira de como anunciar no Google?

Seu título e descrição são o que os usuários verão quando seu anúncio for exibido. A URL de destino é o website que você deseja que os usuários ser levado para quando clicarem no seu anúncio. A URL de exibição é o endereço que é exibido em seu anúncio.

E agora?

Uma vez que você tenha criado seus anúncios, você precisará definir um orçamento para sua campanha. O valor que você investe em sua campanha depende de você. Você pode definir um orçamento diário ou um orçamento mensal.

Depois que você definiu um orçamento, você precisará escolher suas palavras-chave. Palavras-chave são as palavras ou frases que os usuários digitarão na Rede de Busca do Google quando estiverem procurando produtos ou serviços como o seu.

Você pode escolher direcionar demografias específicas com seus anúncios. Você pode direcionar por localização, idade, sexo e interesses.

Finalmente, você precisará medir os resultados de sua campanha. O Google Ads lhe fornece uma série de ferramentas para ajudá-lo a fazer isso. Você pode ver quantas pessoas viram seu anúncio, quantas clicaram em seu anúncio e quanto dinheiro você investiu em sua campanha.



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Resolvido! Não Consigo Baixar Vídeo do YouTube? Resposta ...

Incapaz de Baixar Vídeos do YouTube Usando o Downloader do YouTube Como Corrigir?


Você não consegue baixar vídeos do YouTube? Baixar vídeos do YouTube é fácil, mas às vezes, os usuários não conseguem baixar vídeos usando o YouTube Downloader devido a alguns bugs. Neste artigo, vamos mostrar a você como resolver esse problema e quais são os melhores aplicativos para baixar vídeos do YouTube.

Parte 1: Por que não consigo baixar vídeos do YouTube usando o YouTube Downloader?

Parte 2: Qual é a melhor maneira de baixar vídeos do YouTube em lugar do YouTube Downloader?

Dica útil: como recuperar vídeos excluídos do YouTube no iPhone?

Parte 1: Por que não consigo baixar video do youtube usando o YouTube Downloader?





De acordo com as políticas do YouTube, os usuários não podem baixar os vídeos em seus celulares. Essa é a razão pela qual é necessário usar um downloader. Mesmo usando um downloader do YouTube, existem muitas razões pelas quais você não consegue baixar os vídeos. Alguns motivos comuns são os seguintes:

  1. Você não pode baixar os vídeos pagos
  2. O vídeo que você está tentando baixar está corrompido
  3. Você ainda não atualizou o aplicativo

Se você não consegue baixar vídeos, não se preocupe; abaixo indicamos alguns aplicativos que podem ser usados para baixar vídeos do YouTube em pouco tempo.

Parte 2: Qual é a melhor maneira de baixar video nao listado YouTube em lugar do YouTube Downloader?





Se você não está conseguindo baixar vídeos do YouTube, aqui estão os cinco melhores aplicativos que você pode usar. Vamos ver um por um.

1.download4cc.com

Esta ferramenta ajuda você a baixar vídeos do YouTube com apenas um clique. Além disso, você pode facilmente converter esses vídeos em MP3 e MP4.

Prós:

  • Fácil de usar
  • 100% grátis e segura
  • Sem anúncios

Contras:

  • Funciona devagar se sua rede estiver instável
  • Não é popular

2.y2mate

Se você não consigo baixar video do youtube, não se preocupe, pois o y2mate ajudará a resolver o problema. É um site eficaz e permite baixar milhares de vídeos.

Prós:

  • Download de 144p a 1080p
  • Converta vídeos em MP4
  • Fornece suporte para diferentes formatos

Contras: 

  • O recurso de batch de download não está disponível.

3.4K Video Downloader



Você não consegue baixar o aplicativo do YouTube? Não se preocupe, você pode baixar os vídeos do YouTube usando o 4K Video Downloader. Tudo o que você tem que fazer é digitar o link do vídeo e pronto.

Prós:

  • Suporta inúmeros formatos de áudio e vídeo
  • Interface fácil de usar
  • Suporta resolução de alta definição

Contras:

  • Não disponível para Android e iPhone
  • Você tem que baixar arquivos extras antes de baixar o vídeo

4.SnapTube



Este aplicativo é perfeito para quem quer baixar vídeos do YouTube de uma só vez. É um aplicativo fácil de usar e 100% seguro.

Prós:

  • Sem limite de download
  • Assista vídeos sem incômodo
  • Leve e seguro

Contras:

  • Não disponível na Google Play Store
  • Exibe anúncios

5.TubeMate

É um poderoso aplicativo de download que ajuda você a baixar vídeos do YouTube. Você pode instalá-lo em seu dispositivo e baixar os vídeos em poucos segundos.

Prós:

  • Software livre e interface fácil de usar
  • Permite baixar música grátis

Contras: 

  • Baixa velocidade de download

Então, esses são os aplicativos que você pode usar para baixar vídeos do YouTube. Além disso, se você excluiu os dados e quer recuperá-los, damos uma dica útil abaixo.


Via: Tenorshare

Como testar ping no cmd? Saiba como 'pingar' e ver sua conexão de Internet

Recurso pode ser útil para diagnosticar problemas relacionados à rede e ver a velocidade da conexão




Ping é um comando usado para medir o tempo de resposta da conexão do seu computador com outros dispositivos na rede local ou Internet. A ferramenta envia pequenos pacotes de dados para sites ou endereços de IP e calcula quantos milissegundos (ms) o alvo demora para responder. Isso significa que quanto menor o tempo, menor é a latência da sua conexão – algo bastante importante em jogos online. O recurso pode ser útil para diagnosticar problemas de rede em computadores ou servidores.

No tutorial a seguir, confira como usar o comando Ping no seu computador. O procedimento foi realizado no Prompt de Comando de um PC com o Windows 10, mas a ferramenta também pode ser usada em computadores com Linux e macOS.

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Passo 1. Abra o Prompt de Comando do Windows ou Terminal do macOS ou Linux. No caso do sistema da Microsoft, basta pressionar a tecla Windows + R para abrir o "Executar" e entrar com o comando "cmd" (sem aspas);


Passo 2. Na janela do Prompt de Comando, digite "ping" e o endereço do site ou IP desejado. Por padrão, o comando enviará quatro pacotes de 32 bytes e calculará o tempo de resposta. Ao final, será exibido a estatística com o número de pacotes enviados, recebidos, perdidos, tempo máximo, mínimo e média;




Passo 3. Quando o dispositivo pingado estiver offline, os pacotes enviados serão todos perdidos. Neste caso, a mensagem "esgotado o tempo limite do pedido" será exibida na tela e haverá 100% de perda;


Passo 4. O comando ping também pode ser complementado com outros recursos. Para ver todas as opções, digite "ping /?" para ver a lista completa de complementos disponíveis, bem como a descrição de cada item.


Ping qual o valor ideal

O ideal é que o valor do Ping seja o menor possível, porque quanto menor o valor, mais rápida será a velocidade da rede. Para jogos online, chamadas de vídeo, ou outras atividades que exigem uma boa conexão de internet, o ideal é que o Ping esteja abaixo de 100ms.

Visualizar Impressão Excel Utilizando Recursos VBA

Agora vamos criar um botão para visualizar a impressão de forma automática. Vamos automatizar a rotina de impressão de uma planilha modelo através de macros no VBA, veja o passo a passo e bem simples e com poucas linhas de códigos.



Abrindo o VBE – Visual Basic Edtion

Basta ir na guia desenvolvedor e escolher a opção Visual Basic:



Com o VBA aberto vamos inserir um novo modulo e escrever nossa macro que irar executar a visualização da impressão quando acionada. Não vou ensinar como inserir o modulo pois se você está em busca deste tipo de conteúdo e por que já tem noção de como fazer isso.

Com o modulo aberto escreva o seguinte código conforme na imagem:

 

Public Sub Imprimir()

    Application.Dialogs(xlDialogPrintPreview).Show

End Sub

 

Depois de colocar esse código, adicionamos o botao que vai executar esse código vinsulado através da macro. Aqui eu adicinei um botao e uma forma ambos para exemplificar.


Depois de adicionar o botão ou uma forma para representar o botão atribuimos a macro do codigo a esse botao ou forma.

selecionamos a macro imprimir e clicamos em ok:


Feito isso seu botao ou forma estará habilitado para visualizar impresão.

Para salvar temos que escolher outro formato "Pasta de trabalho Habilitado para Macro do Excel".


Salvando nesse formato, ao abrir novamente seu documento ele estará habilitado a macro no seu botão visualizar.




Tráfego pago: O que é? Quais são os principais tipos?


Investir em anúncios na internet é uma estratégia importante que oferece muitas possibilidades; saiba mais sobre o assunto antes de abrir a carteira

Tráfego pago na internet é aquele que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca, redes sociais e até mesmo em outros sites. No Marketing Digital, é usado para conduzir visitantes a páginas estratégicas para as empresas, como as de vendas ou de conversão.

“Quem quer rir tem que fazer rir”. A frase, que entrou para o vernáculo nacional em Tropa de Elite, cai como uma luva em diversas situações do Marketing Digital. É claro que estratégias de SEO e Email Marketing funcionam a médio e longo prazo, trazendo um crescimento sustentável e previsível. Porém, quando temos pressa, a saída é o tráfego pago.

Também conhecido como mídia paga, anúncios pagos ou a boa e velha propaganda, o tráfego pago assusta no começo de sua implementação. Porém, quando é atingido o equilíbrio entre o investimento e o retorno, ele de fato traz sorrisos a empresas dos mais variados mercados e tamanhos.

Você está começando a colocar dinheiro em anúncios? Ou quer ter mais clareza sobre o tema antes de dar sua grana para o Google, Facebook e outras gigantes da tecnologia? Neste post, trazemos o que é mais importante você saber sobre tráfego pago, com links para se aprofundar em cada um dos principais tipos. Vamos nessa?

O que é tráfego pago? Tenho mesmo que pagar para ter visitantes no meu site?

Quando falamos de internet e Marketing Digital, tráfego pago é toda aquela audiência de um site ou blog que vem de anúncios feitos em mecanismos de busca (Google, Bing, etc.), redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn, etc.) e outros sites (Taboola, Outbrain, etc.). 

Ou seja, é quando você paga para que visitantes cheguem até a sua página. No entanto, não é o amigo internauta que recebe a grana que você investiu, mas sim as ferramentas citadas no parágrafo acima. “Mas eu preciso pagar mesmo, RD?”

Embora seja perfeitamente possível ter sucesso na economia digital apostando apenas em crescimento orgânico, geralmente é preciso investir em ads para acelerar esse crescimento. O melhor mesmo é combinar tráfego pago e orgânico, fazendo rir em todas as frentes.

Por isso, vale a pena conhecer mais também sobre SEO e Email Marketing – e eu falo com tranquilidade, porque sei que você caiu neste texto organicamente. Isso post, vamos aos principais tipos de anúncios que você pode fazer na internet para conseguir tráfego pago para o site, blog ou Landing Page do seu negócio.

Onde eu consigo o tráfego pago? Quais são as principais ferramentas?

Como dissemos acima, são muitas as opções de ferramentas que aceitam de bom grado o seu dinheiro para exibir links para o seu negócio. As principais são:

  • Google Ads
  • Facebook Ads
  • Anúncios no YouTube
  • Instagram Ads
  • LinkedIn Ads
  • Native Ads

Vale ressaltar que alguns dessa lista são das mesmas empresas, casos de Google & YouTube e Facebook & Instagram. Assim, você pode fazer a gestão deles no mesmo lugar (Google e Facebook, respectivamente). E fica o lembrete de como essas duas empresas concentram grande parte da verba publicitária mundial atualmente.

Mas vamos lá, veja um resumo de cada um dos principais canais.

Google Ads

O Google Ads, antigamente conhecido como Adwords, é a plataforma de anúncios do Google. Através do Google Ads, é possível criar anúncios de Pesquisa, de Display, no YouTube, no Gmail e na Play Store.




Os anúncios de Pesquisa são os que aparecem quando você faz uma busca no Google, como na imagem acima. Já os banners em sites são os tipos de Google Ads de Display mais conhecidos. Os outros três (YouTube, Gmail e Play Stores) são autoexplicativos: aparecem nesses três locais.

Facebook Ads

Facebook Ads é o sistema de anúncios da família Facebook Meta, que inclui diferentes formatos nos diferentes veículos do grupo. Eles incluem tráfego pago no próprio Facebook, o Messenger, o Instagram e anúncios que levam a uma conversa no WhatsApp, por exemplo.

Como as pessoas dão muitas informações de perfil ao Facebook, que por sua vez também analisa milhões de interações, comentários e cliques por segundo, a sua plataforma de ads sempre foi famosa por permitir uma maior personalização. Ou seja, era possível fazer anúncios super assertivos, como o remarketing já para finalizar a venda.

E também pelo grande número de ativos que o Facebook possui, seus anúncios fazem combinações poderosas, gerando resultados bem relevantes. Para se aprofundar nas possibilidades oferecidas por Mark Zuckerberg (ainda sem o Metaverso), leia o nosso blogpost completão: Facebook Ads: como a plataforma de anúncios pode acelerar os resultados do seu negócio.

Anúncios no YouTube

“Ok, RD, eu quero ter tráfego pago, mas eu não gosto de ter meus vídeos interrompidos então ninguém deve gostar!” De fato, é um bom ponto. Porém, os anúncios no YouTube vieram para ficar porque, bem, os vídeos vieram para ficar. 

Não esqueça que cada vez mais pessoas assistem ao YouTube em suas smart TVs, então os anúncios nessa plataforma de streaming do Google (lembra?) são como as antigas propagandas nos grandes canais de TV. É preciso ser criativo!

E você sabe o que é in-stream, bumper ad, masthead, video discovery e out-stream? Pois é, são tipos de anúncios no YouTube. Então nem só de interrupções no seu tutorial favorito vive esse tipo de tráfego pago. Para saber o que cada um deles faz e como investir seu dinheiro com inteligência acesse nosso super post: Como anunciar no YouTube: um passo a passo completo.

Instagram Ads

A rede social mais visual do mundo tem fotos, vídeos e anúncios. Muitos anúncios. Porém, como faz parte da família do Facebook, você já deve ter percebido que são super direcionados para os seus gostos – ou ao menos para o que algoritmo entende como o seu gosto, usando os seus cliques, buscas, curtidas e comentários.

Em resumo, Instagram Ads veiculam anúncios tanto no feed quanto nos Stories da rede social. Esses anúncios são em formato de fotos, vídeos e carrossel com sequências de fotos ou vídeos. Eles podem ser usados para gerar cliques, conversões, instalações de aplicativos e visualizações de vídeos.

Aqui é muito importante caprichar no visual. “Tem post completão, RD?” Tem sim: Como anunciar no Instagram Ads: o passo a passo completo + dicas. Então tire umas fotos legais dos seus produtos e ou mande uma dancinha engraçada!

LinkedIn Ads

“Como assim, RD, aqui é para eu pagar para verem meu currículo?” Ora, deixe disso, você sabe que o LinkedIn é muito mais que um mero CV online. A rede social profissional é muito atrativa para anúncios justamente porque quem está por lá já está de olho em oportunidades de negócios ou de aprendizado.

Até por isso, o tráfego pago vindo do LinkedIn costuma ser um pouco mais caro. Ele vende justamente esse perfil mais profissional para valorizar o custo. Porém, dependendo da sua estratégia, pode valer bastante a pena, principalmente para negócios B2B!

E também são vários tipos de anúncios por lá, também com múltiplas possibilidades de formatos e otimizações. Dá uma olhada no nosso blogpost: LinkedIn Ads: veja como e por que você deve fazer anúncios na rede social profissional.

Native Ads

Os Native Ads se destacam por não ter um formato padrão de publicidade, aparecendo como um conteúdo destacado ou recomendado dentro de portais, sites e blogs relevantes. Em geral, não prejudicam a experiência do usuário. As plataformas mais conhecidas desse tipo de tráfego pago são Taboola e Outbrain.

Eles costumam se adequar ao formato desses sites, escapando de um problema que pode acometer anúncios: serem ignorados. Isso porque o cérebro do internauta moderno já está treinado a nem ver mais algumas áreas de sites, justamente pelo antigo mau uso de banners. Quer saber como usar? Leia no nosso guia completo sobre o Taboola.

Onde eu recebo o meu tráfego pago?

Não, a pergunta não está errada, nós sabemos que você paga pelo tráfego. O “receber” é no sentido de para onde você deve direcionar os seus anúncios. Como eles têm um custo, o ideal é que conduzam para páginas de conversão ou até mesmo para o fechamento de vendas. Dessa forma, você consegue mensurar melhor os seus resultados.

É claro que é possível levar os visitantes para a página principal do seu site ou um blogpost. Porém, faz mais sentido direcioná-los a uma Landing Page ou a uma página de vendas. Com a primeira você começa uma jornada de relacionamento usando o Email Marketing, e com a segunda você já apresenta seus argumentos para fechar a venda.


Fonte: Resultados Digitais

O administrador do sistema definiu diretivas para impedir esta instalação

Você estava tentando instalar algum programa e esta aparecendo a seguinte mensagem: "O administrador do sistema definiu diretivas para impedir esta instalação". 



E você tentou acessar o Editor de Política de Grupo Local (Group Policy Editor), uma ferramenta administrativa do Windows que permite bloquear recursos e alterar permissões no PC. Esse programa, também é conhecido como Group Policy Editor ou gpedit.msc, está disponível de forma nativa nas versões mais avançadas do Windows — por exemplo, as edições Pro e Enterprise, destinadas a empresas, e mesmo assim não conseguiu.

O que você faz agora?

  • Primeiro você tem que verificar se o seu usuario é administrador do computador. 
  • Quais são os programas que mostram essa mensagem? Esses programas são compatíveis?

Se caso você seja administrador do computador e os programas são compativeis com o windows que esta usando. Então vamos para a solução, que funcionou para mim aqui e espero que funcione com você também. 

Vamos lá então siga os passos a seguir:

Execute o comando abaixo no prompt de comando como administrador do windows:

secedit /configure /cfg %windir%\inf\defltbase.inf /db defltbase.sdb /verbose

Veja o resultado abaixo depois de executar o comando acima no prompt de comando do windows:











Resolveu seu problema? Comente aqui abaixo e até uma próxima postagem aqui no blog.

Microsoft diz que esteve errada sobre código aberto

Brad Smith, presidente da Microsoft, declarou que empresa esteve no lado errado da história com relação ao código aberto


Desde que Satya Nadella assumiu as rédeas da Microsoft, a postura da companhia com relação a softwares de código aberto mudou radicalmente. Se a administração de Steve Ballmer declarava guerra ao Linux e afins, hoje, a Microsoft se mostra receptiva a essas iniciativas. Mesmo assim, ninguém esperava que a empresa fosse admitir que estava errada quando criticava o open source.


Quem deixa isso claro é Brad Smith. Com mais de 25 anos de casa, hoje, o executivo ocupa o cargo de presidente da Microsoft, mas ele foi uma das vozes da empresa que mais lutaram contra o open source.

"A Microsoft esteve no lado errado da história quando o código aberto explodiu no começo do século e, pessoalmente, posso afirmar isso sobre mim", declarou Smith em uma conferência no MIT. "A boa notícia é que, se a vida for longa o suficiente, você pode aprender que... é preciso mudar", completou.



Veja também:

Mapa tempo real da COVID-19 no Brasi







De fato, a Microsoft mudou. Isso não quer dizer que a companhia vai abraçar o software livre de vez ou abrir o código-fonte do Windows (a despeito das provocações da Free Software Foundation), por exemplo. O que a companhia tem colocado em prática é uma política de boa vizinhança, basicamente.

Esse é um grande avanço, pois o código-aberto já não é mais tratado como uma ameaça aos negócios da empresa. Da mesma forma, a companhia já não considera o "Linux um câncer" — essa afirmação foi dada por Steve Ballmer em 2001.

As provas aparecem em uma série de iniciativas favoráveis ao código-fonte aberto que a Microsoft vem executando nos últimos anos. Um deles é suporte ao kernel Linux pelo Windows 10. Outro exemplo, mais recente, é a disponibilização do PowerShell 7.0 para Windows, macOS e Linux como um projeto de código aberto.
Até algumas iniciativas menores têm validade. A abertura do código da calculadora do Windows, bem como das primeiras versões do MS-DOS e do Word 1.1 contribuem para que futuros programadores ou até desenvolvedores experientes possam conhecer os pormenores de softwares criados nas décadas de 1980 e 1990.

Com informações: The Register, tecnoblog

Microsoft libera código-fonte da calculadora do Windows

Você pode contribuir com o desenvolvimento e usar partes da calculadora no seu app


Duas coisas fora do comum aconteceram no mesmo dia: o presidente de um país perguntando ao seu povo o que é golden shower e a abertura do código-fonte da calculadora do Windows. A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (6) que uma de suas ferramentas mais utilizadas está disponível para todos os desenvolvedores no GitHub, sob a licença MIT.

Embora o código-fonte do Windows seja um segredo (ou pelo menos essa é a intenção), a Microsoft vem liberando alguns de seus softwares sob licenças open source, como o Chakra, motor de JavaScript do navegador Edge, além do framework .NET, para levá-lo a outros sistemas operacionais.


No caso da calculadora do Windows, a ideia é “criar uma experiência de usuário ainda melhor em parceria com a comunidade” e, mais especificamente, permitir a qualquer um “saber como as diferentes partes do app Calculadora funcionam, integrar facilmente a lógica ou a interface de usuário da Calculadora aos seus próprios aplicativos, ou contribuir diretamente em algo fornecido no Windows”.

A Calculadora é desenvolvida com XAML, Azure Pipelines e Universal Windows Platform (UWP), então esta pode ser uma oportunidade para aprender como a Microsoft utiliza essas tecnologias. Além disso, você terá acesso ao cronograma de desenvolvimento do produto e poderá discutir o futuro do aplicativo.

O código-fonte da calculadora do Windows pode ser acessado no GitHub. É preciso ter um computador com Windows 10 e Visual Studio para brincar com o aplicativo.


Microsoft lançou o PowerShell 7.0 para Windows, macOS e Linux

PowerShell é um terminal para linha de comando mais avançado que o clássico CMD

A previsão era de lançamento para janeiro, mas este pequeno atraso valeu a pena: a versão final do Microsoft PowerShell 7.0 está finalmente entre nós e traz várias novidades para os desenvolvedores ou sysadmins de plantão. A melhor parte: o novo terminal da Microsoft foi disponibilizado não só para Windows, como também para macOS e Linux.


O PowerShell é frequentemente descrito como um terminal mais evoluído que o tradicional Prompt de Comando do Windows (CMD), mas a verdade é que ele vai além disso: estamos falando de uma ferramenta completa para automatizar tarefas por meio de scripts (JSON ou XML, por exemplo) ou rodar determinadas aplicações a partir de linhas de comando.









Usuários avançados ou administradores de sistemas provavelmente sabem que o PowerShell é antigo: a primeira versão foi disponibilizada para Windows XP e Windows Server 2003. Porém, o terminal passou por uma grande mudança em 2016, quando o projeto foi dividido em Windows PowerShell e PowerShell Core.

Como o nome revela, o Windows PowerShell diz respeito às versões que vêm instaladas por padrão nos sistemas operacionais da Microsoft. Já o PowerShell Core é um software de código aberto baseado no framework .NET Core e tem proposta multiplataforma: além do Windows, há versões para macOS e Linux — os pacotes de instalação estão disponíveis para Ubuntu, Debian e CentOS, por exemplo.

Pois bem, o PowerShell 7.0 é baseado no projeto Core. Uma das principais mudanças da nova versão é a migração do .NET Core 2.x para o .NET Core 3.1, o que deve aumentar o suporte a módulos para Windows PowerShell e APIs para .NET.


Outras novidades incluem: notificações automáticas que avisam sobre novas versões, suporte a novos operadores nos comandos, visualização mais simplificada e dinâmica para investigação de erros, nova camada de compatibilidade que permite importar módulos para Windows PowerShell em sessões implícitas e, claro, correções de bugs.






Os links para downloads e instruções de instalação para cada sistema operacional estão disponíveis na página do PowerShell no GitHub.

Com informações: Bleep Computer, Microsoft. tecnoblog

Microsoft libera código do .NET para distribuir ao Linux e ao OS X

De todas as decisões tomadas pela Microsoft na administração de Satya Nadella, talvez esta figure entre as mais surpreendentes: nesta quarta-feira (12), a companhia anunciou a transformação do framework .NET em um projeto de código-fonte aberto. Bom, pelo menos em parte.

A iniciativa diz respeito a todo código .NET utilizado no lado do servidor. Bibliotecas e demais componentes relacionados ao lado do cliente continuam do jeito que estão (ou seja, fechados).


De certa forma, o movimento é uma continuação do .NET Foundation. Apresentado em abril, o projeto compreende uma espécie de repositório de trabalhos de código-fonte aberto baseados na plataforma.

Com o anúncio de hoje, desenvolvedores terão muito mais facilidade para desenvolver projetos em .NET e disponibilizá-los para sistemas como Linux e OS X, além do próprio Windows, é claro. Consequentemente, o engajamento com a plataforma deve aumentar (ao menos é isso o que a Microsoft espera).

A disponibilização do .NET como projeto de código aberto não acontecerá da noite para o dia. A iniciativa levará meses para ser concluída, na verdade. Para tanto, a Microsoft está contando com o apoio de participantes do projeto Mono e de outras comunidades de desenvolvedores.

O material resultante deste trabalho está sendo disponibilizado na página do projeto no GitHub. Estes códigos têm licença MIT (prioritariamente) ou Apache.

Visual Studio

Junto ao anúncio relacionado à plataforma .NET, a Microsoft chamou atenção para a liberação gratuita do Visual Studio Community 2013. A ferramenta foi criada e disponibilizada como tal para que pequenas empresas, desenvolvedores independentes e estudantes possam criar projetos sem custos elevados.

De acordo com a companhia, vários dos recursos presentes nas variações pagas da IDE estão disponíveis no Visual Studio Community 2013, inclusive bibliotecas para o desenvolvimento de serviços nas nuvens e aplicativos móveis.
Visual Studio Community 2013

Não termina aí: a Microsoft também anunciou um "Preview" do Visual Studio 2015. Entre as funcionalidades da versão estão um emulador do Android, ferramentas para projetos multiplataforma feitos em C++ e o Visual Studio Tools for Apache Cordova.

Com informações: VentureBeat, GigaOM, tecnoblog
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